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Sábado com chuva e vento forte em Gaza, Inhambane, Manica e Sofala; 31º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê a ocorrência de chuvas fortes a muito fortes (que podem superar 100 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas e ventos com rajadas fortes até 70 km/h, a partir do final do dia de sábado (16) nos
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Sábado com chuva e vento forte em Gaza, Inhambane, Manica e Sofala; 31º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê a ocorrência de chuvas fortes a muito fortes (que podem superar 100 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas e ventos com rajadas fortes até 70 km/h, a partir do final do dia de sábado (16) nos distritos de Homoine, Jangamo, Morrumbene, Massinga, Funhalouro, Vilankulo, Inhassoro, Mabote, Govuro e Cidades de Maxixe e Inhambane (na Província de Inhambane); nos distritos de Massingir, Mapai, Mabalane, Chicualacuala, Massangena e Chigubo (na Província de Gaza); nos distritos de Machaze, Mossurize, Sussundenga, Gondola, Vanduzi, Macate e cidade Chimoio (na Província de Manica); e também nos distritos de Machanga, Chibabava, Buzi, Nhamatanda, Dondo, Muanza e cidade da Beira (na Província de Sofala). Entretanto durante o dia o INAM prevê nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Chuvas fracas a moderadas acompanhadas por vezes de trovoadas. Vento de noroeste a nordeste fraco a moderado. Nas províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala está previsto céu nublado localmente muito nublado. Ocorrência de aguaceiros acompanhados por vezes de trovoadas e chuvas fracas a moderadas, sendo fortes a sul das províncias de Manica e Sofala. Vento de noroeste nordeste fraco a moderado rodando para sueste, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Inhambane, Gaza e Maputo o INAM prevê céu muito nublado. Ocorrência de aguaceiros acompanhados por vezes de trovoadas e chuvas fracas a moderadas localmente fortes. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Máx ºC MínºC Maputo 31 23 Xai-Xai 29 24 Inhambane 29 24 Vilankulo 28 23 Beira 30 25 Chimoio 28 20 Tete 33 23 Quelimane 36 26 Nampula 35 24 Pemba 32 25 Lichinga 28 17      

Pesquisa diz que as mulheres podem apaziguar o Governo e a Renamo, mas são excluídas

As mulheres, sobretudo as que não estão poleiro, entendem que o discurso de emancipação e inclusão é apenas um chavão político e de boas intenções. Na prática, elas continuam violentadas, subjugadas, sem espaço nos órgãos de tomada de decisão
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Pesquisa diz que as mulheres podem apaziguar o Governo e a Renamo, mas são excluídas

As mulheres, sobretudo as que não estão poleiro, entendem que o discurso de emancipação e inclusão é apenas um chavão político e de boas intenções. Na prática, elas continuam violentadas, subjugadas, sem espaço nos órgãos de tomada de decisão e são deliberadamente excluídas do processo de reconciliação nacional para a almejada paz efectiva, pese embora acreditem que podem desobstruir as negociações entre o Governo e a Renamo. Um relatório intitulado “Impacto do Conflito Armado na Vida das Mulheres e Raparigas em Moçambique”, tornado público na terça-feira (12), em Maputo, diz que nas últimas décadas, a percepção de que as mulheres podem ter um contributo significativo nos processos de reconciliação nacional cresceu, o discurso de emancipação ajudou-lhes a serem mais activas e a lutarem pela sua sobrevivência, mas ainda não está ser possível “quebrar a estrutura patriarcal que governa a sociedade moçambicana”. “De um modo geral, a sociedade moçambicana não reserva os mesmos direitos para homens e mulheres”. O documento indica que, apesar dos discursos emancipatórios actuais, nem tudo está bem pois, a tradição e as práticas culturais também representam obstáculos desafiadores à inclusão das mulheres nos processos de paz e reconciliação ou na governança do pós-guerra”. Houve avanços no fortalecimento do papel da mulher na esfera pública e política no país. “Porém, tais avanços ainda são incipientes já que as mesmas ainda não têm voz nos órgãos de tomada de decisão. Até hoje a mulher ainda reivindica por espaço”. Um olhar pelo mundo permite concluir que o papel que as mulheres desempenham nos processos de reconciliação pós-conflito depende muito do papel que elas desempenham na sociedade em questão. Mas em Moçambique, onde “as negociações de paz são realizadas entre os homens, porque são eles que ocupam postos ou cargos militares e políticos, ignora-se que as mulheres podem influenciar o comportamento das partes em conflito. Elas podem mais facilmente concentrar-se em resolver as diferenças do que em prolongá-las em posições irreconciliáveis”. A exclusão desta classe nas negociações para a pacificação do país não é de hoje: na década de 90 e no recente acordo de cessação de hostilidades entre as autoridades governamentais e a guerrilha da Renamo, a participação das mulheres foi insignificante em todos os âmbitos (…). Isso “demonstra uma contínua marginalização do papel da mulher na solução dos conflitos e na sistemática ignorância relativamente às vitimas do conflito”. Na pesquisa a que nos referimos, uma das entrevistadas narrou: “Não fomos consultadas porque acham que as mulheres são incapazes. Na verdade, os homens são egoístas. No actual processo de paz só participam homens. Os homens ainda não dão valor às mulheres. Eles têm medo das mulheres”. Ela concluiu que as mulheres são culpadas, pois não reclamam nem exigem os seus direitos. “A ausência das mulheres se deve à fraqueza da própria mulher que não sabe fazer-se ouvir nem se impor”. Segundo o documento, uma das maneiras pelas quais as mulheres se podem engajar no activismo pela paz é no nível local das suas comunidades. “As mulheres podem pressionar seus maridos ou filhos para buscar soluções mais pacíficas para o conflito. Muitas organizações de mulheres também promovem a educação para a paz. As mulheres, bem como organizações de mulheres, adoptam uma variedade de estratégias para reduzir o medo e a incerteza após o conflito e promover um ambiente de confiança e colaboração”, diz. O estudo que temos vindo a citar é da autoria de Advogados Sem Fronteiras Canadá (ASFC), em parceria com Associação Mulher, Lei e Desenvolvimento (MULEIDE) e o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CEEI/ISRI). O mesmo foi realizado nas províncias de Nampula, Zambézia, Sofala e Gaza, totalizando 16 distritos. O mesmo envolveu 245 vítimas diretas e indiretas do conflito.

Eleições gerais de 2019 em Moçambique custam mais do que o dobro dos 6. ...

As eleições gerais marcadas para 15 de Outubro deste ano custam 14.6 biliões de meticais e não 6.5 biliões de meticais já inscritos no Orçamento do Estado para 2019, pelo Governo moçambicano. A garantia foi dada esta quinta-feira (14), pela Comissão
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Eleições gerais de 2019 em Moçambique custam mais do que o dobro dos 6. ...

As eleições gerais marcadas para 15 de Outubro deste ano custam 14.6 biliões de meticais e não 6.5 biliões de meticais já inscritos no Orçamento do Estado para 2019, pelo Governo moçambicano. A garantia foi dada esta quinta-feira (14), pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), que avançou estar a enfrentar um défice de cerca de 60 por cento e espera ter o habitual apoio externo. No dia 11 de Setembro de 2018, o porta-voz da 29a. Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, Augusto Fernando, disse à imprensa que as eleições gerais de 2019 estavam orçadas em 6.6 biliões de meticais, dos quais foram avalizados 6.5 biliões de meticais que constam do Orçamento do Estado. No dia 23 de Janeiro passado, o Presidente da República, Filipe Nyusi, foi lacónico ao afirmar que os moçambicanos “esperam o apoio de todos os parceiros para o sucesso” do escrutínio em alusão. O Chefe do Estado não foi suficientemente explícito em relação ao tipo de ajuda que o país precisa, mas sabe-se que Moçambique sempre realizou eleições com apoio financeiro e material de parceiros internacionais. Neste contexto, o porta-voz da CNE, Paulo Cuinica, esclareceu a jornalistas que os 6.5 biliões de meticais representam apenas 44,43 por cento do planificado para a materialização de todo o processo eleitoral. Os 55,57 por cento em falta serão “cobertos pelos financiadores externos. O Governo está, neste momento”, a lidar com o assunto. Paulo Cuinica assegurou que, dos 14.6 biliões necessários, o Executivo “já desembolsou todos os 6.5 biliões de meticais”. Contudo, este valor “continua a quem das necessidades e só cobre a primeira fase” das actividades eleitorais, tais como “a produção de materiais, o fornecimento de equipamentos, a formação de agentes que vão possibilitar a realização do recenseamento eleitoral”. Num outro desenvolvimento, o porta-voz da CNE disse que o órgão já está a trabalhar para as “gerais de 2019”. Entre outras inovações, pela primira vez, os governadores provinciais serão eleitos e não nomeados pelo Presidente da República. Está por concluir a instalação e entrada em funcionamento pleno das 103 comissões distritais de eleições (CDE´s) e secretariados técnicos de administração eleitoral (STAEs) nos distritos sem autarquias. Por razões relacionadas com o programa da CNE e “exiguidade de recursos” apenas alguns distritos já receberam formação, faltando por cobrir a maioria”, disse Cuinica. O recenseamento eleitoral de raiz para as eleições gerais decorrerá de 01 de Abril a 15 de Maio próximos, nos distritos sem autarquias locais. De 16 de Abril a 15 de Maio, haverá actualização do mesmo processo nos distritos municipais e, simultaneamente, no estrangeiro.

Dívida Pública Interna ultrapassou 26,7 por cento do Produto Interno Bruto e continua aumentar

A Dívida Pública Interna, que em 2017 ultrapassou os 26 por cento do Produto Interno Bruto, continua a aumentar, entre Dezembro de 2018 e Janeiro de 2019 cresceu em mais 509 milhões de meticais de acordo com o Banco de Moçambique (BM). “Informação
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Dívida Pública Interna ultrapassou 26,7 por cento do Produto Interno Bruto e continua aumentar

A Dívida Pública Interna, que em 2017 ultrapassou os 26 por cento do Produto Interno Bruto, continua a aumentar, entre Dezembro de 2018 e Janeiro de 2019 cresceu em mais 509 milhões de meticais de acordo com o Banco de Moçambique (BM). “Informação de Janeiro mostra que o fluxo da dívida pública interna contraída com recurso a Bilhetes do Tesouro, Obrigações do Tesouro e adiantamentos do Banco de Moçambique aumentou, desde o último CPMO, em 509 milhões de meticais, passando o saldo para 112.525 milhões de meticais” indica o comunicado de imprensa da primeira sessão do Comité de Política Monetária do banco central. O @Verdade apurou que o aumento foi de Obrigações de Tesouro, no montante de 601 milhões de meticais, que foi contrabalançado pela redução da utilização de Bilhetes do Tesouro na ordem de 92 milhões de meticais, o que colocou o stock da Dívida Pública Interna nos 12,4 por cento do Produto Interno Bruto. No entanto o BM já deixou claro que estes montantes da Dívida Pública Interna que monitora não tomam em consideração outros valores “tais como contratos mútuos e de locação financeira, assim como responsabilidades em mora”. Porém o @Verdade descortinou, no Cenário Fiscal do Médio Prazo 2019-2021, que o Ministério da Economia e Finanças, contabilizando os títulos do Tesouro, os adiantamentos do BM e algum do endividamento das Empresas Públicas colocou o stock da Dívida Pública Interna, em 2017, em 26,7 por cento do Produto Interno Bruto. À falta de informação oficial é plausível projectar que adicionando o endividamento de 2018 o stock poderá estar próximo dos 30 por cento do Produto Interno Bruto. Aliás o Executivo projectou que os encargos só da Dívida Pública Interna em 2018 atingissem os 20,3 biliões de meticais e continuarão a aumentar para 24,9 biliões em 2019 e poderão ascender aos 26,8 biliões de meticais em 2020.

@Verdade Editorial: Não será essa uma peça de teatro mal encenada?

Depois de anos a fingir que nada está a acontecer, a Procuradoria-Geral da República (PGR), qual uma virgem pudica, decidiu encenar uma peça na vã tentativa de lavar a sua imagem. A PGR quer convencer aos moçambicanos que sempre estive preocupado (e ando
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@Verdade Editorial: Não será essa uma peça de teatro mal encenada?

Depois de anos a fingir que nada está a acontecer, a Procuradoria-Geral da República (PGR), qual uma virgem pudica, decidiu encenar uma peça na vã tentativa de lavar a sua imagem. A PGR quer convencer aos moçambicanos que sempre estive preocupado (e andou a investigar) com o caso das dívidas contraídas de forma ilegal pelo Governo da Frelimo. Subitamente, começaram a correr informações sobre as detenções de algumas figuras envolvidas numa das maiores roubalheiras de todos os tempos. O primeiro nome que começou a soar é a de Teófilo Nhangumule e, mais tarde, ficamos a saber da prisão de Gregório Leão, António de Rosário e assim por diante. Os moçambicanos menos atentos e sem nenhuma emoção crítica devem ter achado a iniciativa do Ministério Público louvável, quando, na verdade, se trata de uma tentativa de distrair os moçambicanos dos reais problemas do país, sobretudo num ano eleitoral. Na verdade, as pseudo-detenções públicas levadas a cabo esta semana não passam de uma trapaça, um atestado de estupidez para os moçambicanos, um teatro mal encenado por um punhado de gente que vive na modorra física sustentado pelos contribuintes para fazer valer as leis. Sem sombras de dúvidas, o Ministério Público está a tentar proteger os indivíduos e deve ter consultado-os se queriam ou não ser presos e em quê condições isso deveria acontecer. Assistimos a PGR a encetar diligências junto das autoridades competentes da República da África do Sul e dos Estados Unidos da América para salvar Manuel Chang, antigo ministro das Finanças que assinou Garantias bancárias violando a Constituição da República de Moçambique, de um julgamento por fraude electrónica, fraude de valores mobiliários, suborno e branqueamento de capitais. Além disso, é de conhecimento de todos que a denúncia da PGR ao Tribunal Administrativo pode ter prescrito. Há sensivelmente quatro anos que se conhece os individuos envolvidos nas dívidas ilegais, mas a PGR fazia ouvidos moucos. Aliás, a PGR que deveria defender os interesses do Estado moçambicano, que tem sido defraudado impiedosamente todos os dias, tem estado do lado dos gatunos. A título de exemplo, assim que o antigo ministro das Finaças foi preso, a PGR acordou do coma profundo em que se encontrava a vegetar, e apresentou uma suposta lista de arguidos no caso. Portanto, é no mínimo estranho essas detenções.

Governo sem vontade política para recuperar 6 biliões de meticais distribuídos como Fundo de ...

Criado em 2006 com o objectivo de reduzir a pobreza o Fundo de Desenvolvimento Distrital (FDD), que valeu ao seu criador um inédito Doutoramento Honoris Causa em Economia, tornou-se num dreno de dinheiros públicos para alavancar o partido Frelimo nas zonas
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Governo sem vontade política para recuperar 6 biliões de meticais distribuídos como Fundo de ...

Criado em 2006 com o objectivo de reduzir a pobreza o Fundo de Desenvolvimento Distrital (FDD), que valeu ao seu criador um inédito Doutoramento Honoris Causa em Economia, tornou-se num dreno de dinheiros públicos para alavancar o partido Frelimo nas zonas rurais e por isso os sucessivos governos não têm criado os necessários mecanismos para o seu reembolso. Entre 2012 e 2017 mais de 6 biliões de meticais foram desembolsados e “a solicitação dos reembolsos é feita por via de sensibilização oral, o que propicia que não haja efectivação dos reembolsos”. Concebido no início da presidência de Armando Guebuza este fundo, que ficou popularmente conhecido por “7 milhões”, foi definido pelo seu mentor de “visionário” pois pela primeira vez se materializava o modelo de desenvolvimento económico local assente no empoderamento dos actores locais como agentes activos do desenvolvimento, consubstanciando a descentralização e numa efectiva distribuição da riqueza nacional. “(...)Os 7 milhões são direccionados aos nossos compatriotas pobres que através do reembolso permitem que outros pobres tenham acesso a estes recursos e, ao mesmo tempo, aumentem a capacidade de empréstimo a mais pobres. São recursos que contribuem para elevar a sua auto-estima e para combater a prática da mão estendida. Por isso, seria demagógico partilhar da opinião de que os mutuários não devem devolver o empréstimo. Eles devem-no aos seus pares, também pobres, que querem libertar-se da pobreza” afirmou na altura o então Chefe de Estado. No entanto logo nos primeiros anos tornaram-se evidentes as deficiências e lacunas da governação local, traduzidas no nepotismo e numa gestão que dava primazia pelos membros do partido Frelimo na atribuição do FDD o que culminou com o fraco reembolso desde o início. “No período de 2012 a 2017, no âmbito do Fundo de Desenvolvimento Distrital, foram despendidos 6.531.224.550,00 meticais, para o financiamento de 89.754 projectos de Geração de Rendimento, Emprego e Produção de Alimentos, dos quais foi reembolsado, apenas, o valor de 741.824.020,00 meticais, equivalente a 11,4 por cento” constatou o Tribunal Administrativo (TA) no seu Relatório sobre a Conta Geral de 2017. Distritos também desviam FDD para despesas de funcionamento e construção Contribuíram para este nível de reembolso, de acordo com o TA, o deficiente estudo de viabilidade económica, social e ambiental dos projectos submetidos para aprovação; a falta de documentos que fazem parte dos requisitos para o financiamento nos processos dos contratos celebrados; a existência de contratos assinados sem a indicação da data de assinatura, relevante para a contagem do tempo de reembolso; não foram definidas as taxas de juros aplicadas nos empréstimos concedidos; falta de condições financeiras e materiais para o funcionamento das Comissões a nível das localidades; a solicitação dos reembolsos é feita por via de sensibilização oral, o que propicia que não haja efectivação dos reembolsos pretendidos; falta de acompanhamento e monitoria do processo de implementação dos projectos; não foram apresentadas evidências de terem sidos levantados mecanismos legais contra os mutuários. Devido aos parcos reembolsos o 1.045.498,00 mil meticais alocado em 2017ao FDD só permitiu executar 416.107,00 mil meticais devido a indisponibilidade de fundos em tesouraria. Além disso o Tribunal que fiscaliza as contas do Estado apurou que os distritos desviaram grande parte do Fundo de Desenvolvimento para despesas de funcionamento, na construção de infra-estruturas públicas e até na compra de consumíveis de escritório e alimentos deixando os pobres tal como estavam antes da chegada dos “7 milhões”.

Continuação de chuva nesta 6ª feira em Moçambique; 28º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê a continuação de ocorrência de chuvas ou aguaceiros moderados a fortes (30 à 50 milímetros em 24h), acompanhadas de trovoadas severas, nas províncias de Gaza, Inhambane, Manica, Sofala e Tete. As chuva
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Continuação de chuva nesta 6ª feira em Moçambique; 28º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê a continuação de ocorrência de chuvas ou aguaceiros moderados a fortes (30 à 50 milímetros em 24h), acompanhadas de trovoadas severas, nas províncias de Gaza, Inhambane, Manica, Sofala e Tete. As chuvas poderão ocorrer com maior incidência nos Distritos de Chicualacuala, Chigubo, Massangena, Mabote, Funharouro, Machaze, Mossorize, Sussundenga, Macate, Gondola, Vanduzi, Barue, Dondo, Nhamatanda, Gorrongoza, Muandza, e cidades da Beira e Chimoio, onde a precipitação poderá estar acima de 50 milímetros em 24 horas. Os Centros de monitoramento dos Ciclones Tropicais ainda prevêem a evolução do sistema de Baixa Pressão, podendo atingir o estágio de depressão Tropical no domingo (17), contudo a partir das primeiras horas de sábado (16) as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica e Sofala poderão registar chuvas intensas (mais de 100 milímetros em 24h), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas fortes (mais de 70 Quilómetros por hora) devido a intensificação deste fenómeno. Entretanto para esta sexta-feira o INAM prevê nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente nublado com períodos de aguaceiros fracos e chuvas ocasionais acompanhados de trovoadas. Vento de noroeste a leste, fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu muito nublado. Aguaceiros fortes com trovoadas no sul de Manica e Sofala, sendo fracos a moderados e chuvas acompanhados de trovoadas no resto da região. Vento de noroeste a nordeste, fraco a moderado, rajadas ao longo da faixa costeira. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu muito nublado. Ocorrência de aguaceiros e chuvas acompanhados de trovoadas, em regimes moderado e forte no interior de Gaza e Inhambane, sendo fracos em Maputo e ao longo da faixa costeira. Vento de sueste a nordeste, fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 28 22 Xai-Xai 28 23 Inhambane 28 23 Vilankulo 28 24 Beira 30 25 Chimoio 28 15 Tete 37 24 Quelimane 34 25 Nampula 34 26 Pemba 34 26 Lichinga 27 16      

FMI “pode dizer claramente ao Credit Suisse que não pode lavar as mãos como fez Pilatos”

A Sociedade Civil moçambicana pretende que o Fundo Monetário Internacional (FMI) diga “claramente ao Credit Suisse que não pode lavar as mãos como fez Pilatos, dizer que foram uns funcionários que fizeram e o banco não sabia” de acordo com Adriano N
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FMI “pode dizer claramente ao Credit Suisse que não pode lavar as mãos como fez Pilatos”

A Sociedade Civil moçambicana pretende que o Fundo Monetário Internacional (FMI) diga “claramente ao Credit Suisse que não pode lavar as mãos como fez Pilatos, dizer que foram uns funcionários que fizeram e o banco não sabia” de acordo com Adriano Nuvunga a Justiça norte-americana trouxe novos elementos ao caso das dívidas ilegais “a parte dívida ilegal foi a concretização de uma fraude, portanto muda de figura por completo e há regras internacionais”. Diante das revelações da Justiça norte-americana que a contratação dos empréstimos de mais de 2 biliões de dólares norte-americanos foi apenas uma justificação para uma gigantesca fraude que beneficiou banqueiros, membros do Governo moçambicano e do partido Frelimo o Fórum de Monitoria do Orçamento (FMO) escreveu, dentre cinco missivas para instituições internacionais, ao FMI para dizer “que há novos elementos”. “O elemento novo mais importante é que afinal isto não foi uma dívida ilegal, a parte dívida ilegal foi a concretização de uma fraude, portanto muda de figura por completo e há regras internacionais como a FCPA (sigla em inglês da Foreign Corrupt Practices Act , ou Lei de Práticas de Corrupção no Exterior dos Estado Unidos da América)” explicou Adriano Nuvunga ao @Verdade. O representante do FMO declarou ainda que: “Há duas coisas importantes que o Fundo Monetário pode fazer, uma em relação ao sistema financeiro mundial afinal é na verdade o boss da banca internacional que muita dela é bandida e pode dizer claramente ao Credit Suisse que não pode lavar as mãos como fez Pilatos, dizer que foram uns funcionários que fizeram e o banco não sabia, houve claramente violação de processos internos do banco e tem que se responsabilizar”. O @Verdade revelou que grande parte das provas que a acusação norte-americana tem e levou a acusação e pedidos de detenção de Manuel Chang, António Carlos do Rosário, Maria Isaltina Lucas, de três antigos funcionários do banco financiador da Proindicus e EMATUM e ainda de um ex-executivo do grupo Privinvest foram conseguidas através do banco Credit Suisse, o principal financiador, que pretende sair incólume de toda a fraude e deixar a responsabilidade pelo pagamento das dívidas para o povo moçambicano. Adriano Nuvunga chamou ainda atenção para o facto de “nós estamos a falar sobre uma coisa que aconteceu mas o Governo de Nyusi está em actividade desde 2015, como é que nós sabemos que neste período não estão a cometer-se coisas idênticas, para que não aconteça de novo precisamos do Fundo Monetário Internacional. Chang e Guebuza só conseguiram fazer este calote porque o pacote de reforma que o Fundo Monetário pensava que era bom não foi suficiente, porque se fizeram reformas sem partir muito bem os ovos”. Nuvunga concluiu declarando que Moçambique precisa “de um pacote de reformas compreensivo para que não volte mais a acontecer, enquanto há o accountability em torno deste problema”. Recorde-se que o FMI deixou a impressão de haver mudado a sua atitude para com o Governo de Moçambique após as missões que aconteceram em 2018. Aliás a última Missão da instituição financeira multilateral que visitou o nosso país em Novembro último já não referiu as lacunas que antes indicava existirem na auditoria da Kroll e até acolheu “com agrado os esforços contínuos da Procuradoria-Geral da República, em cooperação com os parceiros de desenvolvimento, para trazer responsabilização relativamente à questão das dívidas anteriormente ocultas”. Além disso o Representante do Fundo Monetário Internacional em Moçambique revelou ao @Verdade que o Conselho de Administração da instituição já havia reavaliado o misreporting relativamente ao cenário macroeconómico que surgiu após a descoberta das dívidas das empresas Proindicus e MAM e culminou com a suspensão do seu Programa Financeiro em Abril de 2016.

Sociedade Civil demanda a instituições internacionais pelo não pagamento das dívidas ...

Em cartas assinadas por Graça Machel e enviadas para o Credit Suisse, ao Banco norueguês de investimentos, a Agência de combate à corrupção do Reino Unido, ao órgão regulador financeiro do Reino Unido e ao Fundo Monetário Internacional, a sociedade c
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Sociedade Civil demanda a instituições internacionais pelo não pagamento das dívidas ...

Em cartas assinadas por Graça Machel e enviadas para o Credit Suisse, ao Banco norueguês de investimentos, a Agência de combate à corrupção do Reino Unido, ao órgão regulador financeiro do Reino Unido e ao Fundo Monetário Internacional, a sociedade civil moçambicana advoga o não pagamento dos empréstimos ilegais das empresas Proindicus, EMATUM e MAM pelo povo moçambicano. Porém o Fórum de Monitoria do Orçamento (FMO) não exigiu o repúdio dessas dívidas ao partido Frelimo e ao Presidente Filipe Nyusi. “A minha experiência com o Presidente da República é uma pessoa que não responde as coisas que a sociedade lhe coloca”, clarificou Adriano Nuvunga o @Verdade. No seguimento dos novos dados revelados pela acusação da Justiça norte-americana sobre a fraude que foi orquestrada e culminou com os empréstimos de mais de 2 biliões de dólares norte-americanos o FMO, instituição que aglutina 21 Organizações da Sociedade Civil nacional, demandou do banco suíço onde os empréstimos foram inicialmente negociados que “declare que o povo moçambicano não deve pagar um único centavo destas dívidas, a recuperação do dinheiro deve acontecer junto das empresas e indivíduos que beneficiaram deste caos.” “Não é apenas sobre os biliões de dólares, mas sobre milhões de moçambicanos que foram empurrados para a pobreza extrema, cidadãos que morrem por falta de medicamentos nos hospitais, milhões de alunos que não tem acesso a livros e educação de qualidade como resultado da corrupção, das ilegalidades e das acções fraudulentas envolvendo alguns dos vossos funcionários”, pode-se ler ainda na missiva endereçada ao Credit Suisse. Ao Banco norueguês de investimentos, accionista do banco suíço através do seu Fundo de Pensões, as Organizações da Sociedade Civil moçambicana apelam ao seu compromisso de “fazer as coisas bem” responsabilizando a Administração do Credit Suisse pela sua conduta nas dívidas ilegais e recomendem o cancelamento das mesmas. Membro do Comité Central do partido Frelimo é uma das signatária das cartas Noutra missiva, endereçada a Agência de combate à corrupção do Reino Unido, o Fórum de Monitoria do Orçamento solicita o ponto de situação da investigação levada à cabo pela instituição aos bancos que emprestaram os 2 biliões de dólares e pede explicação sobre que medidas correctivas serão levadas à cabo para garantir ao povo moçambicano o compromisso da agência em fazer cumprir a lei britânica. O FMO manifestou ainda a sua preocupação ao órgão regulador financeiro do Reino Unido que desistiu da investigação criminal à conduta dos bancos Credit Suisse e russo VTB e demandou que a instituição realize uma investigação completa aos bancos assim como aos banqueiros responsáveis pelos empréstimos ilegais. A sociedade civil moçambicana escreveu ainda ao Fundo Monetário Internacional reiterando a posição anteriormente apresentada que o povo não deve pagar as dívidas ilegais e pediu uma retoma “assim que possível” das negociações normais e do apoio financeiro a Moçambique. As cinco cartas, datadas de 25 de Janeiro, estão assinadas, em representação da Sociedade Civil, por Paula Monjane do Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil, Eufriginia dos Reis do Grupo Moçambicano da Dívida, Denise Namburete da N´weti e ainda por Graça Machel da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade, mas que é viúva do antigo presidente do partido Frelimo e primeiro Chefe de Estado moçambicano assim como pertence ao decisório Comité Central da formação política que governa o país desde 1975. Responsabilização política ao partido Frelimo pode acontecer nas Gerais deste ano Tendo em conta que membros dos partido Frelimo foram actores principais na contratação das dívidas ilegais, beneficiaram-se dos biliões de dólares e criaram condições para que o povo pague aos bancos e aos investidores o @Verdade questionou ao FMO porque razão não dirigiram cartas também a formação política que governa o país desde 1975, ao actual Presidente da República e a Assembleia da República. “A essas entidades não é preciso faz uma carta, essas entidades são as que governam o país neste momento, são as entidades que não estão a pagar aos professores, não estão a conseguir pôr o transporte público por causa dessas dívidas, o mais lógico seria essas entidades tomarem a iniciativa. Mas o que nós assistimos são essas entidades que continuamente tem estado a empurrar um problema para frente, por um lado, mas até um passado muito recente diziam que esse problema não existia. Essas entidades na verdade são parte do problema”, explicou Adriano Nuvunga. O representante do Fórum de Monitoria do Orçamento acrescentou que “em relação ao partido Frelimo, e tratando-se de um ano de eleições, eles tinham que resolver o mais rapidamente este problema porque a responsabilização política sobre as acções que eles tomam pode acontecer”, em alusão as Gerais de 15 de Outubro próximo. “A entidade junto a qual tem que se buscar uma solução legal deste problema, porque estamos em democracia, é o Conselho Constitucional”, concluiu Nuvunga. No entanto é preciso recordar que há quase dois anos o FMO submeteu ao órgão de soberania um pedido de anulação das dívidas das empresas Proindicus, EMATUM e MAM que até hoje não obteve resposta. No início deste mês a Sociedade Civil submeteu uma nova petição ao Conselho Constitucional com o mesmo propósito.

Ataque suicida mata 27 membros da Guarda Revolucionária do Irão

Um homem-bomba matou pelo menos 27 membros da Guarda Revolucionária, força de elite do Irão, na quarta-feira, informou a agência de notícias Tasnim, no sudeste do país, numa região onde as forças de segurança enfrentam ataques de militantes sunitas.
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Ataque suicida mata 27 membros da Guarda Revolucionária do Irão

Um homem-bomba matou pelo menos 27 membros da Guarda Revolucionária, força de elite do Irão, na quarta-feira, informou a agência de notícias Tasnim, no sudeste do país, numa região onde as forças de segurança enfrentam ataques de militantes sunitas. O grupo sunita Jaish al Adl (Braço da Justiça) reivindicou a responsabilidade pelo ataque, informou a Fars. Um carro-bomba atingiu um autocarro que transportava membros da Guarda, afirmou a força em um comunicado. O ataque aconteceu na estrada entre as cidades de Zahedan e Khash, uma área volátil perto da fronteira com o Paquistão, onde grupos militantes e traficantes de drogas freqüentemente operam. Um vídeo postado pela Fars mostrou sangue e entulho na estrada no local do ataque.

Polícia encontra quatro mortos em aparente suicídio coletivo no centro do Japão

As autoridades japonesas encontraram esta quarta-feira os corpos de três homens e uma mulher dentro de uma tenda numa área montanhosa da cidade de Kofu, no centro do Japão, num aparente suicídio colectivo. A polícia local recebeu uma chamada do escrit
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Polícia encontra quatro mortos em aparente suicídio coletivo no centro do Japão

As autoridades japonesas encontraram esta quarta-feira os corpos de três homens e uma mulher dentro de uma tenda numa área montanhosa da cidade de Kofu, no centro do Japão, num aparente suicídio colectivo. A polícia local recebeu uma chamada do escritório encarregado de gerir uma barragem do rio Arakawa a alertar sobre a morte de pessoas no interior da tenda, segundo os detalhes divulgados pela emissora pública japonesa NHK. Os mortos foram encontrados à volta de uma briquete que tinha sido acesa e a polícia acredita que se trata de um caso de suicídio colectivo, pois não se encontrados ferimentos externos em nenhum deles. As autoridades encontraram noutra tenda os pertences dos mortos, com idades compreendidas entre 20 e 50 anos, e oriundos da ilha de Hokkaido e de Honshu. A polícia acredita que os mortos chegaram até ao local num único carro de aluguer na terça-feira, quando os funcionários da barragem viram várias pessoas a montar as tendas. Segundo a Agência Nacional de Polícia, em 2018 houve no Japão 20.598 suicídios, 16,3 por cada 100 mil japoneses, o número mais baixo desde que os dados começaram a ser registados em 1978, embora continue a ser um dos maiores entre os países desenvolvidos.

Tumulto após comício de presidente nigeriano deixa pelo menos 14 mortos

Pelo menos 14 pessoas morreram e outras oito ficaram feridas, na terça-feira, durante um tumulto após um comício de campanha do presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, que busca a reeleição no próximo sábado. Funcionários do Hospital Universitár
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Tumulto após comício de presidente nigeriano deixa pelo menos 14 mortos

Pelo menos 14 pessoas morreram e outras oito ficaram feridas, na terça-feira, durante um tumulto após um comício de campanha do presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, que busca a reeleição no próximo sábado. Funcionários do Hospital Universitário de Port Harcourt (UPTH), cidade onde aconteceu a tragédia, confirmaram as 14 mortes que aconteceram depois que a multidão se amontoasse na saída do estádio Adokiye Amiesimaka, após um comício do Congresso de Todos os Progressistas (APC, sigla em inglês). «Posso confirmar a morte de 14 pessoas até o momento. Inicialmente eram seis, mas os números mudaram à medida que os feridos foram trazidos e examinados. Há outros sob atendimento médico na Unidade de Emergências», declarou o chefe de relações públicas do hospital, Kem Daniel-Elebiga. O número de feridos é de pelo menos oito pessoas, a maioria pisoteada por outros presentes ao evento, depois que simpatizantes do APC foram obrigados a deixar o local após o discurso de Buhari. O presidente «acaba de ser informado da trágica morte de vários membros de seu partido durante um comício presidencial em Port Harcourt, no estado de Rivers», lamentou a Presidência, através de um comunicado. As eleições do próximo sábado no país mais populoso da África concorrem, além de Muhammadu Buhari e outros 71 candidatos, o ex-vice-presidente Atiku Abubakar, candidato da oposição pelo Partido Democrático Popular (PDP).

Incêndio em hotel na Índia mata 17 pessoas

Um incêndio atingiu um hotel em Nova Délhi nesta terça-feira matando 17 pessoas, disseram autoridades na capital indiana, levantando novas questões sobre os padrões de segurança em hotéis de baixo custo pouco regulados. Operações frequentes de aut
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Incêndio em hotel na Índia mata 17 pessoas

Um incêndio atingiu um hotel em Nova Délhi nesta terça-feira matando 17 pessoas, disseram autoridades na capital indiana, levantando novas questões sobre os padrões de segurança em hotéis de baixo custo pouco regulados. Operações frequentes de autoridades civis para fazer cumprir códigos de edificação, medidas de segurança contra incêndio e procedimento de retirada de pessoas fracassaram em restringir as violações em uma cidade de mais de 18 milhões de pessoas que se expande rapidamente. “Dezessete pessoas não existem mais, eles morreram asfixiados, não pelo incêndio”, disse o vice-chefe dos Bombeiros Virendra Singh, acrescentando que 35 pessoas foram resgatadas. A maioria das vítimas estava dormindo quando o incêndio começou, aparentemente por causa de um curto circuito, disse a mídia. Entre os mortos estão uma mulher e uma criança que tentaram escapar pulando de uma janela no quinto andar do hotel no distrito de Karol Bagh. Parte do hotel estava reservado para uma festa de casamento.

Oito crianças morrem por terríveis condições em campo de refugiados na Síria

A ONU descobriu que oito crianças sírios morreram em Janeiro no campo de refugiados de Rukban, situado em uma região desértica do sul da Síria perto da fronteira com a Jordânia e onde 40 mil pessoas sobrevivem em terríveis condições, sem a assistênc
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Oito crianças morrem por terríveis condições em campo de refugiados na Síria

A ONU descobriu que oito crianças sírios morreram em Janeiro no campo de refugiados de Rukban, situado em uma região desértica do sul da Síria perto da fronteira com a Jordânia e onde 40 mil pessoas sobrevivem em terríveis condições, sem a assistência de um só médico. Os menores morreram por causas relacionadas com o frio extremo desta época do ano e com as privações sofridas pelos habitantes do acampamento informal, que carecem de acesso aos serviços mais básicos, explicou nesta terça-feira a responsável de um comboio humanitário enviado pela ONU a Rukban, Corrine Fleisher. Numa teleconferência desde Rukban com jornalistas em Genebra, Fleisher disse que a distribuição da ajuda e outras tarefas continuam, após a chegada no último dia 6 do que se transformou no maior comboio humanitário que a ONU mobilizou na Síria desde o início do conflito armado em 2011. A morte dos menores é uma das evidências da desesperada situação no acampamento, onde a maioria é formada por mulheres e crianças, para os quais a comunidade humanitária pede «uma solução digna» que passa pela realocação ou pelo retorno aos seus locais de origem agora que o conflito armado reduziu intensidade, comentou Fleisher, representante do Programa Mundial de Alimentos na Síria. A atenção sanitária no acampamento é dada por enfermeiras, «muitas das quais carecem de formação» e atendem em condições «da Idade de Pedra», afirmou Fleisher. A responsável sustentou que a distribuição da ajuda - consistente em alimentos suficientes para um mês para cada família, assim como cobertores e roupa e artigos de higiene, entre outros - foi realizada até agora sem incidentes. Os 133 camiões que compõem o comboio estão estacionados a dez quilômetros do acampamento, mas a distribuição é realizada dentro do assentamento em uma operação na qual participam 300 presentes humanitários, grande parte deles voluntários do Crescente Vermelho síria. De forma simultânea, 10 mil crianças menores de cinco anos estão sendo vacinadas. O comboio é o segundo recebido pelos habitantes do acampamento de Rukban nos cerca de quatro anos que estão no local. Os trabalhadores humanitários deixarão o local uma vez que tenham concluído sua missão, disse Fleisher.

África ainda tem milhares de crianças-soldado

Dezenas de milhares de crianças são obrigadas a atuar como soldados em pelo menos sete países da África subsaariana, alertou nesta terça-feira a ONG Child Soldiers International no Dia Internacional Contra o Uso de Crianças-soldado. «Os contín
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África ainda tem milhares de crianças-soldado

Dezenas de milhares de crianças são obrigadas a atuar como soldados em pelo menos sete países da África subsaariana, alertou nesta terça-feira a ONG Child Soldiers International no Dia Internacional Contra o Uso de Crianças-soldado. «Os contínuos conflitos na Somália, no Sudão do Sul, na República Democrática do Congo, na República Centro-Africana e em outros países fazem com que as crianças estejam cada vez mais expostas ao recrutamento. Meninos e meninas são usados habitualmente como combatentes e em postos de controle, como informantes, saqueadores de aldeias ou escravos domésticos e sexuais», afirmou a ONG, que combate o uso de menores como soldados no mundo, em comunicado. O relatório mais recente da Organização das Nações Unidas sobre crianças e conflitos armados publicado em 2018 - com números de 2017 - aponta o uso de menores na função de soldado em países africanos como República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Mali, Somália, Sudão, Sudão do Sul e Nigéria. No nosso continente cresceu em 2017 o número de crianças recrutadas pelo Al-Shabaab (2.127) na Somália e pelo menos 203 foram usados como suicidas pelo grupo jihadista Boko Haram nos Camarões e na Nigéria no mesmo ano, de acordo com o relatório da ONU analisado pela Child Soldiers International. Já no Sudão do Sul, pelo menos 1.221 foram recrutadas em 2017, totalizando cerca de 19 mil menores participantes de um conflito que assola o país mais jovem da África desde o fim de 2013. Na República Centro-Africana foram verificados 14 mil recrutamentos desde que o conflito começou, há seis anos, até meados de 2018. Além disso, mais de 3 mil casos foram reportados na República Democrática do Congo em 2017, segundo o Unicef, para várias milícias ativas no nordeste do país, como a Bana Mura e a Kamuina Nsapu. Em números gerais, em 2012 a ONU contabilizou o recrutamento de 3.159 novas crianças em 12 países, enquanto em 2017 esse número chegou a 8.185 em 15 países, um aumento de 159%, conforme ressaltou a Child Soldiers International. No total, segundo a ONG, o número de recrutamentos com base nos relatórios publicados de 2013 a 2018 foi de 29.128 em 17 países, mas a metade dos casos ocorreu fora da África em nações como Síria, Iraque e Colômbia. «Estas estatísticas são impactantes e, provavelmente, só mostram a superfície da verdadeira escala da exploração infantil por parte de atores armados de todo o mundo. É fundamental o mundo não fazer vista grossa para este abuso contínuo e que os recursos locais e internacionais se ampliem e se combinem para enfrentar o problema de forma mais efetiva », advertiu a diretora da Child Soldiers International, Isabelle Guitard. No mundo todo, mais de 240 milhões de menores de idade vivem actualmente em zonas de guerra; muitos deles em contextos de violência, deslocamento, fome e exploração por parte de grupos armados.

Igreja Católica suspendeu 152 padres em 9 anos por supostos abusos no México, diz bispo

Pelo menos 152 padres católicos foram suspensos nos últimos nove anos no México devido a casos de abuso sexual de menores, afirmou o arcebispo da cidade mexicana de Monterrey, fazendo com que um advogado de supostas vítimas de abuso questionasse a sinceri
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Igreja Católica suspendeu 152 padres em 9 anos por supostos abusos no México, diz bispo

Pelo menos 152 padres católicos foram suspensos nos últimos nove anos no México devido a casos de abuso sexual de menores, afirmou o arcebispo da cidade mexicana de Monterrey, fazendo com que um advogado de supostas vítimas de abuso questionasse a sinceridade da Igreja. “Alguns padres delinquentes estão na cadeia, outros foram suspensos dos seus ministérios. Nos últimos nove anos, 152 padres foram afastados”, disse Rogelio Cabrera, arcebispo de Monterrey, a repórteres no domingo. O anúncio acontece em meio a extensos casos de abuso sexual na Igreja Católica em diversos países, incluindo os Estados Unidos, Chile, Austrália e Alemanha. O México possui a segunda maior comunidade católica do mundo, depois do Brasil. O papa Francisco irá receber bispos no Vaticano ainda em fevereiro para discutir as revelações globais de casos de abuso sexual na Igreja, que têm prejudicado gravemente a credibilidade da instituição. Martin Faz Mora, um advogado que representa 19 supostas vítimas de abuso de um padre no Estado mexicano de San Luis Potosí, expressou cepticismo em relação ao anúncio da Igreja. O padre, Eduardo Cordova, foi o primeiro a ser acusado criminalmente de abuso infantil no conservador país católico. “É um número irresponsável, porque as vítimas ainda estão esperando uma retribuição por seus danos”, disse Faz à Reuters nesta segunda-feira. “Em nenhum momento, a Igreja abordou a questão de reparar os danos das vítimas.” O papa Francisco tem repetidamente prometido zero tolerância para padres que abusam de crianças, mas críticos tem exigido mais acções.

Baixas pressões vão mudar o tempo no Sul e Centro de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) indica que as regiões Sul e Centro de Moçambique estão a ser influenciadas por um sistema de Baixas Pressões de origem térmica responsável pelo aquecimento que se têm registado nos últimos dias. Prevê-se
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Baixas pressões vão mudar o tempo no Sul e Centro de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) indica que as regiões Sul e Centro de Moçambique estão a ser influenciadas por um sistema de Baixas Pressões de origem térmica responsável pelo aquecimento que se têm registado nos últimos dias. Prevê-se a mudança do estado do tempo nesta quarta-feira na região Sul com ocorrência de trovoadas severas e aguaceiros ou chuvas em regime moderado (20 à 30 milímetros em 24h), localmente moderadas a fortes principalmente nos distritos de Norte de Gaza onde se prevê precipitação entre 30 à 50 milímetros em 24h. Além disso o mesmo sistema poderá afetar progressivamente as províncias de Manica e Sofala com chuvas moderadas a fortes a partir das primeiras horas de quinta-feira (14) Em comunicado o INAM refere que o sistema de Baixa Pressão poderá evoluir podendo atingir o estágio de depressão Tropical no domingo (17), contudo a partir das primeiras horas de sábado (16) as províncias de Maputo e Gaza poderão registar chuvas intensas (mais de 100 milímetros em 24h), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas fortes (mais de 70 Quilómetros por hora). Entretanto, para as províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula o INAM prevê céu pouco nublado com períodos de muito nublado principalmente na faixa costeira e interior de Niassa. Possibilidade de aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas locais. Vento de noroeste a nordeste fraco a moderado. Nas províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala está previsto céu pouco nublado localmente muito nublado. Ocorrência de aguaceiros acompanhados por vezes de trovoadas ou chuvas fracas, podendo ocorrer em regime moderado, principalmente nas províncias de Manica, Sofala e sul de Tete. Vento de noroeste a nordeste fraco a moderado. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 28 24 Xai-Xai 28 24 Inhambane 31 25 Vilankulo 31 25 Beira 32 25 Chimoio 28 22 Tete 37 24 Quelimane 37 25 Nampula 33 23 Pemba 31 24 Lichinga 26 16

Banco de Moçambique evoca “riscos e incertezas” para interromper redução das suas taxas ...

O Banco de Moçambique (BM) decidiu nesta segunda-feira (11) que não existem condições para continuar a relaxar a sua Política Monetária “tendo em conta que os riscos e incertezas subjacentes às projecções da inflação tornaram-se mais proeminentes
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Banco de Moçambique evoca “riscos e incertezas” para interromper redução das suas taxas ...

O Banco de Moçambique (BM) decidiu nesta segunda-feira (11) que não existem condições para continuar a relaxar a sua Política Monetária “tendo em conta que os riscos e incertezas subjacentes às projecções da inflação tornaram-se mais proeminentes”. Contudo o @Verdade entende que Rogério Zandamela e os seus pares estão na expectativa do desfecho do caso Manuel Chang, da Paz, da consolidação fiscal que o Governo não está a fazer... e quiçá do Comité Central no próximo mês. Após reunir antecipadamente o Comité de Política Monetária (CPMO), cujo encontro estava agendado para o próximo dia 21, “decidiu manter a taxa de juro de política monetária, taxa MIMO, em 14,25 por cento.” “Decidiu, igualmente, manter as taxas da Facilidade Permanente de Depósitos (FPD) e da Facilidade Permanente de Cedência (FPC) em 11,25 por cento e 17,25 por cento, respectivamente, bem como os coeficientes de Reservas Obrigatórias (RO) para os passivos em moeda nacional e em moeda estrangeira em 14,00 por cento e 27,00 por cento, respectivamente” indica um comunicado do BM que substituiu a conferência de imprensa no passado dirigida pelo Governador. No documento o banco central fundamenta a interrupção da descida da taxa MIMO, o único factor que tem contribuído para a descida das taxas de juro a retalho, “tendo em conta que os riscos e incertezas subjacentes às projecções da inflação tornaram-se mais proeminentes, o CPMO considera oportuno manter uma postura de política monetária prudente.” Relativamente a depreciação do metical, que nesta segunda-feira (11) foi transaccionado a 62,95 por dólar norte-americano, depois de 61,43 no fecho de Dezembro de 2018, o BM avalia como “ligeira depreciação, em linha com a sazonalidade do período”. Para além dos riscos externos, que o banco central considerou nesta primeira sua reunião sobre Política Monetária que “agravaram-se”, o comunicado recebido pelo @Verdade do refere que “o CPMO considera que subsistem riscos associados à sustentabilidade da dívida pública, às calamidades naturais, bem como às incertezas quanto à evolução dos preços dos bens administrados.” Incertezas quanto ao rigor das medidas de consolidação fiscal do Governo Diante da nova postura do Banco de Moçambique de evitar que o seu Governador fale com a imprensa, claramente porque estamos em ano eleitoral, é importante recordar que em Junho de 2018 Rogério Zandamela manifestou as desconfianças da instituição que dirige sobre “as incertezas quanto ao rigor das medidas de consolidação fiscal necessárias para mitigar o risco associado à sustentabilidade da dívida pública no contexto do ciclo eleitoral de 2018, que são as eleições municipais, e em 2019, as eleições presidenciais e dos governadores”. Ultrapassadas as eleições Autárquicas salta à vista que o Governo não tem realizado a consolidação fiscal necessária para a inverter o rumo da economia nacional. “Limita-se a divulgar medida paliativas e aparentemente visando uma consolidação fiscal, mas o que tal consolidação fiscal significa na prática é restringir ao mínimo a alocação de recursos aos sectores social prioritários, para paralelamente manter ou mesmo ampliar a alocação para sectores securitários, encargos da dívida e reforço da máquina burocrática de apoio ao partido no poder”, explicou ao @Verdade o Professor de Economia e investigador do IESE, António Francisco. Relativamente às incertezas quanto à evolução dos preços dos bens administrados que o BM assinala também há pouco mais de 6 meses Rogério Zandamela havia mostrado preocupação relativamente aos preços dos combustíveis líquidos, da água potável, da energia eléctrica, dos transportes de passageiros, das portagem e até mesmo das taxa municipais. Em Outubro o Governador do banco central também alertou para o impacto das negociações para a Paz, o pacote de descentralização e da desmilitarização nas decisões do Comité de Política Monetária. Um outro economista entrevistado pelo @Verdade indicou como causas do enfraquecimento da moeda moçambicana os vários compromissos que o Estado tem de pagar em divisas, os calotes que Moçambique está a dar aos investidores das dívidas ilegais assim como ao Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social do Brasil e a detenção de Manuel Chang. Entretanto outras fontes ouvidas pelo @Verdade revelaram que a detenção do antigo ministro das Finanças de Armando Guebuza, e colega de Executivo de Filipe Nyusi, estará a colocar em xeque a unanimidade e torno da indicação do actual do presidente do partido Frelimo como o candidato para as eleições Presidências de Outubro próximo, criando mais uma incerteza para Moçambique, pelo menos até a reunião do Comité Central prevista para Março.

Presidente da FIFA denuncia corrupção em futebol africano

O presidente da Federação Internacional de Futebol (FIFA), Gianni Infantino, apela aos líderes africanos para porem termo à corrupção no seio do futebol no continente. Infantino fez domingo um aparecimento histórico na 32.ª assembleia dos chefes d
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Presidente da FIFA denuncia corrupção em futebol africano

O presidente da Federação Internacional de Futebol (FIFA), Gianni Infantino, apela aos líderes africanos para porem termo à corrupção no seio do futebol no continente. Infantino fez domingo um aparecimento histórico na 32.ª assembleia dos chefes de Estado da União Africana (UA), em Addis Abeba, aproveitando esta imensa oportunidade para abordar problemas sociais de África. Inquéritos da instância reitora do futebol mundial desvendou uma série de atos de corrupção no futebol africano. Antes do Mundial de futebol de 2018 na Rússia, um responsável do futebol queniano foi suspenso, devido a acusações proferidas contra si relativamente a uma eventual corrupção num vídeo publicado por uma equipa de investigação ganense, identificada como Tiger Eye PI e dirigida por Anas Aremeyaw Anas. Ahmed Hussein Suele, jornalista membro da equipa de Tiger Eye PI, que descobriu a corrupção por parte de responsáveis do futebol ganense em África, foi abatido a 16 de janeiro último em Accra, a capital do gana, o que, a seu ver, revelou o estilo mafioso na gestão do futebol em África. Nas últimas semanas, um inquérito da FIFA revelou um série de jogos falsos que implicam jogadores e responsáveis de empresas de apostas desportivas no Quénia. Infantino indicou que a corrupção, incluindo a organização de jogos e a segurança dos fãs de futebol em África, constitui uma ameaça ao futebol na maioria dos estádios africanos. «Não podemos morrer ao irmos ver jogos de futebol. Achamos que o futebol pode ajudar a ensinar aptidões à vida diária, o espírito de equipa e o trabalho de equipa. Ganhar e perder é uma filosofia que queremos dar aos nossos filhos», sublinhou. O presidente da FIFA indicou que, durante o seu mandato, quase 112 milhões de dólares americanos foram consagrados ao desenvolvimento do futebol em África, dos quais 23 milhões investidos pela FIFA durante a sua eleição à frente da instituição. Ele também realçou o aumento do número de países participantes no Mundial da FIFA para permitir uma maior presença das equipas africanas nesta competição. Num discurso, marcado por aplausos, o presidente da FIFA felicitou no entanto líderes africanos por lhe terem permitido discutir sobre questões de futebol durante a sua reunião, em reconhecimento dos esforços que visam promover o futebol em África. «Finalmente, a UA fala num problema que une África. Estou aqui para oferecer um instrumento e transmitir uma mensagem. A FIFA está lá e o instrumento é o futebol. É muito mais do que um jogo”, declarou Infantino na cimeira. Declarou que o futebol é um instrumento social suscetível de reforçar a coesão social em África e contribuir para a melhoria dos tratamentos sanitários, da educação e do crescimento económico. »O entusiasmo para o futebol em África é único. Lembro-me de ter visto os Camarões empatarem com a Itália na minha adolescência, a Argélia vencer a Alemanha. É a vez de África vencer o Mundial", vaticinou Gianni Infantino. Indicou que a sua participação na cimeira deve marcar o início duma parceria mais fecunda com a UA.

Mais de 100 pessoas morrem por ingestão de bebida falsificada na Índia

Mais de 100 pessoas morreram em dois Estados da Índia depois de consumirem bebida alcoólica falsificada, informaram a polícia e a mídia nesta segunda-feira, o pior caso do tipo em anos. Muitos dos que morreram em Haridwar, no Estado de Uttarkhand, e e
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Mais de 100 pessoas morrem por ingestão de bebida falsificada na Índia

Mais de 100 pessoas morreram em dois Estados da Índia depois de consumirem bebida alcoólica falsificada, informaram a polícia e a mídia nesta segunda-feira, o pior caso do tipo em anos. Muitos dos que morreram em Haridwar, no Estado de Uttarkhand, e em dois distritos do vizinho Uttar Pradesh se queixaram de dores abdominais e problemas respiratórios, disseram familiares e autoridades. A polícia prendeu quatro pessoas ligadas às mortes, disse o superintendente-sênior da polícia de Haridwar, Janmaijai Prabhakar, à Reuters. “O total de fatalidades em Haridwar continua em 36, e neste momento cerca de 18 pessoas estão em tratamento”, disse. Não foi possível obter números atualizados das autoridades de Uttar Pradesh nesta segunda-feira, mas ao menos 69 pessoas morreram no Estado, segundo os jornais Indian Express e Times of India. As mortes causadas por bebida alcoólica produzida ilegalmente, conhecida como “hooch” ou “bebida do campo”, são recorrentes no país, onde muitos não podem pagar por bebidas industrializadas. Mas se acredita que o saldo de mortes atual é o surto mais fatal desde um caso semelhante ocorrido em Bengala Ocidental em 2011 que deixou 172 mortos. “Ele queixou-se de uma dor abdominal intensa, então o levei para tomar uma injeção”, contou a esposa de uma vítima, Hira Lal, à ANI, uma parceira da Reuters. “Ele melhorou em seguida e dormiu depois de voltar para casa. (Mas) a dor voltou, então o levamos de novo ao hospital e eles o internaram”.

Kacey Musgraves reina no Grammy, histórico para Cardi B e Childish Gambino

A cantora de country Kacey Musgraves foi a rainha da 61ª edição dos Grammy com quatro prémios, incluindo melhor álbum do ano («Golden Hour»), numa festa histórica para Childish Gambino, vencedor de outros quatro prémios, e para a latina Car
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Kacey Musgraves reina no Grammy, histórico para Cardi B e Childish Gambino

A cantora de country Kacey Musgraves foi a rainha da 61ª edição dos Grammy com quatro prémios, incluindo melhor álbum do ano («Golden Hour»), numa festa histórica para Childish Gambino, vencedor de outros quatro prémios, e para a latina Cardi B, primeira mulher a levar o melhor álbum de rap. Musgraves, texana de 30 anos, surpreendeu a todos com a sua vitória na categoria principal da noite, embora até lá já tivesse levado o prémio de melhor álbum de country, melhor canção de country («Space Cowboy») e melhor atuação individual de country («Butterflies»). «É incrível», confessou Musgraves no palco do Staples Center. «Estou rodeada de álbuns gigantes... É uma loucura ter ganhado, mas estou muito agradecida. Isto não me torna melhor que os demais», disse a artista. Gambino, pseudónimo de Donald Glover, foi outro grande nome da noite com suas vitórias nas categorias de melhor gravação do ano, melhor canção do ano, melhor actuação de rap e melhor vídeo, todas elas pelo imponente e implacável «This is America». O músico fez história ao conseguir que, pela primeira vez, um rap ganhasse como melhor canção do ano. No entanto, o artista nem actuou nem assistiu à festa. Lady Gaga brilhou graças aos seus três fonógrafos nas categorias de melhor actuação pop individual («Joanne»), melhor actuação pop de um duo ou grupo e melhor canção escrita para um meio visual, ambos por «Shallow». «Estou muito orgulhosa de ser parte de uma filme que aborda os problemas de saúde mental. Muitos artistas os sofrem. Se vocês virem em alguém, não desviem o olhar. Se são vocês que sofrem com eles, embora seja difícil, tentem encontrar coragem e falem», disse Gaga, que concorre também ao Oscar de melhor actriz por «Nasce uma Estrela». Foi uma noite inesquecível também para Cardi B, que brilhou com a sua atuação e no seu discurso de recebimento do troféu de melhor álbum de rap, por «Invasion of Privacy». A cerimónia viu contou com shows de Shawn Mendes e Miley Cyrus («In My Blood»), Kacey Musgraves («Rainbow»), um espetacular número a cargo de Janelle Monáe («Make Me Feel»), Red Hot Chili Peppers e Post Malone («Stay», «Rockstar» e «Dark Necessities»), H.E.R. («Hard Place»), Cardi B («Money»), Alicia Keys, Dan+Shay («Tequila») e Diana Ross («The Best Years Of My Life»). Depois foi a vez de Lady Gaga («Shallow»), Travis Scott («Stop Trying to Be God»), Jennifer López homenageando a Motown junto com Smokey Robinson («My Girl») e Ne-Yo («Another Star»), Brandi Carlile («The Joke»), Chloe X Halle («Where is the Love») e Dua Lipa com St. Vincent («Masseduction», «RESPECT» e «One Kiss»). Além disso, houve uma grande homenagem a Dolly Parton, que dividiu o palco com Katy Perry e Kacey Musgraves («Here You Come Again»), Miley Cyrus («Jolene»), Errem Morris («After the Gold Rush») e Little Big Town («Rede Shoes»), antes de reunir todos eles para cantar «9 to 5». E a festa, que durou três horas e 40 minutos, foi encerrada com um tributo a Aretha Franklin por parte de Andra Day, Fantasia e Yolanda Adams. Outro momento de destaque foi com o prémio de melhor canção rap («God's Plan», de Drake), o prémio de melhor álbum R&B (H.E.R., «H.E.R.») e melhor novo artista (Dua Lipa), embora poucos tenham conseguido levantar o público como o número inicial protagonizado pela cubana Camila Cabello. Cabello cantou «Havana» acompanhada por Young Thug, Ricky Martin, Arturo Sandoval e J Balvin. Somente uma presença tão magnética como a da ex-primeira-dama Michelle Obama ofuscou esse começo fantástico. Michelle, acompanhada por Jennifer López, Lady Gaga, Jada Pinkett Smith e Alicia Keys, apresentadora da festa, afirmou que a música ajuda o povo a compartilhar «sua dignidade, suas tristezas, suas esperanças e suas alegrias». «Permite-nos escutar uns aos outros. A música mostra que tudo isso importa: cada história em cada voz, cada nota em cada canção», finalizou Michelle.

Continuação de chuva no Norte nesta 4ª feira de muito calor no Centro e Sul

O Instituto Nacional de Meteorologia registou 39,4 graus Celsius nesta terça-feira em Maputo e prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (13) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado com período
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Continuação de chuva no Norte nesta 4ª feira de muito calor no Centro e Sul

O Instituto Nacional de Meteorologia registou 39,4 graus Celsius nesta terça-feira em Maputo e prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (13) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado com períodos de muito nublado. Possibilidade de aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas locais. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Ocorrência de aguaceiros acompanhados por vezes de trovoadas ou chuvas fracas, podendo ocorrer em regime moderado, principalmente nas províncias de Manica e Tete. Vento de nordeste a leste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas em Maputo e sul de Gaza. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 35 24 Xai-Xai 34 23 Inhambane 33 25 Vilankulo 33 24 Beira 34 25 Chimoio 32 19 Tete 36 25 Quelimane 35 24 Nampula 33 23 Pemba 33 25 Lichinga 26 16

“Não se pode confiar” no Cenário Fiscal 2019 – 2021 para Moçambique

O Cenário Fiscal de Médio Prazo (CFMP) do Governo de Filipe Nyusi indica que entre 2019 e 2021 o Produto Interno Bruto (PIB) atinja uma média de 5,3 por cento, já tendo em conta os 4,1 por cento revistos de 2018. Para o Professor Catedrático da Faculdad
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“Não se pode confiar” no Cenário Fiscal 2019 – 2021 para Moçambique

O Cenário Fiscal de Médio Prazo (CFMP) do Governo de Filipe Nyusi indica que entre 2019 e 2021 o Produto Interno Bruto (PIB) atinja uma média de 5,3 por cento, já tendo em conta os 4,1 por cento revistos de 2018. Para o Professor Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane “não se consegue olhar para as projecções e dizer que sejam sérias” e por isso António Francisco afirma que “não se pode confiar” neste documento de planificação e orçamentação trienal aprovado em Dezembro último. O Plano Económico e Social para 2018 perspectivou um crescimento da economia em 5,3 por cento do PIB, porém a realidade já obrigou o Executivo a rever para 4,1 por cento enquanto se aguardam os números reais do Instituto Nacional de Estatística. No entanto a instituição apurou que o desempenho económico no 1º trimestre ficou-se por 3,2 por cento, 3,4 no 2º trimestre e foi de 3,3 por cento no 3º trimestre. Com estes números baixos as projecções são de crescimento moderado. O Produto Interno Bruto nominal ficará nos 1.021.028 milhões de meticais este ano, 1.135.525 milhões de meticais em 2020 e poderá ascender a 1.268.951 milhões de meticais em 2021. O crescimento real do PIB está estimado em 4,7 por cento em 2019, no ano seguinte 5,3 por cento e talvez cresça para 5,8 em 2021. A perspectiva é que a inflação cifre-se nos 6,5 por cento, baixando para 6,2 por cento em 2020 e no ano seguinte para os 6 por cento. O Governo projecta que taxa média de cambio anual em 2019 fique-se pelos 60,5 meticais por dólar no entanto não apresenta projecções para os anos seguintes. O stock da Dívida Pública está previsto crescer para 119,3 por cento do PIB este ano, e ascender aos 119,5 por cento em 2020 antes de baixar em 2021 para 118 por cento. “A Política Fiscal continuará com o princípio da consolidação fiscal e estará direccionada para: (i) melhoria da arrecadação da receita interna (apostando na implementação de reformas de Política Tributária (PT) e de modernização da administração e de procedimentos na cobrança de receitas); (ii) a racionalização da despesa pública e, (iii) priorização de alocação de recursos, por forma a corrigir gradualmente os desequilíbrios fiscais” indica o Cenário Fiscal de Médio Prazo. Instado pelo @Verdade a comentar estas projecções moderadas do Governo de Filipe Nyusi o Professor António Francisco é peremptório: “Não se pode confiar”. “O que a situação indica é que ficamos com maiores incertezas porque os passos que foram dados para confiar nas acções que foram e estão a ser tomadas não justificam uma maior confiança” constatou este Professor Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane argumentando que “muito do que foi feito antes nas Finanças continua a ser feito e não se consegue olhar para as projecções e dizer que sejam sérias, principalmente porque o Orçamento de Estado (de 2019) indica que não há intenção de contenção”. Orçamento de Estado em Moçambique “é um instrumento de captação de recursos” Relativamente as boas intenções da consolidação fiscal o académico moçambicano assinalou que: “Do ponto de vista económico não houve abertura para reformas, a pouca reforma que o Governo aparenta fazer é simplesmente para o retorno do Fundo Monetário e criar a capa para os investidores e noto que fazem o mínimo necessário. Cortam-se uns carros e algumas regalias, que é uma medida popular, mas o fundo da questão do endividamento mantém-se”. Aliás Francisco, que é investigador no Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE), questionou: “Como é que é possível fazer cenários de taxas de crescimento quando não se sabe de facto qual é o défice?”. Por outro lado, e embora o Cenário Fiscal de Médio Prazo prometa que “no próximo triénio, a Política Fiscal será conduzida com vista a reestabelecer a estabilidade macroeconómica e a recuperação gradual do crescimento económico através da contenção do défice fiscal em 8,9 por cento do PIB em 2019”, depois dos 8,1 por cento de 2018 e 4,6 por cento de 2017 o Professor António Francisco alerta que contrariamente as boas prática o Orçamento de Estado em Moçambique no lugar de garantir uma boa gestão do bem público “é um instrumento de captação de recursos”. “O défice aqui é um instrumento para o Governo ir buscar mais, quando se faz um Orçamento (de Estado) fixa-se as despesas porque é que são fixadas despesas 30 a 40 por cento acima da capacidade de receitas”, questionou o académico. Neste documento de planificação e orçamentação trienal do Governo é possível verificar as receitas do Estado a crescerem dos 249,4 milhões de meticais deste ano para 269,7 milhões de meticais em 2020 e 299,6 milhões de meticais em 2021. No entanto as despesas estimadas em 340,4 milhões de meticais em 2019 também crescem para 351 milhões de meticais em 2020 e prevê-se que ascendam aos 384,8 milhões de meticais em 2021. A “expectativa é que tipo de problema vai ser criado para a próxima Legislatura” O investigador do IESE chamou ainda atenção para outra variável que pode influenciar o crescimento económico: “Este ano é eleitoral”. “Tem a vantagem que nada indica que possam surgir perturbações militares que afectem o processo, se bem que não é muito promissor a forma como o processo de paz está a ser acomodado. Nós sabemos que todos estes ciclos eleitorais, desde 2014, foram antecedidos por uma moratória e temos uma situação em que começas e terminas a Legislatura sem resolver um problema (que culminou com a eleição de Filipe Nyusi). Quando tens uma sociedade que despende tanto tempo e não consegue resolver não pode haver grande confiança que o resultado da próxima eleição vá ser muito melhor, e temos este precedente muito mau de Marromeu”, constatou Francisco. Para o Professor Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane a “expectativa é que tipo de problema vai ser criado para a próxima Legislatura. Agora a imprevisibidade é maior pois estão em jogo a Descentralização, os Governadores provinciais, além da eleição presidencial e legislativa”.

Flamengo diz que pico de energia pode ter causado incêndio que matou 10 jogadores

O CEO do Flamengo, Reinaldo Belotti, disse neste sábado que as instalações do Centro de Treinamento do clube, onde 10 jogadores morreram num incêndio na sexta-feira, eram adequadas e afirmou que picos de energia, consequência das fortes chuvas que atingi
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Flamengo diz que pico de energia pode ter causado incêndio que matou 10 jogadores

O CEO do Flamengo, Reinaldo Belotti, disse neste sábado que as instalações do Centro de Treinamento do clube, onde 10 jogadores morreram num incêndio na sexta-feira, eram adequadas e afirmou que picos de energia, consequência das fortes chuvas que atingiram o Rio de Janeiro nesta semana, podem ter provocado problemas no aparelho de ar condicionado causando o incêndio. Belotti disse em pronunciamento na sede do Flamengo na Gávea, zona sul do Rio, que, embora as instalações do centro de treinamento não tenham sido atingidas pela enxurrada que matou sete pessoas na cidade, a zona oeste, região que abriga o CT, foi bastante atingida e que vários picos de energia elétrica foram registados. O dirigente, que se recusou a responder perguntas da imprensa após seu pronunciamento, garantiu que os aparelhos de ar condicionado haviam passado por manutenção dias antes da tragédia, que matou 10 atletas das categorias de base do clube de entre 14 e 16 anos de idade que dormiam no local. “O que nós sabemos até agora é o que a perícia do Corpo de Bombeiros nos falou —falou a alguns dos empregados do Flamengo— que o problema começou no ar condicionado e ninguém pode garantir por que que começou no ar condicionado”, disse. “Eles (aparelhos de ar condicionado) estavam em perfeita ordem, eles funcionavam. Então pode ser, a suposição existente agora, é que esses picos de energia tenham influenciado no funcionamento regular do ar condicionado e ocasionado o princípio de incêndio. Esse incêndio começou e, infelizmente, quando tem um incêndio desse porte, com emissão de fumaça tóxica, as pessoas começam a desfalecer e a partir daí você não tem mais o controle.” Belotti minimizou informações divulgadas pelo município de que o local que abrigava o alojamento não tinha licença para instalação de um dormitório, mas sim de um estacionamento, e de que o Flamengo não tinha alvará de funcionamento para o local, tendo sido autuado 30 vezes, inclusive com determinação de interdição. “Na realidade, isso não tem nada a ver com o acidente que ocorreu. Nós temos algumas providências a serem tomadas para tornar o CT plenamente legalizado, estamos trabalhando arduamente nisso”, disse o CEO do Flamengo. “Para vocês terem uma ideia, nós precisávamos de nove certificados para conseguir o alvará. Oito deles nós já temos, estamos terminando com o Corpo de Bombeiros para em seguida ter o alvará.” O dirigente flamenguista defendeu as instalações do CT e afirmou que elas são confortáveis e que a direcção do clube se orgulha delas. Disse ainda que o local tinha certificado de regularidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e que o Flamengo recebeu certificado de clube formador da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e da Federação do Estado do Rio de Janeiro (Ferj). “O que eu queria deixar claro é que nós não estamos falando de um puxadinho, nós estamos falando de um alojamento”, disse o dirigente. “A verdade é que aconteceu um acidente trágico. Não foi por falta de investimento do Flamengo, não foi por falta de cuidados do Flamengo. Afinal de contas, esse é o nosso maior ativo. Aquela turma que estava dormindo lá, é o nosso futuro. Nós prezamos muito por essa turma.”

Premier League: Manchester City destrói o Chelsea com "hat-trick" de Agüero

Em grande fase, o atacante do Manchester City, Sergio Agüero, anotou três golos num mesmo jogo pela segunda vez numa semana na vitória impiedosa do actual campeão contra um péssimo Chelsea, por 6 a 0, no Estádio Etihad, neste domingo, recolocando a equi
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Premier League: Manchester City destrói o Chelsea com "hat-trick" de Agüero

Em grande fase, o atacante do Manchester City, Sergio Agüero, anotou três golos num mesmo jogo pela segunda vez numa semana na vitória impiedosa do actual campeão contra um péssimo Chelsea, por 6 a 0, no Estádio Etihad, neste domingo, recolocando a equipa de Pep Guardiola na liderança do Campeonato Inglês de futebol. City e Liverpool têm 65 pontos, com o City levando vantagem no saldo de golos, embora tenha jogado uma vez mais do que o rival. O terceiro colocado Tottenham, que ganhou do Leicester por 3 a 1, neste domingo, está cinco pontos atrás. Agüero, que fez três golos contra o Arsenal, sete dias atrás, igualou o recorde de Alan Shearer, com 11 partidas da Premier League com pelo menos três bolas na rede. Raheem Sterling abriu o placar para o City, aos quatro minutos, depois de uma rápida cobrança de falta de Kevin de Bruyne que pegou a defesa do Chelsea a dormir. Depois de Agüero ter perdido um golo incrível, a dois metros da linha, o argentino venceu o guarda-redes Kepa Arrizabalaga com um belo chute de fora da área. Uma má cabeçada para trás do médio Ross Barkley, do Chelsea, deu de presente a Agüeiro o terceiro gol do City, e um arremate rasteiro de Ilkay Güngdogan levou o placar a 4 a 0, em 25 minutos. Depois do intervalo, Agüero, que tornou-se no maior artilheiro da história do City em jogos pela liga inglesa, cabeceou contra a trave antes de completar sua tripleta com uma cobrança de penalti, depois de Sterling ser derrubado por Cesar Azpilicueta. Sterling completou o passeio do City, completando um cruzamento rasteiro de Oleksandr Zinchenko, aos 35 minutos do segundo tempo. Foi a pior derrota do Chelsea desde o 7 a 0 contra o Nottingham Forest, em 1991.

Passam de 500 o número de mortos pelo vírus do ébola na RD Congo

O Ministério da Saúde da República Democrática do Congo (RDC) estimou o número de mortes devido ao surto do ébola no nordeste do país em 502, de acordo com os dados mais recentes divulgados pelo órgão. Segundo o relatório divulgado no final da no
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Passam de 500 o número de mortos pelo vírus do ébola na RD Congo

O Ministério da Saúde da República Democrática do Congo (RDC) estimou o número de mortes devido ao surto do ébola no nordeste do país em 502, de acordo com os dados mais recentes divulgados pelo órgão. Segundo o relatório divulgado no final da noite de sexta-feira, com números vigentes até o último dia 7, as autoridades indicam que, das 502 mortes, 441 foram confirmadas em laboratório e 61 são ainda prováveis. Além disso, o número total de casos contagiosos é de 800, dos quais 739 são confirmados e 61 são prováveis. Este surto - o mais letal da história da RDC e o segundo do mundo em mortes e casos, após a epidemia na África Ocidental de 2014 -, foi declarado no dia 1º de agosto de 2018 nas províncias de Kivu do Norte e Ituri. Apesar disso, o controle da epidemia foi prejudicado devido à rejeição de algumas comunidades de receber tratamento e à insegurança na região, onde operam vários grupos armados.

Liga Portuguesa: Benfica aproxima-se do FC Porto com goleada do século

O Benfica goleou o Nacional por 10-0, em jogo a contar para a 21ª jornada da Liga Portuguesa de futebol. Foi a maior a maior goleada do campeonato dos últimos 55 anos que colocou as «águias» no segundo lugar, a 1 ponto do líder FC Porto. U
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Liga Portuguesa: Benfica aproxima-se do FC Porto com goleada do século

O Benfica goleou o Nacional por 10-0, em jogo a contar para a 21ª jornada da Liga Portuguesa de futebol. Foi a maior a maior goleada do campeonato dos últimos 55 anos que colocou as «águias» no segundo lugar, a 1 ponto do líder FC Porto. Um resultado esmagador que, no campeonato, os adeptos do Benfica não viam desde o dia 2 de fevereiro de 1964, quando aplicou chapa 10 ao Seixal, numa tarde em que Eusébio fez seis golos. Aliás, desde essa tarde no velho Estádio da Luz que nenhuma equipa conseguiu um resultado tão volumoso. Desta vez, os golos foram distribuídos pela equipa Grimaldo abriu a contagem aos 33 segundos, com Seferovic (21’ e 27’) a bisar ainda no primeiro tempo. A segunda parte trouxe sete golos apontados por João Félix (50’), Pizzi (54’), Ferro (56’), Rúben Dias (64’), Jonas (85’ e 90’) e Rafa Silva (88’). Mas o final de tarde na Luz foi um hino ao futebol de ataque e àquela que é uma das bandeiras do presidente Luís Filipe Vieira, a aposta na formação. É que três jogadores produtos do Seixal marcaram, primeiro João Félix, depois Ferro que se estreou como titular na equipa principal e depois Rúben Dias. Além disso, o treinador Bruno Lage aproveitou para lançar Florentino Luís, outro produto das escolas encarnadas. E para o dia ser perfeito para os benfiquistas, registou-se também o regresso de Jonas (o número 10 encarnado), que nos 17 minutos em que teve em campo fez... dois golos. Tudo isto numa jornada em que o Benfica ficou a apenas um ponto do líder FC Porto, isto depois de ter estado a sete pontos quando Bruno Lage rendeu Rui Vitória no comando técnico da equipa. Os encarnados deram um sinal claro de que estão prontos para a luta por aquilo que definiram de «reconquista» do título de campeão nacional, pelo que a luta nas 13 jornadas que faltam promete ser muito interessante.

Chuva no Centro e Norte nesta 2ª feira de calor no Sul; 36º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (11) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros com trovoadas e
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Chuva no Centro e Norte nesta 2ª feira de calor no Sul; 36º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (11) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros com trovoadas e chuvas fracas, localmente moderadas a fortes em Niassa e Cabo Delgado. Vento de noroeste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Ocorrência de aguaceiros com trovoadas e chuvas fracas, localmente moderadas a fortes no extremo norte das províncias de Tete e Zambézia. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado, temporariamente nublado. Possibilidade de chuvas fracas com trovoadas ou chuviscos dispersos em Maputo. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 36 24 Xai-Xai 35 23 Inhambane 32 23 Vilankulo 31 22 Beira 33 24 Chimoio 30 22 Tete 34 25 Quelimane 33 24 Nampula 31 23 Pemba 31 24 Lichinga 25 18  

Continuação de aguaceiros neste domingo no Norte e Centro; 35º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este domingo (10) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros com trovoadas e chuva
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Continuação de aguaceiros neste domingo no Norte e Centro; 35º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este domingo (10) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros com trovoadas e chuvas moderadas, localmente fortes. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Ocorrência de aguaceiros com trovoadas e chuvas fracas a moderadas, localmente fortes no extremo norte das províncias de Tete e Zambézia. Vento de sueste a leste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo prevê-se: Céu pouco nublado, temporariamente nublado. Possibilidade de chuviscos dispersos ou chuvas fracas locais. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 35 23 Xai-Xai 32 22 Inhambane 31 23 Vilankulo 30 24 Beira 31 24 Chimoio 29 18 Tete 33 24 Quelimane 32 25 Nampula 30 23 Pemba 31 23 Lichinga 25 16

Sábado de aguaceiros no Norte, chuva no Centro e vento no Sul; 33º em Maputo

O Instituto Nacional de meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (09) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros com trovoadas ou chuva
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Sábado de aguaceiros no Norte, chuva no Centro e vento no Sul; 33º em Maputo

O Instituto Nacional de meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (09) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros com trovoadas ou chuvas moderadas, localmente muito fortes. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Ocorrência de aguaceiros ou chuvas fracas a moderadas, localmente fortes acompanhadas por vezes de trovoadas no extremo norte das províncias de Tete e Zambézia. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado a limpo. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 33 23 Xai-Xai 31 22 Inhambane 30 24 Vilankulo 32 24 Beira 30 27 Chimoio 29 18 Tete 33 25 Quelimane 32 25 Nampula 30 21 Pemba 30 25 Lichinga 24 16  

Novo edil de Maputo é da Frelimo, que dirige também a Assembleia Autárquica

Volvidos 10 anos, Eneas Comiche, membro sénior do parido Frelimo, reassumiu, na quinta-feira (07), a presidência do Conselho Autárquico de Maputo (CAM), a capital e a cidade mais importante de Moçambique. A Assembleia Autárquica de Maputo (AAM) é presid
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Novo edil de Maputo é da Frelimo, que dirige também a Assembleia Autárquica

Volvidos 10 anos, Eneas Comiche, membro sénior do parido Frelimo, reassumiu, na quinta-feira (07), a presidência do Conselho Autárquico de Maputo (CAM), a capital e a cidade mais importante de Moçambique. A Assembleia Autárquica de Maputo (AAM) é presidida por Samuel Modumela, também da Frelimo. Eneas Comiche foi edil pelo mesmo município de 2004 a 2008. Ele tomou posse no mesmo dia da investidura da AAM, composta por 64 membros, dos quais 37 da Frelimo, 24 da Renamo e três do Movimento Democrático de Moçambique (MDM). A par do que foram os anteriores mandatos, a Frelimo não terá contrapeso da oposição e fará prevalecer as suas decisões e aspirações. O número de mandatos acima expostos explica tudo. O juiz presidente do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo (TJCM), Henriques Carlos Cossa, disse aos membros da AAM que os munícipes, este órgão faça um “trabalho árduo e abnegado (...)”. Fazendo eco à exortação do juiz presidente do TJCM, o novo presidente do CAM prometeu respeitar as leis e melhorar a vida dos munícipes. Num outro desenvolvimento, Comiche disse que vai atacar, em “todas as frentes”, a corrupção, prometeu ainda maior interacção com os cidadãos e melhorar a articulação com as estruturas dos bairros, desde o chefe de 10 casas até ao secretário do bairro. O antigo governador do Banco de Moçambique e, há pouco tempo, deputado e presidente da Comissão do Plano e Orçamento na Assembleia da República (AR), não deixou de lado a questão do lixo e do meio ambiente. Há 10 anos, Eneas Comiche queixou-se, num claro aviso às autoridades, do facto de a área de actuação do governo da cidade de Maputo coincidir com o espaço territorial do município, o que diluiu as responsabilidades de ambas as partes.

Presidente Nyusi “livra-se” de dois cúmplice das dívidas ilegais procurados pelos EUA

O Presidente de Moçambique demitiu nesta quinta-feira (07) a vice-ministra da Economia e Finanças. Nenhum motivo foi referido para a decisão mas o @Verdade revelou que Maria Isaltina Lucas teve uma papel central nas dívidas ilegais e existirá uma mandat
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Presidente Nyusi “livra-se” de dois cúmplice das dívidas ilegais procurados pelos EUA

O Presidente de Moçambique demitiu nesta quinta-feira (07) a vice-ministra da Economia e Finanças. Nenhum motivo foi referido para a decisão mas o @Verdade revelou que Maria Isaltina Lucas teve uma papel central nas dívidas ilegais e existirá uma mandato de prisão internacional para a sua extradição para os Estado Unidos da América, tal como Manuel Chang. O @Verdade sabe António Carlos do Rosário, outro actor principal das dívidas da Proindicus, EMATUM e MAM, deixou de pertencer à secreta moçambicana. Através de um comunicado lacónico a Presidência da República informou que o Chefe de Estado “exonerou através de Despacho Presidencial, Maria Isaltina De Sales Lucas do cargo de Vice-Ministro da Economia e Finanças”. A par de Manuel Chang, Maria Isaltina Lucas participou das negociações iniciais para a contratações dos empréstimos violando a Constituição da República e a leis orçamentais. O @Verdade apurou que a 15 de Janeiro de 2013, exercendo o cargo de Directora Nacional do Tesouro, rubricou o primeiro acordo com o banco Credit Suisse confirmando a vontade do então Governo liderado por Armando Guebuza de contrair um financiamento à favor da empresa Proindicus. A Auditoria realizada pela Kroll apurou que cerca de um mês depois Maria Isaltina Lucas emitiu o seu parecer abonatório para a emissão da primeira Garantia bancária, assinada por Manuel Chang, para o empréstimo inicial da Proindicus. Seguidamente abonou as restantes Garantias bancárias rubricadas pelo então ministro das Finanças que endividaram Moçambique em 2,2 biliões de dólares norte-americanos. O @Verdade entende que a ex-vice ministra da Economia e Finanças é um dos moçambicanos que as autoridades norte-americanas pretendem deter para julgar por corrupção e lavagem do dinheiro das dívidas ilegais. Para além dos subornos que o despacho da acusação do United States District Court for Eastern District of New York alega que Maria Isaltina Lucas recebeu a até agora governante embolsou pelo menos 95 mil dólares em salários como Administradora Não-Executiva da EMATUM entre Agosto de 2013 e Julho de 2014. O @Verdade entende que a vaga deixada no Ministério da Economia e Finanças deverá ficar por preencher até que um novo Governo saia das próximas eleições Gerais de Outubro próximo. Entretanto o @Verdade apurou ainda que a um outro envolvido nas dívidas ocultas e que desempenhava o cargo de assessor no Ministério da Economia e Finanças também “já está em casa”. Trata-se de Henrique Álvaro Cepeda Gamito co-assinante do contrato de empréstimo de Empresa Moçambicana de Atum (EMATUM) e que exerceu um cargo de Administrador na mesma empresa. Aliás o @Verdade sabe que o principal actor dos empréstimos ilegais e Presidente dos Conselhos de Administração da Proindicus, EMATUM e MAM foi desvinculado dos Serviços de Informação e Segurança do Estado (SISE). António Carlos do Rosário é o terceiro arguido que as autoridades dos EUA pretende deter para julgar por corrupção e lavagem do dinheiro das dívidas ilegais.

@Verdade Editorial: É muita cara de pau

É muito descaramento por parte dos indivíduos ligados ao partido Frelimo, quando o assunto são as dívidas contraídas de forma ilegal. Ou seja, volvidos mais de 4 anos após o Tribunal Administrativo ter constatado que o Governo de Armando Guebuza, sem a
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@Verdade Editorial: É muita cara de pau

É muito descaramento por parte dos indivíduos ligados ao partido Frelimo, quando o assunto são as dívidas contraídas de forma ilegal. Ou seja, volvidos mais de 4 anos após o Tribunal Administrativo ter constatado que o Governo de Armando Guebuza, sem a devida autorização do Parlamento moçambicano, emitiu avales e garantias para os bancos Credit Suisse e VTB, o partido Frelimo veio a público afirmar de forma peremptória que ainda tem dúvidas que os empréstimos da Proindicus, EMATUM e da MAM sejam ilegais. Mesmo com a detenção de Manuel Chang e informações obre o envolvimento de figuaras séniores do partido no poder, o secretário- geral da Frelimo, durante a sua visita à província de Maputo, expeliu verborreia ao demonstrar que ainda duvida que ilegalidades aconteceram no processo de contratação de empréstimos aos bancos Suíço e Russo. É preciso muita cara de pau por parte senhor Roque ao apelar que as instituições de Justiça vejam se há desvios dentro deste processo ou não. Não preciso ser um advinho para se dar conta do que um bando de indivíduos, ligados ao partido Frelimo, sem nenhuma réstia sentimento com o sofrimento da população moçambicana vendeu a pátria. É evidente, para que quer ver sem ameias ideológicas ou amarras políticas, o quão os moçambicanos foram colocados numa crise económica sem precedentes por um grupo de gananciosos e sem escrúpulos. Por mais que uma montanha caia sobre o secretário-geral, não se vai dar conta de que os seus comparsas venderam o país. Não porque ele seja lento a entender as coisas, mas porque o sujeito, em defesa dos seus, preferi acreditar que é normal os seus “camaradas” roubarem os moçambicanos, até porque eles têm vindo a fazer isso desde a Independência Nacional. O outro sujeito que está a fazer- -se de desentendido perante o escândalo das dívidas ilegais é o mentor do maior caso de corrupção da história de Moçambique, o ex-Presidente da República, Armando Guebuza. O sujeito, sem o mínimo de vergonha na cara, encheu a boca para afirmar que luta pela sua pátria, quando questionado sobre as dívidas ilegais. Como se isso não bastasse, vangloriando- se, o ex-Chefe de Estado, classificou os empréstimos às empresas Proindicus, EMATUM e MAM como “medidas de natureza estratégico-militar”, disse que exalta a sua pátria. Num país normal e com uma Justiça funcional, esses sujeitos deveriam já estar mofar numa minúscula cela, não só por terem hipotecado o futuro do país, mas também por insultarem a inteligência dos moçambicanos.

Oposição incapaz de unir-se para impor controlo e equilíbrio democrático no mais populoso ...

Os partidos Renamo e MDM perderam nesta quinta-feira (07) uma oportunidade histórica de impor ao partido Frelimo algum controlo e equilíbrio democrático no mais populoso município de Moçambique. Um voto, ao que tudo indica de um membro do Movimento Democ
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Oposição incapaz de unir-se para impor controlo e equilíbrio democrático no mais populoso ...

Os partidos Renamo e MDM perderam nesta quinta-feira (07) uma oportunidade histórica de impor ao partido Frelimo algum controlo e equilíbrio democrático no mais populoso município de Moçambique. Um voto, ao que tudo indica de um membro do Movimento Democrático de Moçambique, garantiu a Calisto Cossa o controlo da presidência, vice-presidência e do secretariado da Assembleia Municipal que é o principal órgão deliberativo na Matola e com competência, dentre várias, de demitir o presidente do Conselho Municipal. “É o Renato que nos traiu”, afirmou ao @Verdade António Muchanga porém o visado reagiu: “a própria Renamo tem de fazer um trabalho de casa e compreender o que terá falhado dentro da sua bancada”. O salão de eventos do Ministério da Economia e Finanças foi pequeno para albergar as centenas de membros e simpatizantes dos partidos Frelimo, Renamo e MDM que quiseram testemunhar a investidura de uma Assembleia Municipal (AM) que poderia ser controlada, pela primeira vez, pela oposição ao partido cujo cabeça de lista foi eleito presidente do Conselho Autárquico. Os 29 membros eleitos pelo partido Frelimo perderiam a eleição da Mesa da Assembleia Municipal se os 2 membros do Movimento Democrático de Moçambique votassem em bloco no mesmo sentido de voto dos 28 membros do partido Renamo. O partido no poder propôs Vasco Muthisse para presidente, Beatriz Nhaulau para vice e Maria Jotamo para o secretariado. O partido da “perdiz” candidatou Alberto Vaisson para liderar a AM, co-adjuvado por Neli Matenja e Jacinto Banze como secretário. Depois de uma votação que decorreu sem sobressaltos começaram a ser contados os votos, surpreendentemente os candidatos do partido Frelimo obtiveram 30 votos contra 29 dos candidatos do partido Renamo. A bancada da “perdiz” ainda pediu uma recontagem dos votos da eleição do presidente mas não ficaram dúvidas, alguém dos membros da oposição votou à favor do partido no poder. Partido do “galo” juntou-se à “maçaroca”, tal como no município de Quelimane “É o Renato que nos traiu” acusou o cabeça de lista do partido Renamo que explicou que “houve concertação ao mais alto nível dos partidos mas eles não cumpriram”. António Muchanga enfatizou: “estou seguro que todos os membros da Renamo votaram em nós, um membro do MDM votou na Frelimo e outro votou na Renamo”. No entanto o líder do Movimento Democrático de Moçambique na Matola garantiu que: “O nosso apoio a Renamo foi um apoio resultante de uma orientação ao mais alto nível do partido, nós os dois membros do MDM a nossa direcção do voto foi para a Renamo e até prova em contrário a própria Renamo deve ter tido um problema da sua bancada porque eu e o meu colega criamos as condições de provar que nós votamos na Renamo, nós cumprimos com aquilo que foi orientação central do nosso partido”. “Havendo algum problema a própria Renamo tem de fazer um trabalho de casa e compreender o que terá falhado dentro da sua bancada, quem terá feito o voto diferente”, disse ainda Renato Muelega. Contudo o @Verdade entende que no lugar do cenário de traição de um dos membros do MDM, quiçá a troco de benefícios pessoais, na Matola o partido do “galo” juntou-se à “maçaroca”, tal como no município de Quelimane onde quiseram derrubar, sem sucesso, Manuel de Araújo. Até porque em caso de uma eventual traição a nova legislação autárquica facilita aos partidos políticos mudarem os seus representantes na Assembleia Municipal.   Calisto Cossa apela a Renamo e ao MDM a atenderem “aos superiores interesses da Matola” Respirando de alívio Calisto Moisés Cossa, após ser investido para o seu 2º mandato pelo seu presidente da Assembleia Municipal, Vasco Muthisse, começou por assinalar o tamanho do desafio que tem até 2024: “quando assumimos a governação da Matola em 2014, a população da nossa cidade era de 875.422 habitantes. Durante os últimos 5 anos, ocorreu um desenvolvimento demográfico raro, tendo esta cidade, de acordo com o Censo populacional de 2017, se tornado o município mais populoso do país, com cerca de 1. 616.000” de citadinos. Sendo evidente que o município mudou para melhor, durante os últimos 5 anos, muito ficou por fazer e o agora presidente do Conselho Autárquico sabe que enfrentará maior oposição para implementar as suas promessas e por isso deseja poder contar com os partidos Renamo e MDM “que, sendo de pessoas interessadas em ver construída uma Matola cada vez melhor, certamente colocarão de lado as cores partidárias e atenderão aos superiores interesses da Matola como cidade à qual juraram servir.” Cossa apelou ainda “no sentido das lideranças destes partidos, modernizarem as suas estratégias politicas e permitirem que suas orientações não impactem negativamente no desenvolvimento municipal, e que as acções do executivo tenham o melhor acolhimento e apadrinhamento possível por parte dos munícipes, razão principal da nossa existência como órgãos autárquicos.”

Procurador distrital de Meluco afastado por violação sexual de criança

Um magistrado afecto à Procuradoria Distrital de Meluco, na província de Cabo Delgado, foi afastado das suas funções e responde a dois processos, sendo um criminal e outro disciplinar, por abuso sexual de uma criança. Trata-se de Sanito Joaquim Começ
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Procurador distrital de Meluco afastado por violação sexual de criança

Um magistrado afecto à Procuradoria Distrital de Meluco, na província de Cabo Delgado, foi afastado das suas funções e responde a dois processos, sendo um criminal e outro disciplinar, por abuso sexual de uma criança. Trata-se de Sanito Joaquim Começar, apurou o @Verdade. A falta de magistrado naquele ponto do país foi confirmada por Octávio Zilo, procurador-chefe provincial de Cabo Delgado. Sem oferecer pormenores em torno do processo-crime instaurado contra o seu colega, Octávio Zilo disse que Sanito Começar já foi afastado do “quadro pessoal da Procuradoria Provincial”. Ora, decorrem diligências no Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público (CSMMP) com vista à indicação de outro magistrado. Segundo informações em nosso poder, em 2018, Começar teria estuprado duas adolescentes de 14 e 15 anos de idade, no seu gabinete de trabalho. Em 2017, o visado enfrentou pelo menos três processos disciplinares, sendo um por ausência em Meluco sem autorização, outro por condução ilegal e outro ainda por tratamento indigno aos membros do governo distrital. O @Verdade sabe, por exemplo, que o tratamento indecoroso aos membros do governo distrital custou a Sanito Começar multa correspondente a de 30 dias de descontos das suas remunerações. A sua ausência em Meluco sem autorização do CSMMP custou-lhe 15 dias de descontos nos seus salários.

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