METRO NEDEN GELMİYOR, KAZA MI YAPTI? 13 Ekim M5 Üsküdar-Sultanbeyli Metro Hattı Son Durum

13 Ekim 2026 Salı M5 Üsküdar-Sultanbeyli Metro Hattı son durum, İstanbul'da toplu taşıma kullanan vatandaşların gündeminde yer alıyor. Sabah saatlerinde metro seferlerini takip eden yolcular, “M5 metrosu neden gelmiyor?”, “Üsküdar-Sultanbeyli metrosunda kaza mı oldu?” ve “Metro seferleri durduruldu mu?” sorularına yanıt arıyor. Metro hattında yaşandığı belirtilen aksaklıkların nedeni ve seferlerin ne zaman normale döneceği merak edilirken, gözler Metro İstanbul'dan yapılacak resmi açıklamalara çevrildi. Peki, 13 Ekim Salı M5 metro hattında son durum ne? Üsküdar-Sultanbeyli metrosu çalışıyor mu, seferlerde gecikme var mı? İşte metro seferlerine ilişkin güncel gelişmeler ve merak edilen ayrıntılar...

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SON DAKİKA DEPREM 13 EKİM! Bugün deprem mi oldu, nerede, kaç şiddetinde? 13 Ekim 2026 AFAD ve Kandilli Rasathanesi son depremler listesi

Son dakika deprem haberleri araştırılıyor. Deprem haberleri ile ilgili araştırmalar 13 Ekim Salı günü yoğunluk kazandı. Bulundukları bölgede sarsıntı hisseden çok sayıda vatandaş "13 Ekim Salı deprem mi oldu? Nerede, kaç şiddetinde? İstanbul'da deprem mi oldu? İstanbul'da deprem mi oldu?, Antalya'da deprem mi oldu?, Akdeniz'de deprem mi oldu?" sorularına yanıt arıyor. Peki, bugün deprem mi oldu? Deprem nerede oldu, kaç şiddetinde? İşte, 13 Ekim Salı günü Kandilli Rasathanesi ve AFAD tarafından yayımlanan son depremler listesi...

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İstanbul'da akran dehşeti! Sırtına kolonya döküp yaktılar

Arnavutköy’de arkadaşları tarafından sırtına kolonya döküldükten sonra ateşe verilen 12 yaşındaki Batuhan A. yaralandı. Hastaneye kaldırılan çocuğun yaklaşık 1 aydır hastanede tedavi gördüğü öğrenildi. Batuhan A.’nın babası Kadir A., “Çocuğumda üçüncü derece yanık oluştu. İlaçla birlikte psikiyatri tedavisi alıyor. Olayı gerçekleştiren çocukların da gereken cezayı almalarını istiyorum” dedi. Polisin yaptığı incelemede olaya 3 çocuğun karıştığı belirlenirken, adliyeye sevk edilen 1 çocuğun adli kontrol şartı ile serbest bırakıldığı öğrenildi.

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SP começa a multar quem desrespeitar regras para bicicletas e patinetes elétricos nesta terça-feira

Começa a fiscalização de veículos autopropelidos A fiscalização das regras para a circulação de bicicletas e patinetes elétricos na cidade de São Paulo começa nesta terça-feira (13). As normas estão em vigor desde agosto e preveem multa de R$ 130, vinculada ao CPF do infrator. Os agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) serão responsáveis por constatar as infrações, com apoio da Guarda Civil Metropolitana (GCM). Entre os pontos fiscalizados está a circulação de bicicletas e patinetes elétricos em calçadas exclusivas para pedestres. Em um dia de feriado, por exemplo, a Avenida Paulista fica com menos carros e mais bicicletas, patinetes e pessoas praticando corrida. Nesta segunda-feira (12), quem aproveitou a folga para se exercitar encontrou banners com alertas sobre os limites de velocidade. Agentes da CET também distribuíram panfletos e deram orientações aos frequentadores. No dia a dia, porém, o desrespeito às regras de circulação é registrado em diferentes pontos da cidade. Na ciclofaixa da Avenida Tancredo Neves, por exemplo, foi flagrado um veículo autopropelido com placa circulando na faixa exclusiva para motos. Já na Avenida Brigadeiro Tobias, no Centro, um condutor invadiu a faixa de ônibus. Patinetes elétricos compartilhados na cidade de São Paulo. Reprodução O contador Francisco das Chagas avalia que o respeito às regras ainda não é suficiente, principalmente nos locais com maior movimento. Para ele, a convivência no trânsito também depende do respeito aos pedestres e aos demais usuários das vias. “Respeito ao pedestre, né? Sempre parar no semáforo para o pedestre atravessar. Ele que tem a prioridade. Tem que ter em mente o respeito e não fazer com o outro o que não gostaria que fizesse com você”, afirmou. A bióloga Mônica Batista considera importante a fiscalização para organizar a circulação de bicicletas e patinetes elétricos. “Já tem umas pessoas sinalizando na hora da gente parar, na hora de passar na faixa”, disse Mônica. O servidor público Fernando Vasconcelos também avalia que quem segue as normas não precisa temer a fiscalização. “Acho que, andando de acordo com a regra, não tem do que ter medo”, afirmou. Veja as regras para bicicletas e patinetes elétricos em São Paulo Patinete elétrico na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, em São Paulo Marcelo Brandt/g1 As normas estabelecem limites de velocidade e definem os locais onde bicicletas e patinetes elétricos podem circular. As regras variam conforme a sinalização e as características da via. Nas ciclovias e ciclofaixas, bicicletas e patinetes elétricos podem circular a uma velocidade máxima de 20 km/h. A circulação de pedestres nesses espaços não é permitida. Quando a ciclofaixa fica em uma calçada e o espaço é compartilhado com pedestres, as bicicletas devem circular a, no máximo, 6 km/h. Nesse caso, os patinetes elétricos não podem circular pelo local. A mesma restrição vale para os canteiros centrais em que bicicletas e pedestres dividem o espaço: patinetes elétricos não podem circular nessas áreas. Nas vias sem ciclovias ou ciclofaixas, bicicletas e patinetes elétricos podem circular em ruas com limite de velocidade de até 50 km/h. Os condutores devem seguir pelo canto da pista, no mesmo sentido dos carros. Os patinetes elétricos também podem circular em vias com velocidade máxima permitida de até 40 km/h, desde que o próprio equipamento não ultrapasse 20 km/h. Já as bicicletas comuns e elétricas são proibidas em vias de trânsito rápido e rodovias sem acostamento. A publicitária Andreza Alves considera que a organização dos espaços depende também da consciência dos usuários. “Eu acho que é bem organizado. Eu acho que é mais uma questão de consciência mesmo. Aqui é um local que é para bicicleta, é para bike. Se a gente está parando aqui, a gente está correndo o risco”, disse. Usuários de patinetes elétricos são bloqueados por mau uso em São Paulo

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Ataque a faca em supermercado deixa ao menos 8 feridos na Coreia do Sul

Pelo menos oito pessoas ficaram feridas em um ataque a faca dentro de um supermercado na cidade de Incheon, na Coreia do Sul, segundo informações divulgadas pela imprensa local nesta terça-feira (13). De acordo com as reportagens, uma das vítimas sofreu uma parada cardíaca. Até o momento, não há detalhes sobre as circunstâncias do ataque nem sobre o estado de saúde dos demais feridos. O incidente ocorreu na cidade de Incheon, localizada na região metropolitana de Seul.Ataque a faca A Reuters informou que as autoridades sul-coreanas ainda não divulgaram mais informações sobre o caso. *Essa matéria está em atualização. Agora no g1

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Sobrevida de 49% para 71%: o que 50 anos de pesquisa mudaram no câncer, tumor por tumor

(INSERIR VÍDEO) No fim dos anos 1970, 21 de cada 100 americanos com leucemia mieloide crônica estavam vivos cinco anos depois do diagnóstico, o que os médicos chamam de sobrevida em cinco anos. Hoje, são 71. No câncer de pâncreas, no mesmo intervalo, a taxa saiu de 3 para 14 em cada 100. A distância entre as duas doenças resume 50 anos de avanço contra o câncer. A sobrevida média de todos os tumores subiu de 49% para 71% nos Estados Unidos, mas esse número junta histórias que quase não se parecem. Os números estão no Relatório de Progresso contra o Câncer 2026, da Associação Americana de Pesquisa em Câncer (AACR, na sigla em inglês), e comparam pacientes diagnosticados em 1975–1979 e em 2016–2022. Eles não podem ser aplicados ao Brasil, onde, segundo o onco-hematologista Breno Gusmão, do Comitê Médico da Associação Brasileira de Câncer do Sangue (Abrale), não existe um registro populacional comparável. A reportagem mostra o que fez alguns tumores ceder e outros resistirem, e quanto dessa mudança chegou ao paciente brasileiro. AACR/Arte g1 Como ler os números: sobrevida relativa em cinco anos é o percentual de pacientes vivos cinco anos depois do diagnóstico, comparado ao esperado para pessoas da mesma idade e sexo sem câncer. Não significa cura: há quem viva mais de cinco anos com a doença ativa e quem morra de outra causa. Parte do aumento pode vir de diagnóstico mais precoce. Os dados da AACR são dos Estados Unidos e não representam o Brasil. Sangue foi o primeiro a ceder A leucemia mieloide crônica é o exemplo mais nítido. A pesquisa dos anos 1960 a 1980 identificou a alteração que move a doença, e disso saiu o imatinibe, lançado em 2001. É um comprimido diário que bloqueia a proteína anormal que faz as células doentes se multiplicarem, o exemplo clássico das terapias-alvo, remédios desenhados contra uma falha específica do tumor. Antes, o quadro evoluía em poucos anos para uma fase grave, e o paciente dependia de um medicamento que estimula a defesa do organismo ou de um transplante de alto risco. Hoje, descreve Gusmão, quem recebe o diagnóstico trabalha, viaja e tem expectativa de vida próxima à da população geral. Alguns conseguem até suspender o remédio. Para a onco-hematologia, o imatinibe simboliza a transformação da área inteira, porque mostrou que entender a falha genética de um tumor permite desenhar uma droga contra ela. No mieloma múltiplo, câncer das células de defesa que se alojam na medula, a virada veio aos poucos. O transplante da própria medula entrou nos anos 1990, novas classes de medicamentos chegaram nos 2000 e, depois, vieram anticorpos que se prendem à célula doente. Mais recentemente surgiram o CAR-T, em que células de defesa do próprio paciente são modificadas em laboratório para atacar o tumor, e os anticorpos biespecíficos, que unem a célula doente à de defesa. A doença ainda volta para a maioria dos pacientes, mas cada recaída tem hoje uma resposta que antes não existia. AdobeStock “Se um oncologista adormecesse por 15 anos, acordaria diante de tratamentos que nem existiam quando se formou; precisaria repensar a maneira de cuidar de cada paciente”, afirma Stephen Stefani, oncologista da Americas Health Foundation. O sangue respondeu antes dos outros porque oferece vantagens que tumores sólidos não têm. Algumas doenças partem de uma alteração genética dominante, o tumor circula em locais fáceis de coletar e acompanhar, e as células de defesa alcançam as células doentes sem enfrentar a barreira de um órgão. Gusmão acrescenta que os marcadores usados como alvo são de células que o organismo suporta perder. Mesmo no sangue, há doenças que resistem. A leucemia mieloide aguda, considerando todas as idades, foi de 7% para 33%, um ganho grande, mas ainda longe dos 71% da leucemia crônica. Na forma que atinge adultos, explica Gusmão, o tratamento é mais difícil sobretudo em idosos e em quem tem uma alteração genética específica. A diferença para a leucemia crônica é que aqui não há uma única falha que um remédio possa bloquear: as células mudam geneticamente com rapidez, o que ajuda a doença a escapar do tratamento, e alguns dos pontos de ataque conhecidos não podem ser eliminados sem risco para o paciente. Uma doença que se desfez em dezenas A explicação começa por uma mudança de olhar. Há 50 anos, câncer era tratado como uma categoria só, com variações de órgão. Hoje, diz o oncologista Stephen Stefani, da Americas Health Foundation, nenhum câncer se resume a um tipo: há subtipos de comportamento biológico distinto, e o estágio em que a doença é descoberta ainda soma outra camada. Por trás dessa diversidade estão as alterações que cada tumor carrega nas células. São elas que determinam como o tumor cresce, se espalha e responde aos remédios. A quimioterapia, explica Gusmão, ataca qualquer célula que se multiplica. As terapias-alvo mexem só na falha do tumor, e por isso funcionam só em quem tem aquela falha. A imunoterapia libera o sistema de defesa do próprio paciente para reconhecer e atacar as células doentes. Escolher entre elas a partir das características de cada tumor, identificadas por exames específicos, é o que se conhece como medicina de precisão. Só que esse caminho depende de a ciência encontrar o ponto fraco de cada tumor, e isso aconteceu em velocidades muito diferentes. Onde o defeito é conhecido e único, como na leucemia mieloide crônica, o remédio certeiro veio rápido. Onde o tumor acumula muitas alterações e a ciência ainda não sabe qual delas pesa mais, o tratamento segue mais genérico. É o caso de boa parte dos tumores do aparelho digestivo, explica o oncologista Tiago Cordeiro Felismino, vice-líder do Centro de Referência de Tumores do Aparelho Digestivo Alto do A.C.Camargo Cancer Center. No fígado, por exemplo, os exames genéticos trazem pouca informação útil, e dificilmente haverá um único tratamento para todos esses tumores. Nos cânceres de pulmão, melanoma e rim, e mais recentemente na mama, os remédios sob medida mudaram o curso da doença, diz Stefani. O ritmo, ele lembra, também depende de interesse e de dinheiro: doenças frequentes ou comercialmente atraentes recebem mais pesquisa. “Quando já existe um remédio que funciona bem, cai a vontade de arriscar algo novo, enquanto os tumores que mudam e escapam do tratamento mantêm a corrida por novas drogas”, diz. Pulmão: prevenção, diagnóstico e remédios Freepik O câncer de pulmão, cuja sobrevida em 5 anos passou de 13% para 29%, reúne várias frentes ao mesmo tempo. O relatório associa o ganho à queda do tabagismo, ao diagnóstico precoce e a tratamentos que mudaram, da cirurgia à imunoterapia. Hoje, 9,9% dos adultos americanos fumam, contra 42,4% em 1965. Mesmo a doença que já se espalhou para outros órgãos, a metástase, melhorou: a sobrevida em cinco anos nesse estágio foi de 17% para 36%, somando todos os cânceres. Há 30 anos, lembra Stefani, passar de um ano com câncer de pulmão avançado era exceção. Hoje há pacientes em tratamento por anos, com comprimidos e sem internação. Crianças: salto grande e uma exceção AdobeStock Entre crianças e adolescentes de até 19 anos, a sobrevida de todos os cânceres juntos subiu de 63% para 86%. A leucemia linfoide foi de 57% para 90%, e o linfoma de Hodgkin chegou a 98%. Em doenças como essas, lembra Gusmão, o tratamento hoje pode levar à cura. O relatório aponta como motor desse avanço o modelo de pesquisa pediátrica. Estudos clínicos conduzidos pelo Children’s Oncology Group, rede americana de centros de tratamento infantil, reuniram uma proporção alta dos pacientes e levaram a sobrevida infantil de menos de 60% em meados dos anos 1970 para mais de 80% nos anos 2000. O relatório ressalva que esse ganho, obtido em países de renda alta, não se repetiu de forma uniforme pelo mundo. A melhora foi mais lenta em tumores ósseos e musculares. E o relatório destaca um tumor raro do cérebro, o glioma difuso de linha média, que segue com 3% de sobrevida em cinco anos, entre os mais letais da infância. O pâncreas e outros tumores que resistem No outro extremo da tabela estão pâncreas (3% para 14%), esôfago (5% para 22%), fígado (3% para 22%) e estômago (16% para 40%). Felismino descreve o que os une. Com exceção do intestino, não há exame de rastreamento para esses tumores. Os sintomas, como anemia, perda de peso e desconforto abdominal, são vagos e costumam ser atribuídos a cansaço ou má alimentação. No pâncreas, que fica atrás de outros órgãos e quase não aparece no ultrassom de rotina, de 60% a 70% dos pacientes só descobrem o câncer quando já há metástase. IAS Academy, CC BY Os tumores são agressivos, e a cirurgia que oferece chance de cura, como a retirada do esôfago, do estômago ou de parte do pâncreas, é pesada o bastante para ter risco próprio. E a medicina de precisão alcança poucos: no pulmão, de 30% a 40% dos pacientes têm uma alteração que permite terapia dirigida, contra de 10% a 20% no aparelho digestivo, calcula Felismino. Stefani lembra que a falta de triagem não explica tudo. No pâncreas e nos tumores cerebrais agressivos, como o glioblastoma, a biologia da doença também limita o ganho de descobrir cedo. Houve avanços mesmo nesse grupo. No estômago, tumores muito iniciais podem ser retirados por endoscopia, sem cirurgia, com chance de cura próxima de 100%. No fígado, remédios que bloqueiam a formação de vasos sanguíneos do tumor, e depois a imunoterapia, prolongaram a vida de quem tem doença avançada. No pâncreas, cerca de 90% dos tumores carregam uma alteração genética que impulsiona o crescimento, e Felismino diz que há medicamentos promissores em desenvolvimento contra ela, como o daraxonrasib. O que chegou aos pacientes brasileiros? A resposta depende da doença e do sistema de saúde. De 70% a 75% dos brasileiros dependem só do Sistema Único de Saúde (SUS). Na leucemia mieloide crônica, o SUS oferece o imatinibe há duas décadas. Já no mieloma, os tratamentos mais modernos ficam concentrados na saúde suplementar ou dependem de ação judicial, e o CAR-T não foi incorporado ao sistema público. O padrão se repete em outras áreas. A saúde suplementar incorpora quase tudo o que surge de novo, observa Stefani. O SUS também avançou e recebe parte das tecnologias, mas com atraso e sem equivalência. O descompasso está nas terapias-alvo e na imunoterapia, mais caras, mas Felismino ressalva que não conhece uma análise que compare os resultados dos dois sistemas. No rastreamento, o cenário é menos desigual, embora longe de igual. Felismino vê melhora no acesso à mamografia, aos exames do colo do útero, à vacinação contra o HPV e à pesquisa de sangue nas fezes. O gargalo, na avaliação dele, está depois do diagnóstico. Pacientes do SUS esperam mais por exames complementares da biópsia e têm menos acesso a medicamentos, e cada atraso reduz a chance de cura. A Lei dos 60 dias, de 2012, prevê início do tratamento em até dois meses após o diagnóstico, mas cumpri-la é difícil, sobretudo fora das grandes cidades. Descobrir cedo só salva vidas, reforça Stefani, quando existe uma rede para receber o paciente depois do exame. Uma mamografia sem encaminhamento, ou feita sem qualidade, não cumpre o papel. Próximo avanço não terá o mesmo ritmo Cinco décadas de dados mostram que câncer não é uma doença só, e que a velocidade do próximo ganho vai variar de tumor para tumor. Gusmão aposta em levar o CAR-T e os biespecíficos a fases mais precoces do mieloma e em versões mais baratas, produzidas no país, que considera decisivas para o Brasil. No aparelho digestivo, Felismino espera que a biologia de cada tumor seja mais bem decifrada, até que haja tratamento específico para mais pacientes. Enquanto isso, o que separa o paciente brasileiro do avanço descrito nos Estados Unidos, em muitos casos, já não é a ciência, e sim o caminho até chegar a ela.

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Doença rara que atinge os olhos tem origem em anticorpo que também afeta a tireoide

A denominação “doenças raras” abrange um leque de pelo menos 5 mil enfermidades que atingem até 65 em cada 100 mil pessoas, ou seja, um número relativamente pequeno de indivíduos. Por esse motivo, os pacientes demoram a receber um diagnóstico ou tratamento. É o caso da Doença Ocular da Tireoide (DOT), de origem autoimune e que pode causar repercussões de longo prazo, como desfiguramento facial, estrabismo e neuropatia óptica, com risco até de perda da visão. Conversei com o endocrinologista Cléo Otaviano Mesa Junior, professor de medicina da PUC-PR e médico do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, onde é responsável técnico pelo serviço de endocrinologia, que me deu uma “aula”: Patricia Gasques: paciente portadora de Doença Ocular da Tireoide Divulgação “Para entender a doença, é preciso saber que há uma base comum entre o que acontece no olho e na tireoide, embora as abordagens terapêuticas não sejam as mesmas. Ocorre um desequilíbrio no sistema imunológico e a pessoa começa a fabricar um anticorpo, o TRAb (Anticorpo Antirreceptor de TSH), que afeta uma proteína que existe na tireoide, provocando uma produção excessiva de hormônio que se traduz no hipertireoidismo. A questão é que os receptores que existem na tireoide também estão presentes nos tecidos, gordura e músculos que ficam atrás dos olhos. Quando o TRAb se liga a eles nessa região ocular, desencadeia um processo inflamatório que causa os sintomas da DOT, como olhos saltados (proptose) e inchaço”, explicou. A grande maioria com disfunções na tireoide não apresenta o quadro grave nos olhos. Há, inclusive, aqueles que só têm o problema ocular. Para complicar um pouco mais: não é todo paciente com distúrbios de tireoide que vai desenvolver a DOT, e nem todo paciente com DOT tem uma condição tireoidiana, como hipotireoidismo ou hipertireoidismo. A lista de sintomas de desconfortos é longa: olhos projetados para fora, retração palpebral, dificuldades de fechar os olhos, vermelhidão, inchaço, sensação de areia nos olhos, fotofobia, lacrimejamento excessivo, visão embaçada e visão dupla (diplopia). Sem contar os efeitos psicológicos, bastante impactantes: 52% apresentam perda de autoconfiança; 63% sofrem um impacto psicossocial pela mudança na aparência; e 45% desenvolvem estresse e ansiedade. “Afeta demais a vida do paciente: não apenas a visão prejudicada que interfere nas atividades profissionais e do dia a dia, mas também a questão estética, de como as pessoas o reconhecem”, diz Mesa Junior. O tratamento pode envolver descompressão da órbita, correção do estrabismo e correção de retração palpebral, além de medicamentos. As mulheres representam o maior número de pacientes, mas a manifestação tende a ser mais grave quando acomete os homens e idosos. Mundialmente, a DOT tem incidência de 16 casos a cada 100 mil mulheres e 2,9 casos a cada 100 mil homens. “O tratamento é agressivo e difícil. Há um período em que a doença fica ativa com todos os sintomas – essa é a janela de oportunidade – que pode durar de seis meses a dois anos. Depois disso, a DOT tende a ceder, mas não regride totalmente. Ficam as sequelas, como o olho mais para fora e o desvio no olhar, que é a fase crônica, na qual são realizadas as intervenções corretivas. A abordagem é diferente nas duas fases, com medicamentos distintos”, afirma o médico. Dois especialistas devem trabalhar em conjunto: além do endocrinologista, um oftalmologista especialista em órbita e estrabismo. Apesar de pouco frequentes, reativações podem ocorrer, por meio de gatilhos como estresse, emocional ou físico (como uma cirurgia), e alguns medicamentos. O conselho do professor: se o paciente tem uma disfunção da tireoide, é importante comunicar qualquer alteração ao seu endocrinologista imediatamente. “No entanto, se a doença ocular aparece primeiro, ou as duas se manifestam simultaneamente, é comum que a pessoa vá ao oftalmologista, que deve ser alertado sobre o risco de uma condição tireoidiana quando há visão dupla e o olho vem para a frente, como se estivesse saltando da órbita”, detalha. Está no ar uma campanha sobre a DOT, criada pela Vozes do Advocacy, federação que reúne 25 associações de diabetes que resolveu abraçar a causa. Trata-se de um minidocumentário com relatos emocionantes sobre a falta de conhecimento sobre a enfermidade e as complicações à saúde física e mental, e que pode ser acessado aqui.

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Salários acima de R$ 32 mil: saiba tudo sobre o concurso da Câmara dos Deputados

Câmara dos Deputados Divulgação / Câmara dos Deputados O novo concurso da Câmara dos Deputados reúne alguns dos principais atrativos buscados por candidatos ao serviço público: remuneração acima da média, estabilidade e oportunidades em áreas que vão da comunicação social à engenharia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Concursos no WhatsApp. ➡️ VEJA O EDITAL COMPLETO Ao todo, o edital oferece 66 vagas imediatas e outras 118 para cadastro de reserva na carreira de analista legislativo, com salários de R$ 32.070,88. 🔎 Há oportunidades para jornalistas, relações-públicas, arquivistas, bibliotecários, museólogos e engenheiros, além de vagas para uma especialidade pouco conhecida do grande público, mas que concentra a maior oferta do edital: Registro e Redação. As inscrições poderão ser feitas entre 15 de outubro e 17 de novembro, pelo site do Cebraspe, banca responsável pela seleção. A taxa de inscrição é de R$ 130. Mas as dúvidas sobre o concurso vão muito além do período de cadastro. Por isso, o g1 preparou um guia com os principais pontos do edital. Abaixo, entenda: Cargo e formação Salários e benefícios Requisitos Atribuições Como serão as provas? Quando os aprovados poderão ser convocados? Como funcionará a reserva de vagas? Cargos e formação Embora todas as vagas pertençam à carreira de analista legislativo, o concurso não é destinado a um único perfil profissional. Um dos destaques do edital é que a especialidade com maior número de vagas não exige formação superior específica. A área de Registro e Redação oferece 25 vagas imediatas e outras 25 para cadastro de reserva. Para concorrer, basta possuir diploma de curso superior reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), independentemente da área de formação. Já as demais oportunidades são destinadas a candidatos com graduações específicas. Veja a distribuição prevista no edital: O novo concurso da Câmara dos Deputados g1 Salários e benefícios Independentemente da especialidade escolhida, todos os aprovados ingressarão na carreira com remuneração inicial de R$ 32.070,88. Os servidores serão lotados em Brasília, onde está localizada a sede da Câmara dos Deputados. Além do salário, os ocupantes do cargo terão acesso aos benefícios oferecidos pela Casa e às garantias previstas para os servidores efetivos da administração pública federal. Requisitos Além da formação exigida para cada especialidade, os candidatos deverão atender aos requisitos legais para ingresso no serviço público federal. Entre as exigências estão: ter nacionalidade brasileira ou portuguesa, nos casos previstos em lei; estar em dia com as obrigações eleitorais; estar quite com as obrigações militares, quando aplicável; possuir aptidão física e mental para o exercício do cargo; apresentar a documentação exigida para a posse; possuir a graduação exigida para a especialidade escolhida. Algumas áreas também exigem registro profissional no respectivo conselho de classe. Atribuições Embora todos os aprovados ingressem na carreira de analista legislativo, as atividades desempenhadas variam de acordo com a especialidade escolhida. Os profissionais da área de Divulgação Institucional atuam na criação de campanhas, ações educativas e projetos de comunicação voltados à população. Os jornalistas são responsáveis pela cobertura das atividades parlamentares, produção de reportagens, notícias, entrevistas e conteúdos para os diversos veículos de comunicação da Câmara. Já os relações-públicas trabalham na organização de eventos, cerimônias, ações de relacionamento institucional e iniciativas voltadas ao fortalecimento da imagem da Casa. Na área de gestão da informação, os arquivistas organizam e preservam documentos produzidos ao longo de décadas de atividade legislativa. Os bibliotecários administram acervos e auxiliam em pesquisas técnicas utilizadas por parlamentares e servidores. Os museólogos, por sua vez, cuidam da preservação da memória institucional e dos bens históricos relacionados ao Poder Legislativo. As especialidades de engenharia têm atribuições ligadas à manutenção e modernização da infraestrutura da Câmara. Os profissionais participam da elaboração de projetos, fiscalização de obras, emissão de pareceres técnicos e acompanhamento de contratos. Já os servidores de Registro e Redação exercem uma das funções mais diretamente ligadas ao processo legislativo. Eles são responsáveis pelo registro oficial de debates, pronunciamentos e sessões parlamentares, além da elaboração, revisão e organização de documentos produzidos pela Casa. Como serão as provas? As provas estão marcadas para 17 de janeiro de 2027. A aplicação ocorrerá nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal. Dessa forma, os candidatos poderão realizar os exames em seus próprios estados, sem a necessidade de viajar para Brasília. ➡️ As avaliações serão aplicadas em dois turnos. Os horários definitivos serão divulgados posteriormente pelo Cebraspe. A seleção será composta por prova objetiva e prova discursiva, ambas aplicadas no mesmo dia. A prova objetiva terá 180 itens no formato "certo" ou "errado", distribuídos entre conhecimentos gerais e conhecimentos específicos. Já a prova discursiva será voltada para conteúdos relacionados à especialidade escolhida pelo candidato. Quando os aprovados poderão ser convocados? A Câmara dos Deputados poderá iniciar as nomeações após a homologação do resultado final do concurso. Segundo o cronograma oficial, a divulgação do resultado final está prevista para 30 de abril de 2027. A partir dessa data, as nomeações poderão ocorrer de acordo com as necessidades da administração e a disponibilidade de vagas. Além dos candidatos classificados dentro das vagas imediatas, aprovados no cadastro de reserva também poderão ser convocados durante o período de validade do concurso, que será de dois anos - contados a partir da homologação do resultado final. Esse prazo poderá ser prorrogado uma única vez, por igual período. Isso significa que a Câmara dos Deputados poderá convocar aprovados por até quatro anos, conforme suas necessidades administrativas. Cadastro reserva O concurso prevê 118 oportunidades para cadastro de reserva, mecanismo utilizado para formar uma lista de candidatos aptos a serem convocados futuramente. Ou seja, quem for aprovado para o cadastro de reserva não tem direito à nomeação imediata. Esses candidatos ficam em uma espécie de lista de espera e podem ser chamados caso surjam novas vagas, ocorram aposentadorias, exonerações ou haja necessidade de reforçar o quadro de servidores durante o período de validade do concurso. A convocação segue a ordem de classificação e pode ocorrer a qualquer momento enquanto o concurso estiver válido. Cronograma 5 de outubro de 2026: divulgação das regras para sorteio das vagas reservadas; 8 de outubro de 2026: sorteio das vagas reservadas; 14 de outubro de 2026: divulgação do resultado final do sorteio; 15 a 23 de outubro de 2026: prazo para solicitar isenção da taxa; 15 de outubro a 17 de novembro de 2026: período de inscrições; 19 de novembro de 2026: prazo final para pagamento da taxa; 22 de dezembro de 2026: consulta aos locais de prova; 17 de janeiro de 2027: aplicação das provas objetiva e discursiva; 19 a 22 de janeiro de 2027: divulgação dos gabaritos preliminares; 18 de fevereiro de 2027: resultado das provas objetivas; 9 de abril de 2027: resultado provisório das provas discursivas; 30 de abril de 2027: resultado final do concurso.

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Caso de menina de 3 anos que morreu após ser atingida por trave de futebol solta é o terceiro do ano do Paraná

Criança morre atingida por trave em Imbaú O caso da menina de 3 anos que morreu após ser atingida por uma trave de futebol solta em Imbaú, nos Campos Gerais do Paraná, é o terceiro registrado neste ano no Paraná. ✅ Siga o canal do g1 Paraná no WhatsApp Heloise da Silva Cruz estava participando de uma festa em comemoração ao Dia das Crianças neste domingo (11) quando a estrutura caiu em cima dela. Ela foi socorrida pelos pais e encaminhada a uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos. Relembre detalhes mais abaixo. Os outros dois casos aconteceram no primeiro semestre, em escolas da região central do Paraná. O primeiro foi em fevereiro, em uma escola municipal rural de Marquinho. A vítima tinha 7 anos de idade. Segundo a Prefeitura, o menino estava com a turma realizando atividades na quadra de esportes quando se pendurou na trave, que tombou sobre ele. Relembre neste link. O outro foi em abril, em uma escola particular de Prudentópolis. Sofia Aparecida Iaciuk, de 3 anos, foi atingida pela trave após outras crianças se pendurarem no equipamento durante uma atividade recreativa na quadra. Socorristas passaram uma hora tentando reanimá-la, mas ela não resistiu. Relembre neste link. Sofia Aparecida Iaciuk e Heloise da Silva Cruz tinham 3 anos de idade Reprodução Leia também: Desmatamento ilegal: Fazendeiro é multado em R$ 84 mil por destruir floresta nativa para abrir espaço para plantação Veja vídeo: Fisioterapeuta surpreende paciente idoso com carneirinhos de presente em aniversário de 93 anos: 'Ele falava muito que queria' Corrupção: 42 policiais do PR são afastados por esquemas de cobrança de propina em rodovias que ofereciam wi-fi de batalhão para pagamento por pix Situação aconteceu em campo comunitário de futebol, em Imbaú Google Street View Anos anteriores Pelo menos outros quatro casos foram registrados no estado nos últimos cinco anos. Em novembro de 2025 Eliedson Maciel dos Santos, de 12 anos, estava em um treino de futsal em Ibema (oeste) quando, segundo a prefeitura, se pendurou na trave e ela caiu sobre ele. Em julho de 2025 Alan José Rodrigues, de 13 anos, morreu após ser atingido na cabeça por uma trave de futebol enquanto jogava bola em uma aldeia indígena de Chopinzinho (sudoeste). Em dezembro de 2024 Sofia Barbosa Bonetti, de 6 anos, morreu após ser atingida por uma trave de futebol enquanto brincava com o próprio irmão na zona rural de Realeza (sudoeste). Em outubro de 2022, Kauan Felipe Teixeira, de 14 anos, morreu na própria festa de aniversário depois de ser atingido no tórax por uma trave enquanto brincava em um campo de futebol em Ponta Grossa (Campos Gerais). Caso mais recente Heloise da Silva Cruz tinha 3 anos de idade Cedida pela família Segundo a Polícia Civil, neste caso mais recente, de Imbaú, a trave do campo de futebol tombou sobre a região abdominal da criança. A corporação está investigando o caso e afirma que testemunhas serão ouvidas para auxiliar na apuração de eventuais responsabilizações. O caso aconteceu no espaço conhecido como Campo do Bonifácio, durante um evento da comunidade local. Heloíse da Silva Cruz foi sepultada na tarde desta segunda-feira (12), no Cemitério São José. Em nota, a Prefeitura Municipal de Imbaú manifestou pesar pelo falecimento da criança e cancelou a festa de Dia das Crianças que realizaria na segunda-feira (12), em que é celebrado o feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do país. "Em respeito a este momento de luto e tristeza que atinge nossa comunidade, entendemos que este não é o momento adequado para a realização da festividade. A nova data será divulgada oportunamente por meio dos canais oficiais da Prefeitura. Agradecemos a compreensão de toda a população e nos solidarizamos com os familiares e amigos, desejando força e conforto a todos neste momento de dor". Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias em g1 Paraná

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NICO netball cup aims to develop future Malawi stars

NICO Holdings says its flagship One NICO Top 12 Netball Cup is on a mission to unearth Malawi’s next generation of stars, with hopes of discovering future talents. The financial services giant says the competition is doing more than handing out prize money. It is being used to empower young girls, nurture grassroots talent and […] The post NICO netball cup aims to develop future Malawi stars appeared first on Malawi News | Breaking News, Politics, Business & Sports | Nyasa Times .

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