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6ª feira de algum calor mas com céu nublado em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (20) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado. Possibilidade de neblinas locais. Vento de sueste a sudoeste fraco a mod
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6ª feira de algum calor mas com céu nublado em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (20) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado. Possibilidade de neblinas locais. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente nublado na faixa costeira. Possibilidade de nevoeiro ou neblinas locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu nublado passando a pouco nublado. Possibilidade de neblinas locais. Vento de leste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 31 20 Xai-Xai 28 19 Inhambane 27 19 Vilankulo 28 20 Beira 28 21 Chimoio 28 13 Tete 33 22 Quelimane 29 18 Nampula 31 18 Pemba 28 22 Lichinga 29 14  

Mais um cidadão atropelado na Circular de Maputo

Um jovem foi atropelado nas primeiras horas desta quarta-feira (18) na estrada Circular de Maputo, na zona de Mapulene. O automobilista assassino não parou para prestar socorro. A vítima do atropelamento, o enésimo na nova via de entrada e saída para
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Mais um cidadão atropelado na Circular de Maputo

Um jovem foi atropelado nas primeiras horas desta quarta-feira (18) na estrada Circular de Maputo, na zona de Mapulene. O automobilista assassino não parou para prestar socorro. A vítima do atropelamento, o enésimo na nova via de entrada e saída para a capital moçambicana, é um cidadão de 20 anos de idade e aconteceu cerca das 3 horas. Não houve testemunhas de mais este acidente de viação causado por um automobilista que nem sequer parou para prestar socorro e assumir a responsabilidade do seu crime.

Sol de Carvalho premiado em Portugal pelo filme “Mabata Bata”

O realizador moçambicano Sol de Carvalho foi premiado nesta quarta-feira (18) pela Federação Portuguesa de Cineclubes pela sua obra cinematográfica “Mabata Bata”, que retrata as feridas recentes da guerra civil em Moçambique. Baseado na obra de Mi
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Sol de Carvalho premiado em Portugal pelo filme “Mabata Bata”

O realizador moçambicano Sol de Carvalho foi premiado nesta quarta-feira (18) pela Federação Portuguesa de Cineclubes pela sua obra cinematográfica “Mabata Bata”, que retrata as feridas recentes da guerra civil em Moçambique. Baseado na obra de Mia Couto “O Dia Em Que Explodiu Mabata Bata”, conto que integra o livro “Vozes anoitecidas de 1986, a película é uma adaptação do realizador Sol de Carvalho da história de Azarias, um jovem pastor órfão que um dia vê o seu melhor boi, Mabata Bata, explodir devido a uma mina terrestre deixada pelos combatentes da guerra civil. Este terrível acontecimento despoleta uma fuga para a floresta (por o rapaz temer represálias), seguido de um resgate, por parte da avó e do tio, que o tentam convencer a voltar. Co-produzido pela moçambicana Promarte e a portuguesa Bando à Parte o filme de Sol de Carvalho, rodado em 2016 no Distrito do Chibuto, tem a honra de ter sido eleito como o primeiro vencedor deste novo prémio que visa homenagear o Cinema Africano de Expressão Lusófona e António Loja Neves, de forma póstuma, um grande promotor destas cinematografias. “Um filme que se destaca pela sensibilidade do seu olhar humanista e solidário e pela actualidade da sua temática, mesclando com inteligência e delicadeza a tradição cultural africana com as feridas recentes e ainda não saradas da guerra civil em Moçambique”, considerou o Júri. “Mabata Bata” estreou em 2017 e tem sido reconhecido favoravelmente pela crítica, no início deste ano foi premiado pela Montagem e Imagem no FESPACO, o maior festival de cinema de África. Natural da Beira, João Luís Sol de Carvalho realizou mais de duas dezenas de películas com destaque para “O Jardim do Outro Homem”, “A Janela”, “O Búzio” ou “As Teias da Aranha”:

Somente 1 dos 15 diques de defesa contra cheias em Moçambique está bom

A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) alerta que apenas o dique de defesa contra cheias da Bacia do Limpopo está em bom estado. Dois estão em mau estado e os restantes diques existentes em Moçambique, cuja reabilitação era um do
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Somente 1 dos 15 diques de defesa contra cheias em Moçambique está bom

A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) alerta que apenas o dique de defesa contra cheias da Bacia do Limpopo está em bom estado. Dois estão em mau estado e os restantes diques existentes em Moçambique, cuja reabilitação era um dos objectivos estratégicos do Plano Quinquenal de Filipe Nyusi, estão em muito mau estado. “Mobilizar financiamento para a reabilitação de diques e construção de plataformas de refúgios nas bacias hidrográficas dos rios Maputo e Incomáti (Maputo), Limpopo (Gaza), Save (Inhambane e Sofala); Búzi e Púnguè (Sofala), Zambeze (Marromeu e Chemba, em Sofala; Tambara, em Manica) e Licungo (Nante, em Maganja da Costa, na Zambézia)” foi definido como objectivo estratégico da Prioridade IV do Governo de Filipe Nyusi em fim de mandato. Decorridos 4 anos apenas o dique de defesa contra cheias da Bacia do Limpopo está em bom estado de acordo com documento da DNGRH apresentado semana passada no 6º Fórum Nacional de Antevisão Climática. Os diques de protecção das bacias do Incomáti e Maputo estão em mau estágio. Muito maus, segundo a Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos, estão os diques de defesa das bacias do Save, Búzi, Púnguè, Zambéze e do Licungo. Entretanto o @Verdade apurou, no Balanço do Plano Económico e Social do 1º semestre de 2019, que para a reabilitação dos 5 quilómetros do dique de Xai-Xai “foi lançado concurso para a contratação da empreitada e fiscalização para a reabilitação do dique, estando em curso a avaliação das propostas. De referir que o projecto apresenta insuficiência de fundos para as obras estimadas em 60 milhões de Meticais, estando disponível apenas 5 milhões de Meticais”. Em curso também estão as obras de reparação dos 10 quilómetros do dique de Nante, aguardando-se, de acordo com o Governo, “a autorização do financiador para a reestruturação do escopo de trabalhos, eliminando a zona vermelha definida no Plano Abreviado de Reassentamento e inclusão de novas actividades; (iii) realizada no dia 12/06/19 uma visita conjunta de avaliação dos danos, envolvendo o financiador, empreiteiro e fiscal para a elaboração do mapa detalhado dos custos inerentes e reabilitação”.

Estado “livra-se” da Mabor de Moçambique, antiga fábrica de pneus será usada na ...

O Estado moçambicano que nunca conseguiu viabilizar Mabor de Moçambique vendeu 100 por cento do património à Officemart, uma empresa do ramo de produção de artigos de papelaria, em troca de quase duas centenas de milhões de Meticais que permitiu salda
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Estado “livra-se” da Mabor de Moçambique, antiga fábrica de pneus será usada na ...

O Estado moçambicano que nunca conseguiu viabilizar Mabor de Moçambique vendeu 100 por cento do património à Officemart, uma empresa do ramo de produção de artigos de papelaria, em troca de quase duas centenas de milhões de Meticais que permitiu saldar uma dívida de dezenas de milhões de rands. Entretanto os pneus Mabor continuam a ser produzidos na Europa e Estados Unidos da América e comercializados pelo mundo, Moçambique tornou-se importador de pneus. Através de um Despacho do primeiro-ministro, datado de 20 de Junho de 2019, “É adjudicada à Officemart, Lda., a aquisição de 100 por cento do património fabril da Mabor de Moçambique – Manufactura, S.A.R.L.”. O @Verdade apurou que o que arrastou a privatização da antiga fábrica de pneus, que antes de falir chegou a exportar para a África Austral e outros cantos do globo, foi uma dívida de milhões de rands. “Estava hipotecada ao Millennium Bim por uma dívida de 72 milhões de rands, desde os anos 90”, revelou Raimundo Matule, Administrador do Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE). “O Estado não tinha 72 milhões de rands para pagar ao (Millennium) Bim até que o banco, no ano passado, aproximou-se e disse ter alguém que podia ficar com a Mabor e assumir os 72 milhões de rands em dívida”, esclareceu Matule ao @Verdade. O Administrador do IGEPE precisou que Officemart, Lda pagou 180 milhões de Meticais pelos 23 mil metros quadrados de património da Mabor dos quais 125 milhões ficaram com o Millennium Bim e o Estado recebeu 55 milhões de Meticais. “Ainda deu para pagar dívidas mais pequenas como ao INSS, aos trabalhadores”, acrescentou Raimundo Matule. O comprador, a Officemart, relacionado ao Grupo Canon Impex, vai usar as instalações para expandir as suas actividades de papelaria e impressão gráfica. O @Verdade apurou que a fábrica da Mabor, no bairro do Zimpeto, estava em construção quando Moçambique tornou-se independente e o Governo do partido Frelimo chegou a acordo com os proprietários, uma empresa portuguesa denominada Manufactura Nacional de Borracha, para a continuidade da obra que culminou com a inauguração em 1979. Mabor faliu e Moçambique gasta 40 milhões de dólares na importação de pneus Reza a história que a sigla Mabor resulta do nome da esposa de um dos fundadores da empresa Maria Borges. Em Portugal a empresa foi criada em 1938 por Júlio Anahori de Quental Calheiros e Francisco Borges em parceria com os americanos da General Tire, resultando daí a marca Mabor General. Actualmente os pneus Mabor continuam a ser produzidos na Europa e América como uma das marcas do Grupo norte-americano Continental. Durante os ano em que a Mabor operou Moçambique viveu uma profunda crise económica e financeira, decorrente do socialismo que o partido Frelimo implantou, e o mercado da África do Sul era o destino de um terço da produção de pneus. Após o abandono dos proprietários portugueses o Estado assumiu a Mabor, como havia feito com centenas de indústrias, mas o modelo de economia planificada e sem acesso ao seu principal mercado de exportação a fábrica acabou por falir embora tenha recebido várias injecções financeiras do Tesouro. Em 2018 a Mabor de Moçambique ainda tinha por amortizar ao Estado empréstimos no valor de 5,8 milhões de Meticais. Paradoxalmente o nosso país, que agora vive um boom no mercado automóvel, tornou-se num grande importador de pneus, muitos deles de qualidade duvidosa, a factura anual ronda os 40 milhões de dólares norte-americanos.

Céu nublado e tempo fresco nesta quinta-feira a Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quinta-feira (19) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado temporariamente nublado na faixa costeira. Possibilidade de neblinas loc
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Céu nublado e tempo fresco nesta quinta-feira a Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quinta-feira (19) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado temporariamente nublado na faixa costeira. Possibilidade de neblinas locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu geralmente pouco nublado. Possibilidade de nevoeiro ou neblinas locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu geralmente nublado. Possibilidade de chuviscos dispersos. Vento de sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 28 17 Xai-Xai 27 18 Inhambane 27 19 Vilankulo 26 18 Beira 28 19 Chimoio 28 14 Tete 33 20 Quelimane 30 18 Nampula 32 20 Pemba 29 21 Lichinga 27 14  

Alto risco de malária e diarreia em Moçambique durante época chuvosa 2019/2020

O Instituto Nacional de Saúde (INS), considerando as previsões para a época chuvosa 2019/2020, prevê um risco alto de casos de malária na Região Norte e na Província da Zambézia. As províncias do Centro e Norte enfrentarão ainda surtos de diarreia
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Alto risco de malária e diarreia em Moçambique durante época chuvosa 2019/2020

O Instituto Nacional de Saúde (INS), considerando as previsões para a época chuvosa 2019/2020, prevê um risco alto de casos de malária na Região Norte e na Província da Zambézia. As províncias do Centro e Norte enfrentarão ainda surtos de diarreia assim como a Cidade de Maputo. As chuvas normais com tendência para acima do normal nas regiões Sul e Centro do País até Dezembro 2019 e a precipitação normal com tendência para abaixo de normal até Março de 2020 colocam as províncias de Nampula e da Zambézia com alto risco de ocorrência de casos de malária já no início da nova época chuvosa. De acordo com o INS o alto risco de ocorrência de casos de malária mantém-se nas províncias de Nampula, Zambézia nos primeiros três meses de 2020 altura em que deverá alastrar-se para Cabo Delgado e Niassa. Na previsão, efectuada semana finda no 6º Fórum Nacional de Antevisão Climática, Instituto Nacional de Saúde alerta para risco alto de diarreias na Cidade e Província de Maputo até Dezembro de 2019 situação que se deverá manter até ao término da época chuvosa. Entretanto, de acordo com o INS, entre Janeiro e Março de 2020 surtos de diarreias poderão eclodir nas províncias de Sofala, Zambézia e Nampula.

Disparidade de género à favor do sexo masculino na Educação primária em Moçambique

O Índice de Paridade de Género (IPG) de alunos matriculados no ensino público, turno diurno e nocturno indica que mantém-se em Moçambique uma “disparidade de género à favor do sexo masculino em todas as províncias”. O IPG, elaborado pelo Instit
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Disparidade de género à favor do sexo masculino na Educação primária em Moçambique

O Índice de Paridade de Género (IPG) de alunos matriculados no ensino público, turno diurno e nocturno indica que mantém-se em Moçambique uma “disparidade de género à favor do sexo masculino em todas as províncias”. O IPG, elaborado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), revela que dos 6.436.670 alunos matriculados no Ensino público primário no nosso país, nos turnos diurno e nocturno, continua a existir “disparidade de género a favor do sexo masculino em todas as províncias”. No entanto a Cidade e Província de Maputo, e as província de Gaza Inhambane e Tete “apresentaram tendência de equilíbrio de género, pois o IPG esta no intervalo entre 0,95 a 1,04”, indica o documento do INE. No que diz respeito ao ensino secundário, onde em 2018 foram matriculados 1.080.223 de alunos “todas províncias apresentam disparidade por sexo”, contudo “as províncias da região Norte e Centro, apresentam disparidade a favor do sexo masculino enquanto a região Sul a favor do sexo feminino”.

Tráfego de aviões, passageiros e carga aumenta nos Aeroportos de Moçambique

A Empresa Pública Aeroportos de Moçambique (ADM) voltou a ganhar fôlego com a efectiva liberalização do espaço aéreo nacional que permitiu a entrada de novas companhias aéreas, em 2018 aumentou o tráfego de aviões, passageiros e de carga. Os resu
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Tráfego de aviões, passageiros e carga aumenta nos Aeroportos de Moçambique

A Empresa Pública Aeroportos de Moçambique (ADM) voltou a ganhar fôlego com a efectiva liberalização do espaço aéreo nacional que permitiu a entrada de novas companhias aéreas, em 2018 aumentou o tráfego de aviões, passageiros e de carga. Os resultados do primeiro ano da real liberalização do espaço aéreo moçambicano confirmam quão errados estiveram os políticos que adiaram a abertura dos céus moçambicanos, as contas da Aeroportos de Moçambique em 2018 registaram “crescimento em todas as variáveis da sua actividade, nomeadamente aeronaves, passageiros, carga e correios, em 7,4 por cento, 7,7 por cento, 19,9 por cento e 0,8 por cento, respectivamente”. “A entrada da Ethiopian, captou 3 por cento do tráfego de passageiros global, operacionalidade em pleno da companhia de bandeira, que captou 56 por cento do total de passageiros atendidos (...) aumento de passageiros das companhias SAA, SA Airlink e Turkish” indica o Relatório e Contas de 2018 da ADM analisado pelo @Verdade. Foram 57.540 aeronaves que aterraram nos aeroportos nacionais, “influenciado pela entrada da companhia Fastjet e Ethiopian Mozambique que captaram cifras correspondentes a 8 por cento e 2 por cento do tráfego global, respectivamente”. O Relatório refere que as aeronaves das Linhas Aéreas de Moçambique “contribuíram com 67,9 por cento do total do tráfego, cumprindo o plano em 102,1 por cento”. O tráfego regional de aeronaves continua a ser liderado pela South Africa Airways que contribuiu com 25,6 por cento do total do movimento. O segmento intercontinental contribuiu com 1,7 por cento do tráfego e continua a ser dominado pela Transportadora Aérea Portuguesa. O movimento de passageiros cresceu de 1,8 milhão em 2017 para 1.921.972 no ano passado, mais perto do melhor registo de sempre que foi um pouco acima de 2 milhões de passageiros em 2014. Deste universo 1.195.983 é correspondente ao tráfego doméstico, 30,5 por cento foi o tráfego regional e 6,5 por cento intercontinental. Mas o maior aumento foi no segmento de carga que passou de 11.702 para 14.033 toneladas onde 48,5 por cento foi carga doméstica, 27,3 por cento regional e o restante intercontinental.

Época chuvosa 2019 – 2020 com risco de cheias no Licungo; cidades de Maputo, Matola, Beira e ...

Não há previsão de cheias no início da próxima época chuvosa em Moçambique porém, no início de 2020, existe risco de cheias na Bacia Hidrográfica do Licungo. Entretanto a Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) alerta que as con
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Época chuvosa 2019 – 2020 com risco de cheias no Licungo; cidades de Maputo, Matola, Beira e ...

Não há previsão de cheias no início da próxima época chuvosa em Moçambique porém, no início de 2020, existe risco de cheias na Bacia Hidrográfica do Licungo. Entretanto a Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) alerta que as construções desordenadas e fraco saneamento nos bairros suburbanos voltará a causar inundações nas cidades de Maputo, Matola, Beira e Quelimane. Depois da mais mortífera época chuvosa de que temos memória os meteorologistas moçambicanos indicam que o fenómeno El Niño, que exerce grande influência nas condições meteorológicas do planeta, está neutro e deverá surgir com magnitude fraca até Março de 2020 por isso preveem chuvas normais com tendência para acima do normal nas regiões Sul e Centro do País até Dezembro 2019 e precipitação normal com tendência para abaixo de normal até Março de 2020. Com esta previsão, e tendo em conta que as bacias hidrográficas da Região Sul “apresentam índice de humidade muito baixo a baixo” enquanto “na Região Centro e Norte predomina índice de humidade alta a muito alta”, os técnicos da DNGRH prognosticam, até Dezembro, baixo risco de cheias nas bacias de Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Limpopo, Inharrime, Govuro, Ligonha, Lurio, Lugenda e risco moderado nas bacias hidrográficas de Mutamba, Inhanombe, Save, Búzi, Savane, Púngoè, Zambeze, Licungo. Meluli, Mecuburi, Messalo, Megaruma e Montepuez. No entanto a Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos prevê que entre Janeiro e Março de 2020 o risco de cheias passe a moderado a alto nas bacias hidrográficas do Búzi, Púngoè, Zambeze, Namacura, Meluli, Mecuburi, Megaruma, Montepuez, e Messalo e indicam risco alto no Licungo. Entretanto os prognósticos, apresentados semana passada durante o 6º Fórum Nacional de Antevisão Climática, alertam para cheias urbanas em alguns bairros das cidades de Maputo, Matola e Beira pois embora a chuva que se espera não seja muita as construções desordenadas e fraco saneamento irá causar inundações. 500 mil pessoas poderão ser afectadas por cheias na próxima época chuvosa Na capital do país correm elevado risco de cheias os bairros de Chamanculo C, Chamanculo B, Xipamanine, Aeroporto A, Aeroporto B, Munhuana, Mafalala, Urbanização, Costa do Sol, Mutanhana, Magoanine, Bairro Central na avenida 25 de Setembro). No município da Matola tem alto risco de inundação os bairros Fomento, Liberdade, Luís Cabral, Bunhiça e Nkobe, Matola A, Matola J, Matola H, e Matola D. Na massacrada Cidade da Beira deverão voltar a ficar inundados os bairros de Induda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite e Maraza. No município de Quelimane estão sob alto risco de cheias os bairros Aeroporto, Santagua, Canca, Samugue, Manhaua, Brandao, Mincajuine, Vila Pita, Torrone. A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos estima em pelo menos 500 mil as pessoas que poderão ser afectadas pelas cheias durante a próxima época chuvosa, comparativamente aos mais de 2 milhões de moçambicanos afectados pela época chuvosa 2018 /2019 e cuja maioria ainda está dependente de assistência humanitária.

40 anos de carreira: Pedro Mourana expõe no Espaço Cultural da Tmcel

Por ocasião dos 40 anos de carreira, o renomado artista plástico moçambicano Pedro de S. Betrufe Mourana, de nome artístico PMourana, inaugura, na sexta-feira, 20 de Setembro, em Maputo, uma exposição sob o tema “Eterno Recomeço - 40 anos de peregrin
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40 anos de carreira: Pedro Mourana expõe no Espaço Cultural da Tmcel

Por ocasião dos 40 anos de carreira, o renomado artista plástico moçambicano Pedro de S. Betrufe Mourana, de nome artístico PMourana, inaugura, na sexta-feira, 20 de Setembro, em Maputo, uma exposição sob o tema “Eterno Recomeço - 40 anos de peregrinação artística”. Trata-se de uma compilação de valiosas obras plásticas feitas ao longo de quatro décadas de uma notável carreira artística, caracterizada por uma criatividade ímpar, na forma de exprimir a paixão e as emoções, através da cultura. A exposição, que estará patente durante 30 dias, no Espaço Cultural Moçambique Telecom (Tmcel), localizado no IFT – Instituto de Formação das Telecomunicações, conta com o apoio desta empresa de telecomunicações, inserido no âmbito das suas acções de responsabilidade social corporativa, visando estimular, fomentar, preservar e divulgar o património artístico e cultural nacional. PMourana, cuja primeira exposição ocorreu em 1979, tem abordado várias temáticas, desenvolvendo diversas técnicas: "Nesta exposição, as pessoas poderão ver a minha evolução em termos de busca de temáticas, como também na técnica aplicada. Abordo exaustivamente temas de carácter social, sobretudo no que diz respeito à mulher, pois é a partir dela que procuro abordar a humanidade”, referiu o artista. Quarenta anos de carreira, conforme enfatizou PMourana, são quatro décadas de escola, de muita aprendizagem contínua. A ideia do artista é juntar no mesmo espaço cerca de 40 obras de arte, algumas das quais pintadas em 1983. Sobre a parceria com a Tmcel, PMourana contou que tudo começou a partir duma visita que o presidente do Conselho de Administração da Tmcel, Mahomed Rafique Jusob, fez ao seu atelier, onde contemplou algumas das obras do artista: “Estou feliz por esta parceria e acredito que vai imprimir maior qualidade à minha exposição”, frisou. Ainda a propósito da parceria, PMourana considerou que as artes só podem desenvolver-se se o empresariado nacional apoiar, uma vez que um artista isolado mesmo que tenha talento, dom e potencial, se não tiver uma parceria institucional, um curador à altura, não pode singrar na sociedade. Importa realçar que PMourana já participou em diversas exposições, tanto individuais como colectivas, dentro e fora do País, onde abordou temas que exaltam o amor, a mulher, a poesia, a música e outros de intervenção social, focalizando assuntos inerentes à valorização do património cultural, à exaltação da diversidade cultural e ao diálogo entre as artes, nomeadamente a pintura e a música.

4º feira de céu pouco nublado e calor em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (18) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado temporariamente nublado na faixa costeira. Possibilidade de neblinas loc
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4º feira de céu pouco nublado e calor em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (18) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado temporariamente nublado na faixa costeira. Possibilidade de neblinas locais. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu geralmente pouco nublado. Possibilidade de nevoeiro ou neblinas locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado a limpo. Possibilidade de neblinas locais. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas ao entardecer. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 34 19 Xai-Xai 32 17 Inhambane 28 20 Vilankulo 27 18 Beira 27 20 Chimoio 29 14 Tete 33 21 Quelimane 28 18 Nampula 31 18 Pemba 29 20 Lichinga 27 14  

SELO: O papel dos Pais molhou! – por Autor: Fernando Sueia/Ubuntu Sueia

Os tempos são outros, as pessoas são outras, o mundo é outro e o tal outro é outro! A dinâmica da vida cometeu homicídios dos hábitos saudáveis para a sociedade, particularmente para os jovens. Nos tempos modernos, Aqueles pais afortunados em ensiname
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SELO: O papel dos Pais molhou! – por Autor: Fernando Sueia/Ubuntu Sueia

Os tempos são outros, as pessoas são outras, o mundo é outro e o tal outro é outro! A dinâmica da vida cometeu homicídios dos hábitos saudáveis para a sociedade, particularmente para os jovens. Nos tempos modernos, Aqueles pais afortunados em ensinamentos, aqueles que não deixavam o vizinho ver novelas sem acariciar as águas e os saquinhos de cebolas, estão mais ansiosos em produzir para garantir a vida física e biológica dos seus filhos. E da vida emocional, quem toma conta? As redes anti-sociais? Não, aí, salve-se quem quiser! Por conta disso, os cérebros dos jovens andam descobertos, as águas entram, inundam e formam cheias de 2000 e ciclones na era do Ematum, mas com uma diferença: não há INGC para salvar essas mentes. Portanto, elas ficam ‘’elinhas’’ e, por fim, ficam órfãs de valores e princípios. Por outro lado, a dita tecnologias não ajuda em nada, talvez esteja a acelerar a degradação com aquilo que ela nos dispõe sem nos ensinar como usar devidamente. E, o professor, o que ele faz? Ninguém o deve condenar, porque, aos jovens, ele ensina a ciência e consolida a educação tida em casa. Entretanto, em casa, nada ensinam! Esses putos aprendem na rua o Abc da Moral, da ética e outros abecedários sem obedecer a seqüência, colocando o F e depois U , M, A e tantas «desaprendizagens». Onde estão os pais quando essa juventude pinta os pulmões com pincéis que passam de parede em parede até sobrar a beata das suas vidas? Não sentem o cheiro da tinta ou precisam de olhos para sentir? Onde estão os pais quando os jovens acariciam os nossos olfactos nos «my loves» com aromas dos “boss's« das suas mentes e os »soldados" que defendem a pátria da embriaguez? Aliás, às vezes, essa degradação social é financiada pelos próprios pais. Coitados, nem sabem como! Mas eu sei: quando lhes são pedidos dinheiros e não interrogam os seus destinos, não desconfiam, não fazem acompanhamento de nada, alegando crise de 1929, mas com duas diferenças: esta é de tempo e só afeta algumas pessoas! Os meios de informação andam ocupados com informação sobre os recursos minerais e outras programações que só têm como vantagem a audiência. E, quem vai explorar esses recursos se esses putos exploram a juventude sem se importar com a ciência? Só querem diplomas com notas altas e baixa competência. Culpados são vocês que pensam que a nota é o reflexo de saber fazer. Eles aproveitam-se desse critério. Como obtém essas notas? Só eles e os professores sabem melhor. Por outro lado, aqueles que produzem tais coisas, cadê, o que dizem? O que fazem senão aumentar o PIB do país e a taxa de mortalidade, mendicidade, analfabetismo, etc? Se eu soubesse, eu segredaria nem que corresse o risco de sair da platéia da vida. Mas com toda sinceridade de uma criança virgem dos males desse mundo, caros leitores, eu não sei. A única coisa que sei e aprendi quando eu pousei na juventude com os mais velhos antigos: Quem se interessa, quem ama se dá tempo! Portanto, os pais devem se interessar mais em educar os seus filhos para gerar tempo, métodos ideais assim como os órgãos de informação devem ser mais eficazes na sensibilização dos jovens. Por último, a sociedade e os profissionais devem, também, participar na reanimação da juventude...

Cidadã burundesa assassinada no Município da Matola

Um cidadã de nacionalidade burundesa foi assassinada na noite deste domingo (15) por desconhecidos no bairro de Boquisso, no Município da Matola, na Província de Maputo. Testemunhas relataram que o crime terá acontecido cerca das 21 horas quando a fina
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Cidadã burundesa assassinada no Município da Matola

Um cidadã de nacionalidade burundesa foi assassinada na noite deste domingo (15) por desconhecidos no bairro de Boquisso, no Município da Matola, na Província de Maputo. Testemunhas relataram que o crime terá acontecido cerca das 21 horas quando a finada regressava a sua residência, após ter saído para pagar a renda da sua casa. O corpo, descoberto na manhã desta segunda-feira pelos vizinhos, apresentava sinais de esfaqueamento no abdómen e ferimentos na cabeça. Os residentes do bairro de Boquisso apontaram a fraca iluminação pública e a ausência de patrulha policial como factores que propiciam a acção de meliantes muitos deles jovens desempregados das redondezas.

Início da época chuvosa 2019 – 2020 “de chuvas normais” em Moçambique

Em Outubro uma nova época chuvosa inicia em Moçambique, o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê que a ocorrência de chuvas normais, nos primeiros três meses, “com tendência para acima do normal nas províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Man
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Início da época chuvosa 2019 – 2020 “de chuvas normais” em Moçambique

Em Outubro uma nova época chuvosa inicia em Moçambique, o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê que a ocorrência de chuvas normais, nos primeiros três meses, “com tendência para acima do normal nas províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica e Sofala, sul da província da Zambézia e grande extensão da província de Tete”. De acordo com o INAM os meses de Outubro, Novembro e Dezembro serão caracterizados por “chuvas normais com tendência para abaixo do normal: em toda a extensão das províncias de Cabo Delgado, Nampula e Niassa, e os distritos a norte da província da Zambézia”. Para os distritos da parte central da província da Zambézia e a parte sul da província de Tete a previsão é de chuvas normais enquanto nas províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica e Sofala, sul da província da Zambézia e grande extensão da província de Tete as chuvas serão “normais com tendência para acima do normal”. A previsão para próxima época chuvosa, divulgada durante o 6º Fórum Nacional de Antevisão Climática que decorreu semana passada em Maputo, indica que em Janeiro, Fevereiro e Março de 2020 o nosso país deverá registar “chuvas normais com tendência para acima do normal nos distritos da parte leste-a-sul de Tete, as províncias de Niassa, Cabo Delgado, Zambézia, grande extensão de Sofala, e os distritos a leste da Província de Manica”. Nos distritos a norte de Cabo Delgado, centro-a-oeste de Tete, a faixa ocidental de Manica a precipitação será normal enquanto nos distritos a sul de Manica e Sofala, as províncias de Inhambane, Gaza e Maputo as chuvas deverão ser “normais com tendência para abaixo do normal”, portanto a situação de seca e escassez de água deverá manter-se.

Flexibilização de reservas obrigatórias “vai libertar um pouco mais liquidez para aplicar ...

O Banco de Moçambique (BM) flexibilizou a forma de constituição de reservas obrigatórias pelos bancos comerciais. Para administrador delegado do Standard Bank, Chuma Nwokocha, “é uma notícia bem vinda pelos bancos porque vai libertar um pouco mais liq
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Flexibilização de reservas obrigatórias “vai libertar um pouco mais liquidez para aplicar ...

O Banco de Moçambique (BM) flexibilizou a forma de constituição de reservas obrigatórias pelos bancos comerciais. Para administrador delegado do Standard Bank, Chuma Nwokocha, “é uma notícia bem vinda pelos bancos porque vai libertar um pouco mais liquidez para aplicar em créditos para os nossos clientes”. Dados mais recentes do banco central indicam que o “crédito ao sector privado mantém um crescimento positivo mas ainda baixo perante acções de reestruturação da carteira de empréstimos e a contínua contracção da componente em moeda externa”. “A evolução mais recente dos agregados monetários e financeiros impõe a actualização da forma de constituição de reservas obrigatórias, de modo a conferir maior flexibilidade à gestão de liquidez das instituições de crédito abrangidas”, divulgou o BM através do Aviso 8/GBM/2019 de 8 de Agosto. Entrevistado pelo @Verdade o administrador delegado do Standard Bank comentou esta revisão do banco central: “é uma notícia bem vinda pelos bancos porque vai libertar um pouco mais liquidez para aplicar em créditos para os nossos clientes”. “Não esquece que em termos de crédito existe a parte da demanda, não depende só do banco querer e poder emprestar mais, em princípio a revisão do coeficiente de reservas obrigatórias em moeda nacional implica que haver mais liquidez para aplicar nos clientes dos bancos”, explicou ainda Chuma Nwokocha. Questionado pelo @Verdade sobre o alto custo do dinheiro nos bancos comerciais administrador delegado do Standard Bank disse que o “prémio de custo já foi revisto” e, sem indicar taxas específicas deu a entender que os spreads da instituição financeira que dirige estão abaixo do que é oficialmente divulgado. Entretanto, um outro banqueiro, Manuel Soares, Administrador do Banco Comercial e de Investimentos (BCI), alertou em Maio, durante um encontro com empresários Confederação das Associações Económicas, “que o facto de existir uma elevada liquidez não significa que o sistema financeiro aumente o crédito a economia”. Soares explicou que devido as Normas Internacionais de Relato Financeiro os bancos passaram a ter que “ser mais exigentes”, indicando como exemplo que uma empresa com capital social de 20 mil Meticais não pode receber um crédito de 60 milhões, “podemos dizer que o empresário tem património, que as suas contas a ordem tem bons saldos mas a realidade é que eu não estou a conceder crédito as contas estou a conceder pela análise da sua empresa”. Crédito mal parado reduziu de 11,7 por cento, em Maio, para 10,6 por cento, em Junho Os dados mais recentes do Banco de Moçambique indicam que o “crédito ao sector privado mantém um crescimento positivo mas ainda baixo perante acções de reestruturação da carteira de empréstimos e a contínua contracção da componente em moeda externa. Em termos mensais, após cinco meses consecutivos de crescimento positivo, em Junho, o crédito reduziu em 0,7 por cento, para 2,2 por cento, a reflectir, essencialmente, a redução da carteira de crédito das instituições públicas não financeiras”. “A decomposição do crédito mostra que a componente em moeda nacional é a que tem estado a contribuir para o aumento do agregado total, tendo crescido 8,2 por cento, em termos anuais, num cenário em que os empréstimos em moeda estrangeira contraíram em 19,2 por cento, em termos anuais”, indica o relatório de Conjuntura Económica e Perspectivas de Inflação de Agosto. O documento do banco central mostra que, “em Junho, a redução mensal do agregado total foi determinada pelo decréscimo da dívida das empresas públicas não financeiras e do sector privado, com impacto na melhoria do indicador de crédito mal parado que decresceu de 11,7 por cento, em Maio, para 10,6 por cento, em Junho”.

Paridade do género nos Lugares de Decisão em Moçambique piorou com Nyusi

O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou que a paridade do género nos Lugares de Decisão em Moçambique piorou durante o primeiro mandato de Filipe Nyusi. “No geral há disparidade entre os funcionários e agentes do Estado em cargos governativo
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Paridade do género nos Lugares de Decisão em Moçambique piorou com Nyusi

O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou que a paridade do género nos Lugares de Decisão em Moçambique piorou durante o primeiro mandato de Filipe Nyusi. “No geral há disparidade entre os funcionários e agentes do Estado em cargos governativos, de direcção, chefia e confiança”, o Índice de Paridade de Género (IPG) passou de 100 funcionários do sexo masculino para 53 do sexo feminino em 2015 para 50 mulheres em 2017. Verónica Macamo, Margarida Talapa, Ivone Soares, Vitória Diogo, Nazira Abdula são algumas das mulheres mais poderosas de Moçambique pelos cargos que ocupam nos órgãos do Estado e no Governo no entanto, e apesar do discurso oficial apregoar a paridade do género o apurou que alcançar a igualdade está cada vez mais longe, “nos órgão de tomada de decisão as mulheres têm uma representatividade inferior em a relação a homens”. Num documento intitulado “Mulheres e homens 2018” o Instituto Nacional de Estatística apurou que embora o número de funcionários tenha aumentado em 11 por cento, de 10 641 em 2015 para 11 838 em 2017, a maioria continuam a ser do sexo masculino, 65 por cento. O Índice de Paridade de Género compilado pelo INE “mostra que no geral há disparidade entre os funcionários e agentes do Estado em cargos governativos, de direcção, chefia e confiança, sendo 100 funcionários do sexo masculino para 53 do sexo feminino em 2015 e 50 em 2017”. No Governo de Filipe Nyusi a maioria das mulheres ocupam o cargo de vice-ministros “com maior representatividade do sexo feminino em relação aos outros com IPG de 0,80, seguindo os deputados com 0,64”. “Com a excepção do cargo ”Funcionários e Agentes de Estado que exercem cargos de confiança” com o Índice de Paridade de Género de 1,44 e 1,46 para 2015 e 2017, os restantes cargos são constituídos na maioria por indivíduos do sexo masculino, com maior disparidade em cargos de “Dirigentes e quadros de direcção e chefia a nível distrital” e “Funcionário e Agentes de Estado com cargos governativos” com Índice de Paridade de Género de 0,33 e 0,44, respectivamente, em 2017”, refere o documento que estamos a citar. Moçambique longe de alcançar Objectivo de Desenvolvimento Sustentável nº5 O INE indica ainda que “Há disparidade dos funcionários e agentes do estado em todas províncias a favor de funcionários do sexo masculino, com excepção de Maputo Cidade que embora com tendência a equilibrar o género em 2015, registou 104 do sexo feminino para 100 de masculino. As províncias da região Norte incluindo Manica, registaram maior disparidade a favor de funcionários do sexo masculino, cujos índices são abaixo de 60”. Estes dados mostram que Moçambique está cada vez mais longe de alcançar o Objectivo de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas número 5 que preconiza: “Garantir a participação plena e efectiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, económica e pública”. Estes números desmentem a promessa do Presidente Filipe Nyusi que a propósito das comemorações do Dia da Mulher Moçambicana disse ser “o momento em que reafirmamos o nosso compromisso colectivo de que a mulher camponesa, operária, funcionária, estudante, mulher nas Forças de Defesa e Segurança, empregada doméstica, a mulher desempregada é nossa parceira estratégica no processo de desenvolvimento do país, por isso, é imperioso que ela faça parte deste mesmo processo”. Nyusi apregoou ainda a “necessidade de empregarmos metodologias e tecnologias cada vez mais criativas e inovadoras para acelerarmos o passo rumo à igualdade de género verdadeira”.

Chefe dos observadores da UE avisa “eleições democráticas não podem ser reféns de ...

A União Europeia, único Parceiro que comparticipou no custo das Eleições Gerais de 15 de Outubro, colocou desde o passado sábado os seus observadores em todas províncias de Moçambique. O chefe da Missão, o eurodeputado Nacho Sánchez Amor, avisou: “
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Chefe dos observadores da UE avisa “eleições democráticas não podem ser reféns de ...

A União Europeia, único Parceiro que comparticipou no custo das Eleições Gerais de 15 de Outubro, colocou desde o passado sábado os seus observadores em todas províncias de Moçambique. O chefe da Missão, o eurodeputado Nacho Sánchez Amor, avisou: “As eleições são um direito dos cidadãos, são um direito do povo, não são uma propriedade dos partidos políticos e as eleições democráticas não podem ser reféns de nenhum agenda política e partidária”. Começou neste sábado (14) em Maputo o trabalho de 150 observadores eleitorais provenientes dos 28 países da União Europeia e ainda da Suíça, Noruega e do Canada que se propõem a visitar 1000 a 1200 das 20.570 assembleias de voto que serão instaladas para a realização das sextas eleições Presidenciais e Legislativas e primeiras Provinciais no nosso país. “Dará material suficiente, de acordo com os nossos dados estatísticos, para tirar conclusões aqui, é o sistema internacional de observação”, explicou a jornalistas Nacho Sánchez Amor. Confrontado com o aviso do maior partido de oposição que o resultado das eleições ditará o futuro do recente Acordo de Paz e Reconciliação, assinado com o Governo para pôr termo a terceira guerra civil em Moçambique, o chefe da Missão enfatizou: “Eu creio que se calhar não é bom que a questão eleitoral tenha sido introduzida na agenda política. As eleições são um direito dos cidadãos, são um direito do povo, não são uma propriedade dos partidos políticos e as eleições democráticas não podem ser reféns de nenhum agenda política e partidária”. Nacho Sánchez Amor disse ainda que a Missão está a par da inscrição de eleitores inexistentes na Província de Gaza, Círculo eleitoral que tradicionalmente vota massivamente no partido Frelimo, “sabemos que parte do processo tem que ser apurado pela Procuradoria-Geral da República e pensamos que é muito importante para a gerar confiança que a decisão de todas autoridades envolvidas seja atempada e de resposta a inquietude geral da sociedade”. O eurodeputado espanhol revelou ainda que as recomendações da Missões da União Europeia a anteriores processos eleitorais em Moçambique tem sido acolhidas. “Uma das recomendações era facilitar o acesso dos partidos políticos e dos candidatos envolvidos nas eleições aos tribunais retirando a impugnação prévia que era um trâmite, que foi retirado, não só foi acolhida pelos órgãos eleitorais mas foi acolhida pelo Parlamento do país que mudou a lei eleitoral”. A União Europeia é o único Parceiro de Cooperação de Moçambique que comparticipou, com 8 milhões de euros, no financiamento das eleições onde quatro candidatos disputam a Presidência de Moçambique, 24 partidos e duas coligações de formações políticas concorrem aos 250 assentos do Parlamento e, pela primeira vez, serão eleitos os Governadores das dez províncias.

União Desportiva do Songo em desvantagem para fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos

Um golo solitário do campeão do Zimbabwe, no passado sábado (14), colocou a União Desportiva do Songo em desvantagem na 2ª eliminatória de acesso à fase grupos da Liga dos Campeões Africanos em futebol. Com uma entrada receosa no estádio Mandava,
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União Desportiva do Songo em desvantagem para fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos

Um golo solitário do campeão do Zimbabwe, no passado sábado (14), colocou a União Desportiva do Songo em desvantagem na 2ª eliminatória de acesso à fase grupos da Liga dos Campeões Africanos em futebol. Com uma entrada receosa no estádio Mandava, na cidade zimbabweana de Bulawayo, o bi-campeão nacional de futebol viram os anfitriões colocarem-se na frente do placar no minuto 22 quando o médio Never Tigere colocou no fundo das redes um pontapé de livre directo sem chances para Leonel. Ainda na 1ª parte o FC Platinum podia ter feito o segundo mas Rodwell Chinyengetere falhou a baliza. Na etapa complementar os pupilos de Nacir Armando melhoraram no relvado mas acabaram por não conseguir traduzir em golos a sua prestação. A partida da 2ª mão da última eliminatória de acesso à fase de grupos da “champion” africana está marcada para daqui há 2 semanas no “Caldeirão do Chiveve”, casa alugada pela União Desportiva do Songo para os seus jogos das afrotaças.

Reconstrução pós Idai e Kenneth é “projecto de 5 anos”, dentre os desafios o dinheiro ...

A reconstrução da Cidade da Beira, da restante Região Centro massacrada pelo Ciclone Idai e das zonas fustigadas pelo Ciclone Kenneth no Norte de Moçambique, “é um projecto a 5 anos” revelou em entrevista ao @Verdade Francisco Pereira. Dentre os vár
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Reconstrução pós Idai e Kenneth é “projecto de 5 anos”, dentre os desafios o dinheiro ...

A reconstrução da Cidade da Beira, da restante Região Centro massacrada pelo Ciclone Idai e das zonas fustigadas pelo Ciclone Kenneth no Norte de Moçambique, “é um projecto a 5 anos” revelou em entrevista ao @Verdade Francisco Pereira. Dentre os vários desafios da “Missão Patriótica” para que foi indigitado o director-executivo Gabinete de Reconstrução Pós-Ciclones explicou quão complexo será montar o “puzzle” das necessidades de milhões de moçambicanos afectados, a intervenção das várias instituições governamentais e preferência dos doadores, “todo o dinheiro vem com endereço e depois não é todo ao mesmo tempo”. Seis meses após o mais mortífero e devastador ciclone de que há memória e embora o Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas, António Gueterres, tenha afirmado que os países mais ricos que causaram as Mudanças Climáticas tem a obrigação de apoiar Moçambique, dos 3,2 biliões de dólares norte-americanos que foi quantificada a recuperação e reconstrução da Cidade da Beira assim como de 64 distritos em sete províncias o nosso país conseguiu, na Conferência de Doadores que aconteceu em Junho, promessas de apenas 1,3 bilião de dólares. “Desse montante já estão confirmados um pouco mais de 1 bilião, ainda há cerca de 250 milhões por confirmar de entidades que comprometeram-se em contribuir. Cerca de 600 milhões, 470 (milhões de dólares) do Banco Mundial e 130 (milhões de dólares) do Banco Africano, já estão discutidos, acordados e estão a ser entregues à medida que os projectos estão a ser implementados”, precisou em entrevista ao @Verdade o director-executivo Gabinete de Reconstrução Pós-Ciclone Idai. Francisco Manuel da Conceição Pereira revelou que “a União Europeia, por exemplo, falou em 200 milhões de euros, mas agora vem dizer que só em 2020, depois das eleições, muitos daqueles países que fizeram as os seus anúncios de contribuições, incluindo a USAID, diz que vai dar, DFID, vai dar mas não definiu quanto, enquanto estamos a preparar os projectos estamos sempre a pressionar os doadores quando é que estão disponíveis essas verbas”. O engenheiro civil que já foi vice-ministro das Obras Públicas deu a conhecer ao @Verdade várias das intervenções de emergência que aconteceram: “com o Banco Mundial, conseguimos há 2-3 meses atrás um adiantamento do bolo total de 65 milhões de dólares. 35 milhões (de dólares) foram para as estradas, para fazer estradas terceárias, ligações que tinham sido perdidas nas província do Centro e Norte, 10 milhões de dólares para o sistema de abastecimento do água da Beira, estão a ser feitas novas secções de tubagem, e 10 milhões para a agricultura, através da FAO foram distribuídas sementes e insumos agrícolas para se resolver o problema da primeira época de chuvas. Algumas centenas de salas de aulas, que tinham problemas de cobertura fundamentalmente, já estão reabilitadas e isso já foi feito com fundos de outros doadores”. Protecção costeira, drenagem da Cidade da Beira e reabilitação definitiva da N6 “entre Junho e Julho do próximo ano” Relativamente à reconstrução e intervenções de fundo Pereira foi claro “é um projecto a 5 anos, eu julgo que é pouco para o desastre que foi. Nós no programa que apresentamos ao Conselho de Ministros, no dia 13 de Agosto, e foi aprovado, indicamos que a maioria das actividades começarão a ser realizadas apenas em 2020”. “As grandes obras como a protecção costeira, a drenagem da Cidade da Beira, a reabilitação definitiva da N6 são projectos que exigem normalmente um estudo de impacto ambiental, exigem depois o lançamento do concurso do consultor (30 a 45 dias) que vai fazer o projecto de execução detalhado (proposta vem vai para os ministérios respectivos 2 a 3 meses) e só depois lança-se o concurso de construção. Significa que todas estas grandes actividades, que estão neste momento a contratar os consultores que depois vão, num período de 3 a 5 meses, fazer o projecto de execução e só depois é que se lança a obra. Portanto as actividades destes grandes projectos o início aconterá entre Junho e Julho do próximo ano”, explicou ao @Verdade. Pereira, que na década de 90 liderou um projecto de reabilitação urbana das cidades de Maputo e da Beira, esclareceu ainda ao @Verdade que: “A zona da Beira porque está a um nível mais baixo das águas do mar está muito volátil por isso que um dos projectos mais importantes é a protecção costeira, vamos despender 60 milhões de dólares, 30 (milhões de dólares) do Banco Mundial e 30 (milhões de dólares) dos holandeses, que é para fazer diques que permitam diminuir a intensidade hidráulica do mar, quebra mar quando há mau tempo, enchimento das praias, como se fez aqui em Maputo, para que seja o primeiro contraforte do impacto, uma cobertura vegetal de mangal ao longo da costa e uma estrada de costa que permita segurar bem aquela zona. É insuficiente para a totalidade mas vai ser alguma barreira física”. “Também vamos ter um projecto de drenagem, quando a maré enche a água tem que ser expulsa com um sistema de bombagem, por gravidade só não sai por isso vai-se aumentar o sistema (do Chiveve) que foi reabilitado, algumas das comportas e válvulas vão ser aumentadas, temos outros 60 milhões (de dólares) para esse trabalho”, pormenorizou o director-executivo Gabinete de Reconstrução Pós-Ciclone Idai. “Todas as escolas devem ser centros de refúgio” Segundo Francisco Pereira existem ainda “os projectos de Educação e Saúde, alguns vão andar mais depressa porque cada escola tem um projecto pois não foram danificadas da mesma maneira, então vamos ter chance de já no fim do ano lançar os concursos para as obras, já estão neste momento em exercício alguns consultores que estão a fazer os projectos de revisão”. Além disso o projecto “escola segura”, revelado em 2016 pelo @Verdade, vai ser parte integrante da matriz da reconstrução das infra-estruturas de Educação e da Saúde, “todas as escolas devem ser centros de refúgio, para isso construir-se, por exemplo, a área de recreação num plano mais elevado para onde as famílias podem ir mais rapidamente em caso de inundações. Criar nas escolas salas resilientes às calamidades onde as pessoas possam aglomerar-se numa primeira fase para não perderem a vida”, indicou Pereira. Programa de Habitação “que cada casa não ultrapasse os 2 a 3 mil dólares, para que se consiga 15 a 20 mil casas” O director-executivo Gabinete de Reconstrução Pós-Ciclone Idai deu a conhecer ao @Verdade o conceito do grande Programa de Habitação: “o país perdeu no conjunto cerca de 300 mil casas, sendo 240 mil na Região Centro e 50 mil na Região Norte. Estas casas foram totalmente destruídas e as pessoas foram reassentadas, na ordem de 60 mil em 20 Centros. Neste locais a reconstrução é total, porque estão em tendas de loca que serão substituídas por habitações novas”. “Mas essas novas habitações vão ser construídas com o esforço das famílias, nós vamos oferecer os materiais de construção, porque são muito pobres e vulneráveis, mas tem de haver um contributo das famílias até para se apropriarem das casas. Vamos fazer aqueles modelos protótipos, para as pessoas darem as suas opiniões, mas não podemos esticar muito porque temos de fazer bem, com as medidas de resiliência que as vezes não colocadas, pode haver outro ciclone mas não pode haver outro desastre”, aclarou Pereira. O experiente engenheiro civil e antigo governante afirmou que “logo à seguir ao desastre nós avaliamos em 600 milhões de dólares o custo do Programa de Habitação. Neste momento temos menos de 100 milhões, do Banco Mundial e de outras organizações. É claro que quando iniciarmos o Programa pensamos que poderemos ter mais recursos. Temos alguns critérios as famílias numerosas, as famílias dirigidas por mulheres, por crianças ou por idosos que não tem capacidade de trabalho terão prioridade, é um trabalho duro mas o que é certo é que os recursos não chegam, são de uma dimensão muito grande e não havia hábito dos Parceiros apoiarem a Habitação. “Estamos tentar que cada casa não ultrapasse os 2 a 3 mil dólares, para que se consiga 15 a 20 mil casas, que são 10 a 15 por cento das necessidades actuais, embora saibamos as famílias são muito resilientes e muitas delas não esperaram e começaram com os poucos recursos que tinham a reconstruir”, detalhou. Francisco Pereira acredita que “o Programa de Habitação pode começar este ano porque não exige projectos especiais, o que exige é organização no terreno muito grande. Nós temos de abrir um concurso para contratar fornecedores de materiais de construção, queremos que montem pequenos armazéns nas zonas onde vamos recuperar mais casas para as famílias não terem muito trabalho de irem buscar os materiais e escolher, entre elas as mais vulneráveis, e aí vamos contar com as Organizações Não Governamentais e órgãos locais que tem experiência nesses assuntos”. Reconstrução pós-ciclone Kenneth na Ilha do Ibo e Macomia No entanto, e embora o responsável para reconstrução pós-ciclones considere que o Programa de Habitação seja “mais aliciante”, não tem dúvidas que será “mais desafiante também porque vamos lidar com famílias, caso a caso. Vamos fazer as casas mas também os acessos, a água e o saneamento, e temos que pensar que as pessoas tem que produzir, não podem estar de mão estendida, então podem ficar muito longe de um local onde possam produzir, ou aqueles que são da pesca temos de ver como vão continuar a pescar, este é o drama que temos porque refazer a vida das pessoas não é uma coisa simples”. De acordo com Pereira o Programa de Habitação será implementado “nas zonas de reassentamento, nas zonas urbanas, mais próximo da Cidade da Beira, vamos ter de selecionar casas onde as pessoas estão lá embora tenham perdido tecto, etc”. “Temos ainda as zonas rurais onde a pessoas perderam tudo mas não foram reassentadas porque não quiseram largar as suas machambas, preferiram ficar lá com umas tendas, uns plásticos em cima, etc, e aí também temos de intervir”, anotou Francisco Pereira. Relativamente a reconstrução da devastação deixada pelo ciclone Kenneth, particularmente na Província de Cabo Delgado, e cujos custos iniciais estão estimados em 224,4 milhões de dólares, Pereira declarou ao @Verdade que “contrariamente a zona Centro não houve necessidade de reassentar porque as casas eram feitas de pau a pique e com coberturas de vegetais e muitas delas caíram, mas já voltaram a ser reerguidas. Vamos tentar fazer um grande projecto na Ilha do Ibo, foi muito danificada, onde toda habitação foi-se embora, temos financiamento da Cooperação italiana que nos vai ajudar. Macomia foi outro local afectado e de resto foram escolas, hospitais e Administração, fundamentalmente tectos”. “Nós temos que contar que vai haver mais ciclones, com maior frequência e com maior intensidade” Indigitado pelo Governo para a “Missão Patriótica” de reconstrução o reformado quadro das Obras Públicas revelou que um dos primeiros desafios que tem enfrentado é “coordenar todos os ministérios que foram afectados e estão envolvidos na implementação e vários doadores, fazer este puzzle, doadores que tem as suas preferências, não dão dinheiro para fazermos o que queremos, eles discutem primeiro com as agencias de implementação do global o que acham que podem financiar um montante para Educação, outro para Saúde, todo o dinheiro vem com endereço e depois não é todo ao mesmo tempo, é por tranches”. “Estes ciclones tiverem desastres e tragédias mas teve uma vantagem, na minha opinião, nos acordou a todos que estamos agentes da construção, manutenção e reabilitação que não se pode mais inventar as coisas que já estão inventadas há muito tempo, é preciso fazer as coisas bem. Se não há dinheiro tem que se fazer menos, nós encontramos projectos com financiamento externo mal feitos. Também para diminuir custos as pessoas não contratam fiscalização, nos projectos financiados não pode ser, está na lei, é obrigatório e temos de cumprir até nos materiais usados”, recordou Francisco Pereira. O experiente quadro das Obras Públicas desejou na entrevista @Verdade “que não haja mais nada (Calamidade) enquanto não acabarmos o Programa de Reabilitação”, no entanto está consciente da realidade e alertou “nós temos que contar que vai haver mais ciclones, com maior frequência e com maior intensidade”. Pereira deixou uma recomendação: “No futuro nem sempre vai ser possível fazer conferências para doadores nós temos que ter instrumentos internos, que haja uma contribuição anual do orçamento para um fundo que possa pelo menos iniciar um processo semelhante e não ficar a espera dos doadores, o país tem que estar preparado para isso”.

Ao longo dos últimos 24 anos: Mais de 9.500 estudantes graduados pela Universidade Politécnica

Ao longo dos 24 anos da sua existência, a Universidade Politécnica já graduou um total de 9.567 estudantes, dos quais 3.473 bacharéis, 5.367 licenciados, 225 mestres e 502 estudantes completaram cursos de pós-graduação. Para o próximo ano, o maior
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Ao longo dos últimos 24 anos: Mais de 9.500 estudantes graduados pela Universidade Politécnica

Ao longo dos 24 anos da sua existência, a Universidade Politécnica já graduou um total de 9.567 estudantes, dos quais 3.473 bacharéis, 5.367 licenciados, 225 mestres e 502 estudantes completaram cursos de pós-graduação. Para o próximo ano, o maior estabelecimento privado de ensino superior do País, espera atingir e ultrapassar a marca de 10 mil graduados, conforme referiu o reitor, Narciso Matos, no decurso da XXI cerimónia de graduação, ocorrida no sábado, 14 de Setembro, em Maputo. Na ocasião, foram graduados 439 estudantes, sendo 407 licenciados e 32 mestres. Do conjunto de estudantes licenciados de 23 cursos, 252 são mulheres, o que corresponde à maioria dos graduados. “Estamos decididos a ser e permanecer como uma das melhores universidades de Moçambique”, disse Narciso Matos, assegurando aos presentes na cerimónia que a instituição está a trabalhar para ser ainda uma universidade melhor em 2020, do que em 2019. Para o efeito, segundo explicou, a Universidade Politécnica submeteu todos os seus cursos a um processo completo de auto-avaliação externa realizada pelo Conselho Nacional de Avaliação de Qualidade do Ensino Superior (CNAQ): “A preparação, as conclusões e recomendações deste processo estão já a promover, com certeza, a melhoria dos nossos cursos”, frisou. Num outro desenvolvimento, Narciso Matos indicou que foi iniciado um processo de revisão curricular, através do qual todos os cursos serão actualizados num processo de consulta com professores, estudantes, graduados, empregadores e ordens profissionais, nomeadamente a Ordem dos Engenheiros de Moçambique, a Ordem dos Advogados, Ordem dos Médicos, Ordem dos Contabilistas e Auditores, Ordem dos Enfermeiros, entre outras agremiações. Desde modo, espera-se que, em 2021, os cursos sejam actuais e melhor organizados do que agora, razão pela qual todos os professores estão a ser submetidos à formação em comunicação oral e escrita em metodologia de investigação científica, em pedagogia e psicologia da educação e em informática aplicada à educação superior. “Celebrem este dia e esta meta. É fruto da vossa determinação. Lembrem-se de que o conhecimento avança todos os dias. Muito do que aprenderam no primeiro ano dos vossos cursos, hoje já precisa de ser actualizado. Muito do que o vosso certificado representa está ainda por ser, porque o certificado significa, acima de tudo, que vocês estão habilitados a continuar a aprender de modo independente”, realçou Narciso Matos. Falando em representação dos graduandos, Ludmila Rangel, referiu que a graduação impulsiona outras buscas e, acima de tudo, abre novos horizontes visando um futuro brilhante. “Sempre acreditamos que este dia chegaria, pois esforçamo-nos e buscamos, dia-após-dia, condições para a concretização do nosso sonho. Mas não foi um percurso apenas de glórias, uma vez que houve momentos em que fomos colocados à prova. Passamos por momentos de aflição, desespero e noites em claro, ausência no seio familiar, mas foi por um bom motivo”, disse.

Sol volta a brilhar nesta 3ª feira de chuviscos no Centro de Moçambique

O Instituto Nacional de meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (17) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente nublado. Possibilidade de neblinas locais. Vento de sueste fraco a moderad
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Sol volta a brilhar nesta 3ª feira de chuviscos no Centro de Moçambique

O Instituto Nacional de meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (17) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente nublado. Possibilidade de neblinas locais. Vento de sueste fraco a moderado soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado com período de muito nublado. Possibilidade de chuviscos dispersos. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado localmente limpo. Possibilidade de neblinas locais. Vento de leste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas ao entardecer. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 31 18 Xai-Xai 30 19 Inhambane 27 19 Vilankulo 28 20 Beira 27 21 Chimoio 27 15 Tete 33 20 Quelimane 29 19 Nampula 32 19 Pemba 29 21 Lichinga 28 15    

Continuação de tempo fresco no Sul de Moçambique, calor no Centro e Norte

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (16) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas locais. Vento
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Continuação de tempo fresco no Sul de Moçambique, calor no Centro e Norte

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (16) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente nublado. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas principalmente nas províncias de Tete e Manica. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu nublado com períodos de muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas locais. Vento de leste a nordeste fraco a moderado. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 28 19 Xai-Xai 27 19 Inhambane 27 21 Vilankulo 28 19 Beira 27 20 Chimoio 28 16 Tete 34 22 Quelimane 31 18 Nampula 32 19 Pemba 30 22 Lichinga 28 14

Pergunta a Tina: será que um homem seropositivo pode se masturbar?

Bom dia Tina, será que um homem seropositivo pode se masturbar? Bom dia, estimado leitor. Claro que pode masturbar-se, qual é a dificuldade? A masturbação não tem qualquer problema, independentemente de a pessoa ser seropositiva ou seronegativa.
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Pergunta a Tina: será que um homem seropositivo pode se masturbar?

Bom dia Tina, será que um homem seropositivo pode se masturbar? Bom dia, estimado leitor. Claro que pode masturbar-se, qual é a dificuldade? A masturbação não tem qualquer problema, independentemente de a pessoa ser seropositiva ou seronegativa.

Domingo frio e com nuvens no Sul e Norte, calor no Centro de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este domingo (15) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Vento de nordeste a leste fraco a moderado, sopran
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Domingo frio e com nuvens no Sul e Norte, calor no Centro de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este domingo (15) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Vento de nordeste a leste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de neblinas ao longo dos vales. Vento de sueste a leste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas principalmente na província de Tete. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu muito nublado passando a nublado. Possibilidade de chuvas fracas principalmente ao longo da faixa costeira. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 25 18 Xai-Xai 27 21 Inhambane 28 20 Vilankulo 29 21 Beira 29 19 Chimoio 33 17 Tete 36 23 Quelimane 31 21 Nampula 31 18 Pemba 28 20 Lichinga 29 14

Sábado frio e de vento no Sul e Norte, calor no Centro de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (14) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Vento de nordeste fraco a moderado, soprando por v
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Sábado frio e de vento no Sul e Norte, calor no Centro de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (14) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Vento de nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado. Possibilidade de neblinas ao longo dos vales. Vento de sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado passando a muito no nublado. Possibilidade de chuvas fracas principalmente ao longo da faixa costeira. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas principalmente na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 25 17 Xai-Xai 26 19 Inhambane 27 21 Vilankulo 27 20 Beira 29 19 Chimoio 33 17 Tete 39 22 Quelimane 31 21 Nampula 32 19 Pemba 29 21 Lichinga 29 15  

Jovem assassina filho na expectativa de tornar-se rico em Sofala

Um jovem de 27 anos de idade assassinou esta semana o seu filho à facada no Distrito de Nhamatanda, na Província de Sofala, ao que tudo indica por instruções de um curandeiro a quem recorreu na expectativa de tornar-se rico. “Percebi a criança a cho
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Jovem assassina filho na expectativa de tornar-se rico em Sofala

Um jovem de 27 anos de idade assassinou esta semana o seu filho à facada no Distrito de Nhamatanda, na Província de Sofala, ao que tudo indica por instruções de um curandeiro a quem recorreu na expectativa de tornar-se rico. “Percebi a criança a chorar, cheguei aí encontrei sangue, falei meu marido o que você fez? Só parou. O que você fez, vou queixar para você! Quando ouviu isso pegou o machado e lançou para mim, eu esquinei” contou a jornalistas a mãe da criança que foi assassinada com recurso a uma arma branca, que terá sido usada pelo pai para desferir vários golpes na região da barriga. A Polícia da República de Moçambique (PRM), que deteve o suspeito, apurou que o jovem terá recorrido a um curandeiro, seu vizinho, com o intuito de tornar-se rico. O curandeiro, que também foi detido pela PRM, revelou o suspeito do crime lhe terá confidenciado “matei criança para fazer a vida, combinei com a minha mulher”.

Primeira semana de Setembro sangrenta nas estradas de Moçambique

Pelo menos 27 pessoas em 28 acidentes de viação registados durante a primeira semana do mês de Setembro em Moçambique, 33 cidadãos ficaram feridos. Entre os dias 31 de Agosto e 6 de Setembro a Polícia da República de Moçambique (PRM) registou 27 ó
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Primeira semana de Setembro sangrenta nas estradas de Moçambique

Pelo menos 27 pessoas em 28 acidentes de viação registados durante a primeira semana do mês de Setembro em Moçambique, 33 cidadãos ficaram feridos. Entre os dias 31 de Agosto e 6 de Setembro a Polícia da República de Moçambique (PRM) registou 27 óbitos nos sinistros registados no nosso país que causaram ainda 14 feridos graves e deixaram 19 pessoas com ferimentos ligeiros. De acordo com a PRM a velocidade excessiva, má travessia de peões e condução sob o efeito de álcool foram as principais causas dos acidentes 15 dos quais do tipo atropelamentos e sete despistes e capotamentos.

Nações Unidas lançam novo apelo para ajuda humanitária de 2 milhões de pessoas em Moçambique

A cerca de um mês do início de uma nova época chuvosa e ciclónica, enquanto o Governo de Filipe Nyusi ainda vai iniciar a preparação do seu Plano de Contingências a Organização das Nações Unidas (ONU) fez em Maputo um novo apelo para mais ajuda int
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Nações Unidas lançam novo apelo para ajuda humanitária de 2 milhões de pessoas em Moçambique

A cerca de um mês do início de uma nova época chuvosa e ciclónica, enquanto o Governo de Filipe Nyusi ainda vai iniciar a preparação do seu Plano de Contingências a Organização das Nações Unidas (ONU) fez em Maputo um novo apelo para mais ajuda internacional para os 2 milhões de moçambicanos que continuam a precisar de assistência humanitária de emergência no Sul, Centro e Norte de Moçambique. Seis meses após o ciclone Idai massacrar a região Centro e quatro meses depois do ciclone Kenneth ter devastado o Norte a Coordenadora Humanitária da ONU em Moçambique, Myrta Kaulard, alertou nesta quinta-feira (12) que “uma nova temporada de ciclones está prestes a começar e isso coincide com o período de escassez de alimentos para as famílias que vivem da agricultura de subsistência, já que a próxima colheita só acontece em Março de 2020”. Myrta Kaulard disse que “é fundamental que ajamos agora em mobilizar os recursos para apoiar as pessoas mais vulneráveis a lidar com os múltiplos choques que enfrentaram particularmente nos últimos meses e para impedir que mais famílias precisem de assistência” e apelou “existe uma obrigação moral e uma urgência para a Comunidade Internacional prestar apoio para salvar a vida dos mais vulneráveis por isso fazemos um apelo para que continuem a nos apoiar a salvar vidas em Moçambique”. Pelo menos 611 morreram entre Março e Abril, em consequência directa dos ciclones Idai e Kenneth que destruíram 223.947 habitações nas províncias de Sofala, Manica, Tete e Zambézia, assim como 93 unidades sanitárias e 3.504 salas de aulas. “Para esse fim o Plano de Resposta Humanitária que revemos em apoio ao INGC visa mobilizar 398 milhões de dólares norte-americanos e tem como alvo 2 milhões de pessoas que foram as mais atingidas pelo eventos climáticos, pelo fraco desempenho agrícola e pela violência”, afirmou a Coordenadora Humanitária da ONU que precisou que este montante soma-se aos 441 milhões de dólares solicitados em Maio, quando foi concluído e divulgado o Plano de Resposta Humanitária à Moçambique, e não inclui os 3,2 biliões de dólares que o Governo do país africano continua a tentar financiar para a Reconstrução da cidade da Beira e vilas foram devastadas. Além destes existem aproximadamente 815 mil moçambicanos em situação de insegurança alimentar devido a seca que continua silenciosamente no Sul do país.

Governo de Nyusi não parou de pagar a dívida inconstitucional e ilegal da EMATUM

O Governo de Filipe Nyusi tem afirmado, e reiterado, que desde 2017 não tem pago as dívidas comerciais contraída com garantias e avales do Estado inconstitucionais e ilegais contudo o @Verdade descobriu que a direcção nacional do Tesouro, através do Ins
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Governo de Nyusi não parou de pagar a dívida inconstitucional e ilegal da EMATUM

O Governo de Filipe Nyusi tem afirmado, e reiterado, que desde 2017 não tem pago as dívidas comerciais contraída com garantias e avales do Estado inconstitucionais e ilegais contudo o @Verdade descobriu que a direcção nacional do Tesouro, através do Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE), tem amortizado empréstimos contraídos à favor da Empresa Moçambicana de Atum (EMATUM). “Sobre a dívida da EMATUM, estamos a pagar”, confirmou ao @Verdade Raimundo Matule, Administrador do IGEPE, paradoxalmente com dinheiro emprestado pelo BCI que é simultaneamente um dos bondholders. “Em relação à dívida comercial contraída com garantias e avales do Estado, reiteramos que enquanto decorrem os trâmites legais em torno deste dossier nas instituições da justiça, não temos estado a efetuar o seu pagamento” afirmou em pelo menos duas ocasiões o primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, na Assembleia da República. Porém, analisando as Demonstrações Financeiras do exercício de 2018 do Instituto de Gestão das Participações do Estado, que representa o Estado na EMATUM com uma participação de 34 por cento no capital social, o @Verdade apurou que o Executivo nunca parou de amortizar dois empréstimos contraídos no Banco Nacional de Investimentos (BNI) e outro no Banco Comercial e de Investimentos (BCI), no montante de 740 milhões de Meticais que foram injectados na empresa atuneira entre 2015 e 2017. De acordo com o documento analisado pelo @Verdade 20 milhões de Meticais foram injectados na Empresa Moçambicana de Atum para dota-la “de maior capacidade financeira” e 720 milhões de Meticais (20 milhões de dólares norte-americanos ao câmbio à data do empréstimo, foram concedidos “para fazer fazer a despesas de financiamento e para efectuar o pagamento do cupão da EMATUM à Credit Suisse AG”, relativa ao empréstimo de 850 milhões de dólares obtido em 2013. Questionado pelo @Verdade sobre os empréstimos Raimundo Matule, Administrador do IGEPE, afirmou: “sobre a dívida da EMATUM, estamos a pagar”, precisando que “faltam pagar 329,7 milhões de Meticais, dos quais 50 milhões ao BNI e 279,7 ao BCI” cujas amortizações deverão ficar concluídas “no próximo ano”. “Não estamos a pagar com receitas próprias, é via operações passivas do Estado, o Governo adiantam-nos esses recursos”, esclareceu o Administrador do Instituto de Gestão das Participações do Estado. Nas Demonstrações Financeiras do exercício de 2018 o @Verdade descortinou a entrada de 167.687.691 Meticais na contabilidade do IGEPE, como “prestações suplementares” recebidas da Direcção Nacional do Tesouro para dentre outras despesas “amortizar os empréstimos obtidos junto dos bancos BCI e BNI cujo beneficiário foi a empresa EMATUM”. BCI empresta dinheiro à EMATUM e recebe de volta duplamente como credor local e bondholder O IGEPE avalia em 5,1 milhões de Meticais a participação de 34 por cento que tem na Empresa Moçambicana de Atum, contudo o Auditor solicitou as demonstrações financeiras dessa subsidiaria que não foram facultadas tendo anotado no seu Relatório que essa “situação, representa uma limitação de âmbito ao nosso trabalho uma vez que nos impossibilita de aferir sobre o valor contabilístico actual das participações detidas e quantificar eventuais ajustamentos de imparidade na rubricas de activos e resultados”. Importa recordar que fazem parte do património da EMATUM 21 embarcações de pesca Palangreiro, três Traineiras e três embarcações Ocean Eagle que foram fornecidas pelo Grupo Privinvest pelo custo de 755,5 milhões de dólares norte-americanos, cerca de 45,3 biliões de Meticais. Paradoxalmente o Banco Comercial e de Investimentos aparece numa situação de conflito de interesses, ou agindo em interesse próprio, pois se por um lado empresta dinheiro para a EMATUM amortizar a dívida com os seus credores simultaneamente investiu 25 milhões de dólares no empréstimo inconstitucional e ilegal transformado em Título do Tesouro em dólares, portanto é um dos bondholders que está a negociar com o Governo a reestruturação e embora receba tarde ganhará juros altíssimos.

OBITUÁRIO: Roberto Galante 1956-2019

Faleceu no passado dia 21 de Julho Roberto Galante. Cineasta, artesão, fotógrafo, escritor, professor, educador, um amigo que trazendo alegria e esperança procurou transformar para melhor os muitos cantos do mundo por onde passou. Licenciado em Arquitec
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OBITUÁRIO: Roberto Galante 1956-2019

Faleceu no passado dia 21 de Julho Roberto Galante. Cineasta, artesão, fotógrafo, escritor, professor, educador, um amigo que trazendo alegria e esperança procurou transformar para melhor os muitos cantos do mundo por onde passou. Licenciado em Arquitectura pela Universidade de Florença, foi docente de «Teoria e Técnica das Comunicações de Massa» e «Instrumentos e Técnicas da Comunicação Visual». Colaborou como realizador e produtor para a produção de curtas-metragens e spots publicitários e como assistente de cena, tendo recebido inúmeros prémios internacionais pelo guião e a pesquisa criativa. Homem do mundo trabalhou em diversos países e confrontou-se, entre outras, com comunidades indígenas das etnias africanas Shiluk e Dinka, vivendo no seu ambiente e nas suas cabanas, árabes, vivendo nos bairros desfavorecidos de Cairo, Khartoum, Juba, Mombasa, e com comunidades da diáspora iraniana, chilena, esquimós, e refugiados políticos em áreas de desconforto. Chegou a Moçambique em 2008, por intermédio da Associação Basilicata-Moçambique, e implantou, paredes meias com a Lixeira do Hulene, um Laboratório de Fotografia, Vídeo, Elaboração Digital das Imagens denominado “A Mundzuku Ka Hina” (O Nosso Amanhã, em língua changana). Os seus alunos foram jovens e crianças de ambos os sexos que sobreviviam do lixo que o Maputo urbano todos os dias produz. Mais do que aulas de comunicação que deram novas habilidades para a vida a um grupo de jovens do bairro do Hulene, Roberto, fazendo uso de dinâmicas pedagógicas inovadoras, trouxe de volta à sociedade moçambicanos que não tinham esperança de saírem do lixo. Ainda em Moçambique Roberto Galante criou um laboratório de carpintaria na cooperativa “Artes e Ofícios” de Quelimane onde foram integrados meninos de rua. Galante colaborou também na construção do centro de acolhimento para crianças desfavorecidas em Mocuba. O seu maior desejo era dar aos jovens, órfãos e crianças de rua “uma perspectiva e experiência de vida”. Surpreendido por um tumor linfático, Roberto Galante faleceu em Taranto, na Itália.

Descida de temperatura no Sul, calor no Centro e Norte de Moçambique esta 6ª feira

O Instituto Nacional de Estatística prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (13) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas locais. Vento d
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Descida de temperatura no Sul, calor no Centro e Norte de Moçambique esta 6ª feira

O Instituto Nacional de Estatística prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (13) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas locais. Vento de nordeste a leste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado. Possibilidade de neblinas locais. Vento de leste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado passando a muito no nublado. Possibilidade de chuviscos ao longo da faixa costeira. Possibilidade de neblinas locais. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado soprando por vezes com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 29 19 Xai-Xai 32 20 Inhambane 29 21 Vilankulo 28 19 Beira 28 19 Chimoio 35 20 Tete 39 24 Quelimane 33 21 Nampula 35 20 Pemba 29 22 Lichinga 29 16    

Gerais 2019: 10 mortos na campanha de Filipe Nyusi

Dez pessoas perderam a vida na tarde desta quarta-feira (11) durante um evento de campanha do partido Frelimo na Cidade de Nampula. Outras 85 pessoas contraíram ferimentos quando tentavam sair do estádio 25 de Junho onde havia decorrido um comício do cand
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Gerais 2019: 10 mortos na campanha de Filipe Nyusi

Dez pessoas perderam a vida na tarde desta quarta-feira (11) durante um evento de campanha do partido Frelimo na Cidade de Nampula. Outras 85 pessoas contraíram ferimentos quando tentavam sair do estádio 25 de Junho onde havia decorrido um comício do candidato à Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi. A tragédia aconteceu quando milhares de pessoas tentavam deixar, pelo mesmo portão, o estádio que lotou de membros e simpatizantes no partido do poder que haviam participado de um comício com a presença do candidato presidencial Filipe Nyusi. “95 membros e simpatizantes do nosso partido Frelimo foram afectados, destes 85 feridos 74 tiveram alta estando ainda em cuidados onze pacientes. Infelizmente registou-se a perda de vida de dez militantes do nosso partido Frelimo, sendo seis mulheres e quatro homens” confirmou em conferência de imprensa na capital da Província de Nampula o 1º secretário secretário provincial do partido no poder, Agostinho Trinta. As vítimas desta tragédia elevam para 22 o número de mortos durante 12 dias de campanha para as eleições Presidenciais, Legislativas e Provinciais que estão marcada para 15 de Outubro em Moçambique. É irónico que a tragédia tenha sido reportada muitas horas depois de haver acontecido e por um membro da campanha que tem a maior cobertura de medias em Moçambique, é acompanhada por dezenas de jornalistas e repórteres de imagem. De acordo com o Centro de Integridade Pública 12 pessoas morreram na primeira semana de campanha eleitoral, dez vítimas de acidentes de viação e duas vítimas de violência com motivações políticas. Foram ainda registados 18 feridos graves e onze cidadãos com ferimentos ligeiros.

40 milhões de dólares para credores da EMATUM estão cabimentados no Orçamento de Estado de 2019

O ministro da Economia e Finanças revelou ao @Verdade que no deficitário Orçamento de Estado (OE) de 2019 estão cabimentados os 40 milhões de dólares que vão ser pagos aos credores da dívida ilegal da EMATUM a título de “Contrapartida em Numerário
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40 milhões de dólares para credores da EMATUM estão cabimentados no Orçamento de Estado de 2019

O ministro da Economia e Finanças revelou ao @Verdade que no deficitário Orçamento de Estado (OE) de 2019 estão cabimentados os 40 milhões de dólares que vão ser pagos aos credores da dívida ilegal da EMATUM a título de “Contrapartida em Numerário”, por haverem concordado com a reestruturação proposta pelo Governo de Filipe Nyusi. A proposta de reestruturação da dívida inconstitucional e ilegal da Empresa Moçambicana de Atum (EMATUM) inclui, além de Novas Obrigações do Estado moçambicano que custarão 1,8 bilião de dólares a serem pagos até 2033 uma “Contrapartida em Numerário” que o Governo de Filipe Nyusi se propõe a pagar até ao fim do mês de Setembro aos credores (bondholders) que a aceitaram. São 8 milhões de dólares que o Governo propõe-se a pagar como “Taxa de Consentimento (...) para os Obrigacionistas elegíveis que votarem a favor da Reestruturação. A Taxa de Consentimento será paga a cada Obrigacionista que votar a favor da troca com base em USD 11 por cada USD 1.000 de Títulos votados a favor”, indica o Acordo de Princípios alcançado com os bondholders. Além disso, o Acordo que foi divulgado pelo Ministério da Economia e Finanças a 31 de Maio passado, indica que o Executivo de Filipe Nyusi “fará um pagamento por troca a todos os Obrigacionistas de 32 milhões de dólares no total”. Questionado pelo @Verdade sobre onde irá buscar esse montante, são cerca de 2,4 biliões de Meticais, o ministro Adriano Maleiane revelou nesta quarta-feira (11) que a verba está cabimentada no Orçamento de Estado de 2019. “Sim, nós temos a responsabilidade dos 10,5 por cento, sempre, como o Governo foi para os mercados de boa fé nós temos feito sempre esta programação da prestação que deveriam ser 76 milhões (de dólares norte-americanos) e sempre discutimos na perspectiva de se aceitarem pagamos, porque senão não íamos fazer negociações e não nos levavam à sério. Imagine que em Junho tivessem aceite, depois não poderíamos dizer que não temos dinheiro”, esclareceu o ministro da Economia e Finanças ao @Verdade. O Orçamento de Estado de 2019 está a ser executado com um défice de 90,9 biliões de Meticais obrigando a cortes em todos os sectores sociais como Educação, Saúde, Protecção Social, Água ou Saneamento. O @Verdade apurou Relatório de Execução Orçamental do 1ª semestre de 2019 que da dotação inicial do Ministério da Saúde, que foi de 8,8 biliões de Meticais, o Governo de Filipe Nyusi cortou 3,7 biliões de Meticais.

Economia continua recessão em Moçambique, no 2º trimestre cresceu apenas 2,3 por cento

A economia moçambicana continua em recessão tendo o Produto Interno Bruto (PIB) caído pelo terceiro trimestre consecutivo desta vez para 2,3 por cento, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE) a desaceleração no 2º trimestre de 2019 foi
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Economia continua recessão em Moçambique, no 2º trimestre cresceu apenas 2,3 por cento

A economia moçambicana continua em recessão tendo o Produto Interno Bruto (PIB) caído pelo terceiro trimestre consecutivo desta vez para 2,3 por cento, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE) a desaceleração no 2º trimestre de 2019 foi impulsionada pelo sector primário que registou um decréscimo de -0,6 por cento. Para o Administrador delegado do Standard Bank, Chuma Nwokocha agora “há potencial para retomar o crescimento”. As Contas Nacionais publicadas esta semana pelo INE indica que “o PIB do 2º trimestre de 2019 foi revisto em baixa em 0,2 pontos percentuais”, comparativamente aos 2,5 por cento do 1º trimestre e em quase metade dos 4,6 por cento do 1º trimestre de 2018. “O desempenho da actividade económica no 2º trimestre de 2019 é atribuído em primeiro lugar ao sector terciário que cresceu 3,5 por cento, com maior destaque para os ramos de Transportes, Armazenagem, Actividades auxiliares dos transportes, Informação e Comunicações com um crescimento na ordem de 6,7 por cento, seguidos dos ramos de Aluguer de Imóveis e Serviços prestados as empresas com 4,7 por cento”, indica o documento do INE. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística: “Ocupa a segunda posição o sector secundário com um crescimento de 2,1 por cento, induzido pelo ramo da indústria Manufactureira com 3,7 por cento, coadjuvado pelo ramo de construção com um crescimento de cerca de 3 por cento”. Porém os ramos de Electricidade, Gás e Distribuição de água continuam em decréscimo com -2,9 por cento, no entanto em recuperação comparativamente aos -7,1 por cento do trimestre anterior. “O sector primário registou um decréscimo na ordem de -0,6 por cento, sendo que contribuíram para tal, os ramos da Agricultura, Pecuária, Caça, Silvicultura, Exploração florestal e Actividades relacionadas com menos 0,05 por cento e Indústria Extractiva e Mineira com -3,5 por cento. Entretanto, o ramo da pesca registou um crescimento na ordem de 2,1 por cento”, assinala o INE que ressalva que esta desaceleração foi influencia pelos ciclones Idai e Kenneth que massacraram as regiões Centro e Norte de Moçambique. No entanto não estão claras as razões da desaceleração da Indústria Extractiva e Mineira, que no 1º trimestre já havia crescido modestos 2 por cento, afinal a zona carbonífera da Província de Tete não foi fustigada pelas Calamidades Naturais assim como o trajecto do carvão para exportação não foi afectado. “Há potencial para retomar o crescimento” Instado pelo @Verdade a comentar estes números o Administrador delegado do Standard Bank, Chuma Nwokocha, chamou atenção: “Não podemos esquecer que os números de crescimento são cíclicos, agora estamos a entrar no fim do ano e poderá ter impacto”. No entanto o responsável do terceiro maior banco comercial em Moçambique acredita que “há potencial para retomar o crescimento”. Estes números de recessão da economia moçambicana são no entanto melhores do que a projecção do Fundo Monetário Internacional (FMI) que estimou que o Produto Interno Bruto iria desacelerar para 1,8 por cento reflectindo o impacto dos ciclones no Centro e Norte do país. Em Maio o representante do FMI em Moçambique, Ari Aisen, disse ao @Verdade que o impacto na economia dos ciclones Idai e Kenneth “não é um choque que vai requerer muitos anos de crescimento para poder compensar”. Aisen explicou que como o crescimento será impulsionado pelo sector primário, principalmente pela Agricultura, é expectável um “ajuste em V” que poderá colocar o PIB nos 6 por cento em 2020.

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